terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
PSD - uma inútil e lesiva estratégia desesperada...
segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
Manuel Alegre - Pela República, Um Presidente para Portugal
domingo, 7 de Fevereiro de 2010
Lúcida Sabedoria...
... no desenfreado desalento dos tempos que correm, as lúcidas palavras do Poeta preenchem os interregnos da fala, com sábia cumplicidade para o desassossego dos dias...
Europa do Sul - um rosto para a crise europeia
sábado, 6 de Fevereiro de 2010
Intemporal
Há uma Luta sem Tréguas que é preciso reforçar... contra a Pobreza, a Discriminação e contra todas as formas de violência que, injusta e cruelmente, lesam os cidadãos no seu direito a existir no pleno exercício dos seus direitos. Há um combate que continua presente, no dia-a-dia de todos, contra o preconceito, a xenofobia, o etnocentrismo e as múltiplas formas de racismo que, nos comportamentos sociais, se identificam contra as etnias, as deficiências, a orientação sexual, as religiões e que dificultam o acesso em igualdade de oportunidades às condições de vida dignas que o nosso tempo permite... Há uma violência social sem rosto que ameaça Mulheres, Crianças, Idosos, Deficientes, Doentes, Minorias, Desempregados, Imigrantes e Cidadãos destituídos de competências sociais que a modernidade exige sem atender às respectivas condições de acessibilidade... Há quem pratique a Mutilação Genital Feminina... há quem se recuse a interiorizar que o valor da vida humana deve ser garantido no direito à integridade individual... há uma Democracia em construção onde o egoísmo e o corporativismo bloqueiam, invisível mas inexoravelmente, os Direitos Humanos e onde os agentes, activos ou passivos, desse bloqueio, recusam olhar para si próprios como tal... cabe-nos, a todos!, esclarecer, em cada palavra e em cada acto, o sentido exacto da nossa consciência e da nossa responsabilidade social nesta guerra civilizacional contra o silêncio com que pactuam, à sombra do anonimato colectivo que a complexidade deixa emergir, os discursos políticos e o autoritarismo social.
O Poder ... da Palavra Amiga
sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010
Impactos da Lei das Finanças Regionais na Democracia Representativa
quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
Direitos de Cidadania - Liberdade e Protecção de Dados
DIA EUROPEU DA PROTECÇÃO DE DADOS
(28 de Janeiro)
2010
DECLARAÇÃO da CNPD
A celebração do Dia Europeu da Protecção de Dados adquire este ano um significado especial, com a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, que veio consagrar a protecção de dados pessoais como um direito fundamental da União Europeia. Este é, sem dúvida, um acontecimento marcante no aprofundamento da democracia europeia, em particular numa época em que se impõe às pessoas, cada vez mais, que abdiquem da sua privacidade e da sua liberdade, em nome de interesses públicos ou privados.
Não é demais lembrar que Portugal, num gesto precursor, foi o primeiro país do mundo a reconhecer a protecção de dados como direito fundamental, na Constituição de 1976. Com a instauração do regime democrático, pretendeu-se garantir aos cidadãos que os seus direitos e liberdades ficassem salvaguardados perante a utilização da informática, cujas potencialidades de aplicação eram já então evidentes.
Na verdade, nos últimos 30 anos, a evolução tecnológica não deixou nunca de nos surpreender, tendo atingido patamares verdadeiramente admiráveis, quer pela rapidez dos seus progressos, quer pelo alcance dos seus feitos, que trouxeram inegáveis benefícios à vida das pessoas e das sociedades. As tecnologias de informação e comunicação, sobretudo, vieram mudar radicalmente o mundo, tal como o conhecíamos, proporcionando ao fenómeno da globalização um conteúdo sem precedentes.
Todavia, esta capacidade tecnológica tem permitido também a criação de grandes sistemas de informação, interoperacionais, que processam e cruzam milhões de dados pessoais a um ritmo crescente. As sinergias tecnológicas e económicas têm sido geradoras de preocupantes intrusões na privacidade de todos e de cada um.
É com extrema apreensão que verificamos acentuarem-se as tendências para recolher cada vez mais informação pessoal sobre os cidadãos, para controlar os seus movimentos, para conhecer os seus hábitos e as suas preferências, para vigiar as suas opções individuais.
A profusão de sistemas biométricos, de videovigilância e de geolocalização, o registo em larga escala da actividade dos internautas, a elaboração de perfis individuais detalhados e a consequente rotulagem discriminatória das pessoas, bem como a proliferação de listas negras e de índex são sintomas de uma sociedade vigiada, que pode caminhar para um verdadeiro controlo social do indivíduo.
Acresce que o tratamento massivo de informação pessoal é feito, não raramente, de modo pouco transparente e quase imperceptível para as pessoas.
Este cenário inquietante tem sido agravado por razões de segurança, em nome da qual se reforça a utilização e convergência de tecnologias de vigilância, que recaem sobre a generalidade dos cidadãos, tratados no seu conjunto como suspeitos.
É urgente reflectir sobre o caminho que se está a trilhar. Não se pode continuar a alimentar o medo das pessoas para que mais facilmente aceitem renunciar a direitos fundamentais. Será sempre necessário fazer verdadeiros juízos de proporcionalidade e encontrar as soluções mais adequadas.
É imprescindível que, antes de feitas as opções e tomadas as decisões com reflexos para os direitos das pessoas, se façam estudos de impacto ao nível da privacidade e se avalie de modo integrado, e não avulso, as consequências de tais medidas na vida dos cidadãos.
A CNPD está plenamente consciente dos desafios presentes e futuros que se colocam à protecção de dados e à privacidade, tanto no plano nacional como nos planos europeu e internacional. A protecção de dados pessoais não é apenas um valor individual, mas também um bem colectivo, que cumpre defender.
Não é uma tarefa fácil e exige a sensibilização e a participação empenhada de todos: do Estado, das empresas, dos media, das escolas e de cada um de nós, colectiva e individualmente. É um dever, ao qual, pela nossa parte, não fugiremos.
O fracasso na salvaguarda da privacidade põe em causa outros direitos e liberdades, como a liberdade de expressão, o direito à não discriminação, o direito à livre circulação, o direito ao anonimato e, como limite, a dignidade da pessoa humana. Numa sociedade democrática, há que concretizar, a todo o momento, as garantias necessárias para um efectivo exercício das liberdades e dos direitos fundamentais.
(http://www.cnpd.pt/)
terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010
Obama entre a China e o Tibete - o desafio da razão e da coragem política

domingo, 31 de Janeiro de 2010
Avisos à Navegação... de Davos!
Leituras Cruzadas - Especial - Evocações de Janeiro
sábado, 30 de Janeiro de 2010
O Julgamento dos Mentores da Guerra do Iraque



sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
Considerandos... do Ministro das Finanças a algumas das Linhas Gerais do Orçamento de Estado
terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Vidigueira - Coragem, Honestidade, Inteligência e Justiça


segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
Do Orçamento Geral do Estado à Política de Sustentabilidade Nacional
domingo, 24 de Janeiro de 2010
HOPE FOR HAITI NOW!... Por Todos Nós!
Gosto muito do trabalho de George Clooney... e não posso deixar de saudar como uma das mais comoventes e belas iniciativas da ajuda humanitária internacional de carácter simbólico, a HOPE FOR HAITI NOW!... sim! Comovente e Bela - pela qualidade, a rapidez, a eficácia e o desinteresse desnudado de maquilhagens excessivas dos participantes... por uma causa humana, universal e justa em nome de um povo humilde e grandioso que ainda acredita ter tido culpa no grande desastre que foi o sismo que lhes destruiu o país, os bens, as famílias, os amigos... mas que não perdeu a capacidade de acreditar que, em última análise, se chama, Amor à Vida!... Obrigado, George! Bem-hajas por nos permitires, a todos!, reforçar a Esperança! HOPE FOR HAITI, NOW!
Do Orçamento de Estado...
Leituras Cruzadas
Três Cantos e Uma Memória - Da Arte do Pensar Cantando em Português
"Três Cantos" - é o nome de um concerto memorável e da obra que o preserva como testemunho precioso do património etno-musical português... pela mão e pela voz de 3 cantautores: Fausto, José Mário Branco e Sérgio Godinho...
"Inquietação" - um poema dito a cantar de e por José Mário Branco...
sábado, 23 de Janeiro de 2010
Voluntarismos - de Sousa Pinto ao Morcego Vermelho

sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
O Estado... Somos Nós!

terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
Entre o Mesmo e o seu Contrário...

... entre Direitos Humanos, Ciência e Paz circula um lapso gravo: o da interiorização da mensagem de que é possível viver, coexistir e ser...
A guerra, a violência, a morte e o medo, por diferentes razões, aproximam os povos que insistem em não aceitar a comum dimensão humana da partilha da vida...domingo, 17 de Janeiro de 2010
Apoiar Manuel Alegre...
... um texto escrito e dito por Manuel Alegre, acompanhado à guitarra por Carlos Paredes, para dizer de uma intensidade de pertença a um país que se ama e que se tem por prioridade do pensar e do agir...
... um poema de Manuel Alegre imortalizado pela voz de Adriano Correia de Oliveira, que rasgou a noite da ditadura e continua a fazer luz nos dias em que os nossos desalentos desacreditam da política, previsível e desencantada...
... um fado que a cultura interiorizou e que disse o que todos, mais ou menos, constantemente, vamos sentindo... para dizer que eu, que já escrevi sobre Manuel Alegre (ver aqui e aqui) e que dele escolhi algumas das palavras que fazem eco da sua alma (ver aqui), relembro apenas que o Poeta, o Pensador e o Político que, ao longo do tempo e de 3 gerações, acompanha o sentir português, atravessando as contra-correntes que nos deixam sempre com a esperança adiada, nos traz a recusa de um país que, do outro lado do Atlântico, se dizia assim, do Brasil da ditadura, na voz de João de Almeida Neto, e que, por acção da analogia e da memória, faz sentido relembrar, para que não volte e para que tenhamos sempre quem, atento, o não permita, em tempos que, à sua medida, são, também, escusos, difíceis e perigosos:
... por tudo isto mas, também porque Manuel Alegre não é o candidato de uma ou de outra facção (apesar da pressa de Francisco Louçã em se apropriar de uma candidatura que é, acima de tudo, independente e se requer de todos nós) e por tudo o mais que ainda diremos ao longo de uma caminhada que agora se (re)inicia, eu apoio Manuel Alegre em quem acredito para devolver dignidade e liberdade ao Pensar e ao Ser Português.
Da Escravatura à Liberdade - do Haiti à Religião e às Mulheres
quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010
Somos Todos Haitianos!

É doloroso assistir às catástrofes que, inexoravelmente, o mundo vive, por natureza e condicionalismo, eco-cultural... mais doloroso é ver o desesperado desalento das pessoas, incapazes de contrariar as tragédias que ninguém previne, evita ou minimiza pela atenção aos custos previsíveis... e os custos são vidas!... vidas/vidas e vidas/mortes... São milhares de pessoas sem casa, com fome, com sede, acompanhando "in loco" a agonia de outros tantos cidadãos, milhares de pessoas feridas, no corpo e na alma, para sempre, milhares de pessoas que nunca mais esquecerão que nem o chão é firme, para além do quotidiano combate sem tréguas por uma sobrevivência precária, tão difícil de vencer, ao longo de anos e gerações... os povos, colectiva e individualmente, têm uma capacidade de resistência sempre superior ao que sobre ela se presume mas, de facto, há cenários tão devastadores gravados no saber e no sentir de cada um, que se torna quase desumana a possibilidade de ultrapassar o trauma. Tem sido incansável, é certo, a mediatização da ajuda internacional mas, sejamos claros: não chega! Nunca chega! ... e, pior que isso!, não anula nem apaga a realidade! ... A culpa, a culpa de toda a Humanidade e dos países ricos, do capitalismo desenfreado e selvagem tem o rosto do Haiti!... porque, no século XXI, a desinteligência inaceitavelmente absurda e incontornavelmente persistente com que teimam em gerir o mundo, permite que os frágeis e pouco consistentes alertas que a ciência ainda vai fazendo ouvir, sejam ignorados... até que o medo aconteça perante os factos! Depois de se alardear a sociedade do saber, da informação e do conhecimento, devem os Governos e os financeiros de todo o mundo cobrir-se de vergonha pelas prioridades bélicas de comercialização de bens móveis e imóveis com que obrigam a política a olhar o mundo e pela qual se rendem os homens, tentados pelo lucro fácil e a imagem efémera de uma fama sem sentido que desaparecerá na voragem da História... por isso, o que move quem determina, pessoas e organizações, os campos de investimento nacional, europeu e internacional é, apenas, o interesse egocêntrico, pessoal e de grupo... porque o "sistema" não se faz sózinho mesmo que a economia aparente uma mecânica própria... o "sistema" move-se pela acção dos seus protagonistas e esses, sim, esses!, são culpados pela cumplicidade e a negligência dos efeitos conhecidos por todos, "a priori". Não podemos ser complacentes com a crueldade que se esconde sob a capa anónima do "sistema"... no fundo de nós, persiste porém, felizmente!, a nossa capacidade de retirar ensinamentos de tudo o que é susceptível de ser conhecido... chama-se Esperança, essa aprendizagem humana, humilde e autêntica que nos faz resistir e persistir mesmo quando, como agora, Somos Todos Haitianos! quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010
Haiti



terça-feira, 12 de Janeiro de 2010
Leituras Cruzadas...
segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010
Dos Jornais Nacionais à Língua Portuguesa e à Informação
Reflexos soltos...






