quarta-feira, 30 de junho de 2010
Um outro olhar iraniano...
terça-feira, 29 de junho de 2010
Da Economia e Da Ideologia, Hoje...
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Leituras Cruzadas...
Pessoas Sem-Abrigo - uma versão musicada...
... são histórias da cidade... pequenos instântaneos de pessoas sem abrigo, com pouco abrigo, de muitos ou nenhuns amigos... histórias de cidadãos... olhados ao som de "Lisboa não é a cidade perfeita" dos Deolinda.
sábado, 26 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Ainda as Palavras...

quarta-feira, 23 de junho de 2010
Estradas sem Socorro...

terça-feira, 22 de junho de 2010
Dizer a Vida... em 3 Frases

segunda-feira, 21 de junho de 2010
Unidos por Portugal...
sábado, 19 de junho de 2010
Para o Coração Português de José Saramago...
"Uma Flor de Verde Pinho
Eu podia chamar-te pátria minha
dar-te o mais lindo nome português
podia dar-te um nome de rainha
que este amor é de Pedro por Inês.
Mas não há forma não há verso não há leito
para este fogo amor para este rio.
Como dizer um coração fora do peito?
Meu amor transbordou. E eu sem navio.
Gostar de ti é um poema que não digo
que não há taça amor para este vinho
não há guitarra nem cantar de amigo
não há flor não há flor de verde pinho.
Não há barco nem trigo não há trevo
não há palavras para dizer esta canção.
Gostar de ti é um poema que não escrevo.
Que há um rio sem leito. E eu sem coração."
(Poema de Manuel Alegre
Música de José Niza)
A Dialéctica do "Não"... segundo José Saramago - Leituras Cruzadas - Especial

sexta-feira, 18 de junho de 2010
O Dia da Morte de José Saramago


quinta-feira, 17 de junho de 2010
A Tragédia de Burma
Ontem, pela primeira vez, vi o filme "Beyond Rangoon"... não posso, por isso, deixar de o referir. Com uma excelente interpretação de Patricia Arquette, o filme conta a história dos massacres ocorridos na capital da Birmânia, onde uma sangrenta ditadura militar continua a violar e ignorar todos os Direitos Humanos, castigando um povo pacífico cuja cultura se confronta com a necessidade de assumir uma luta sem tréguas que requer o ultrapassar do medo e uma coragem cívica extraordinária. Líder e exemplo mundial desse combate pelos Direitos Humanos, Aung San Su Kyi, laureada com o Prémio Nobel da Paz em 1991, vive em prisão domiciliária em Rangoon, capital de Burma (Birmânia), há, praticamente, 20 anos (ler também aqui e aqui). Documento imperdível da luta humana contra o poder das armas, pela reivindicação da democracia e da liberdade, o filme cujo título foi traduzido para português como "Rangoon", é uma celebração do amor à vida e do investimento sem reservas nas causas justas a que, cada vez mais, urge dar voz e rosto. Se ainda não viram, tentem ver... se já viram, vale sempre a pena rever.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Contra o fatalismo de um mundo desigual...
A Luta Contra a Pobreza é decisiva para a viabilidade do desenvolvimento sustentado... em todo o mundo! Dos países muito pobres e dos menos pobres... porque é uma evidência cada vez menos ocultável, apesar de toda a criação imagética da sociedade de consumo, globalizada e mediática, que são muitos os rostos da pobreza e que os pobres tendem a ficar mais pobres porque as crises económico-financeiras se abatem sobre os Estados, os países e as populações na proporção directa das suas capacidades de resistência aos seus efeitos. Hoje, a luta contra a pobreza é um problema multifactorial que, para além do assistencialismo urgente que é preciso reforçar junto dos que vivem a fome, a guerra, as secas e a exploração desenfreada de recursos naturais e humanos, requer uma intervenção integrada que dinamize de forma conjunta e simultânea, mecanismos de protecção e defesa do ambiente, sistemas de saúde, educação, economias e regras institucionais, políticas e financeiras. A Humanidade, hoje, luta contra si própria e não o entender é reduzir as possibilidades que as democracias e os Direitos Humanos conquistaram desde meados do tão recente século passado e agravar o risco e a taxa real de sobrevivência da espécie nas condições que reconhecemos como dignas, ou seja, justamente equitativas ao nível de uma coexistência social capaz de erradicar as formas de discriminação em que radica o pensamento e a cultura que sustentam a desigualdade e as políticas de liberalização absoluta de mercados, empregos e práticas que nos são apresentadas dogmaticamente como solução e prioridade acrítica, incontestada e incontornável.
domingo, 13 de junho de 2010
Sugestão...
... o prometido é devido! ... aqui fica, vbm!, María del Mar Bonet :)
Uma magnifíca voz catalã num tema lindissimo para um final de noite ou um dia feliz!
Da Sondagem sobre as Presidenciais...
Caprichos contra o Direito - o caso da CPI

Álvaro Cunhal e Eugénio de Andrade - Personalidades da Cultura Portuguesa
Também há exactamente cinco anos, morreu Eugénio de Andrade, poeta maior da língua portuguesa, solidário e constantemente presente na vida do país em que viveu e onde medrou a sua obra intemporal.
sábado, 12 de junho de 2010
De Paris a Olivença, um itinerário europeu da Lusofonia
