quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Aquilo de que Merkel fala e do que é incapaz de perceber...
... para tempos agitados e inquietantes, a sonoridade latina de Paco de Lucia que, nesta 2ª parte do "Concerto de Aranjuez", dá uma lição de sensibilidade e sabedoria aos que pensam poder impor a "sua" versão da história, do "seu" poder e da "sua" ideologia... "para sempre"!!!, ainda que essa decisão contrarie, de forma inadmissível em democracia, os interesses e a dignidade dos povos europeus - como o atestam as afirmações de Angela Merkel, há cerca de 15 dias, no mais recente Congresso do seu partido, onde, para lograr obter o apoio dos seus conterrâneos, evocou pretender "castigar os latinos"!!! Não tendo conseguido encontrar as palavras xenófobas e inadmissíveis da Chanceler, cabe aqui referir a fonte que nos deu a conhecer este "cair da máscara" de velhos traumas e síndromas com que a Alemanha muito assustou a Europa do século XX. Foi um homem geralmente bem informado quem o disse, permitindo-nos aceder a considerações preciosas que, de certo modo, evidenciam o perigo da demagogia em "defesa própria" se aproximar do exercício do poder da legitimação autoritária e racista - e que o facto de Merkel estar "a falar para dentro" não pode, de forma alguma!, justificar. Refiro-me a Vicente Jorge Silva que o transmitiu, num dos frente-a-frente do "Jornal das 9", quando Nuno Magalhães referiu o dito Congresso (distanciando-se das palavras da Fraulein:
...
... e se dúvidas houvesse sobre o "polimento" discursivo a que a linguagem política recorre, por razões de conveniência estratégica que urge denunciar, ouçam-se agora as palavras da mesma senhora, desta vez no Parlamento alemão, antes da Cimeira do fim-de-semana passado... e tentem perceber-se as diferenças:
sábado, 10 de dezembro de 2011
10 de Dezembro - Direitos Humanos, Sempre!
Hoje, 10 de Dezembro é Dia Internacional dos Direitos Humanos - a causa incondicional e eterna que felizmente inventámos para atravessar todos os tempos e todos os espaços... para que se não esqueça!
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
A Saída do Euro
As dívidas soberanas não vão poder ultrapassar os 3% e o défice deve corresponder a 0.5% do PIB de cada país! Além disso, estes limites (que só deixam feliz a narcisista Chanceler Angela Merkel, em contraste com o Reino Unido e a Hungria que não aderiram às mudanças hoje anunciadas, também contestadas pela Holanda e a Finlândia) implicam a sua inscrição nas Constituições nacionais, relegando "de jure" e "de fatu" as soberanias nacionais para 2º, 3º, 4º ou 5º planos e impondo, com muito frágil consenso por maioria qualificada e sem aproximação à pretendida unanimidade a não ser (ainda que com reservas!) entre os que já integram a Zona Euro (e apesar da reunião dos 27 se ter prolongado até às 5h da manhã!!!), a supranacionalidade que se institui, afinal!, por imposição do Directório Franco-Alemão, contra o espírito da Europa Comunitária que os fundadores e a adesão dos Estados-membros subscreveram. Extraordinário é, não só o facto do Primeiro-Ministro se mostrar surpreendido e decepcionado mas, acima de tudo, a afirmação do PS em que se regista a sua tentação em aceitar tal medida, contra a opinião dos mais credíveis analistas e especialistas, como é o caso do Professor Jorge Miranda que, justa e correctamente!, afirma que a inscrição destes limites faria sentido na Lei Orçamental e não na Constituição - até porque, como muito bem diz, o facto desta inscrição ter sede constitucional não implica o seu cumprimento! Para além de sabermos a verdade a que Jorge Miranda se refere, pela experiência própria de mais de 30 anos de democracia (a nossa Constituição garante a todos, entre outros, o direito à educação, à saúde, à habitação e ao emprego; contudo, tal determinação não é, de forma alguma!, cumprida!!!), vale a pena dizer: este pacote de medidas não tem valor absolutamente nenhum para o reforço das democracias e das economias europeias, consistindo exclusivamente num mecanismo de controle político da Europa, destruidor das economias nacionais e da própria UE. Por isso, a única resposta válida a estas imposições é levar à mesa negocial a hipótese de saída do Euro por parte dos Estados-membros (com contrapartidas, como disse Ilda Figueiredo, eurodeputada), até a Alemanha e a França se reconhecerem sózinhas, assumindo a sua vulnerabilidade. (ler aqui)
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Leituras Cruzadas...
JMCorreia Pinto no Politeia
João Rodrigues e Nuno Serra no Ladrões de Bicicletas
Luís Moreira no Pegada
Eduardo Pitta no Da Literatura
Francisco Seixas da Costa no Duas ou Três Coisas
Osvaldo Castro no A Carta a Garcia
João Abel de Freitas no Puxa Palavra
Raquel Varela no Cinco Dias
Filipe Tourais no O País do Burro
Manuel Brandão Alves no A Areia dos Dias
Rogério Pereira no Conversa Avinagrada
João Rodrigues e Nuno Serra no Ladrões de Bicicletas
Luís Moreira no Pegada
Eduardo Pitta no Da Literatura
Francisco Seixas da Costa no Duas ou Três Coisas
Osvaldo Castro no A Carta a Garcia
João Abel de Freitas no Puxa Palavra
Raquel Varela no Cinco Dias
Filipe Tourais no O País do Burro
Manuel Brandão Alves no A Areia dos Dias
Rogério Pereira no Conversa Avinagrada
"Festa dos Livros Gulbenkian"
Até dia 23 de Dezembro, das 10 às 20h, com a qualidade que é sua imagem "de marca", na Fundação Calouste Gulbenkian, está aberta a "Festa dos Livros", uma iniciativa digna de registo. As obras de excelência à venda justificam a visita e se tal razão precisasse de mais motivos, podem acrescentar-se, justamente, não só as sessões de apresentação de livros às 18.30h, com entrada livre, na Cafetaria do Museu (ver aqui o programa) mas, também, os vários produtos inovadores e de requinte que, a preços convidativos, estão disponíveis (latinhas de chá, chávenas, guardanapos de papel, marcadores, blocos de notas com a inscrição da arte e da cultura que continuamos a associar à Fundação)... Como se não bastasse, continua patente ao público, até dia 8 de Janeiro, a extraordinária exposição "A Perspectiva das Coisas - A Natureza-Morte na Europa - Séculos XIX-XX (1840-1955)".
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Afinal, a Europa Social era mesmo uma utopia...
... mais depressa do que poderão ter suposto os mais optimistas, o Directório europeu cancelou hoje o sonho da Europa Social... propondo (exigindo!?!) um novo Tratado para Março (ler Aqui)! Sem receio de chocar os cidadãos, a proposta que hoje foi apresentada para efeitos de preparação da Cimeira das próximas 5ª e 6ªfeiras, afirma que o futuro Tratado estará aberto aos 27 países Estados-membros da União Europeia... apesar de poder vir a ser um Tratado a 17 - se não forem aceites exigências como um défice cujo limite máximo será, na proposta do eixo franco-alemão, de 3%
(ler também Aqui).
domingo, 4 de dezembro de 2011
A Fuga de Caxias e o Início do Fim de Salazar...
Decorreram 50 anos desde a famosa Fuga de Caxias (ler aqui) que, em 4 de Dezembro de 1961, surpreendeu Salazar... dias depois, entre 18 e 19 do mesmo mês, aconteceu a Operação Vijay que inaugurou, na Índia, o início do fim do império colonial português (ler aqui)... sinais distantes, no espaço, que prenunciaram a queda do regime de Salazar!... Afinal, apesar de longas, as ditaduras face às quais as resistências parecem perder-se num tempo que, nesses períodos, parece eterno, não são invencíveis... e é por isso, pelo que nos ensinam as dinâmicas da História, que vale a pena alimentar a esperança e insistir em pensar e mudar... o presente!
Da Ideologia da Crise...
O artigo que aqui transcrevo por considerar que merece a nossa melhor atenção. é de Filipe Luís e foi publicado, no passado dia 5 de Outubro, na coluna "Sexto Sentido" de que é autor na revista "Visão"...
| "A guerra pode ter já recomeçado |
A
inflamada declaração de Angela Merkel, numa entrevista à televisão pública
alemã, ARD, em que sugere a perda de soberania para os países incumpridores das
metas orçamentais, bem como a revelação sobre o papel da célebre família alemã
Quandt, durante o Terceiro Reich, ligam-se, como peças de puzzle, a uma cadeia
de coincidências inquietantes. Gunther Quandt foi, nos anos 40, o patriarca de
uma família que ainda hoje controla a BMW e gere uma fortuna de 20 mil milhões
de euros. Compaghon de route de Hitler, filiado no partido Nazi, relacionado com
Joseph Goebbels, Quandt beneficiou, como quase todos os barões da pesada
indústria alemã, de mão-de-obra escrava, recrutada entre judeus, polacos,
checos, húngaros, russos, mas também franceses e belgas. Depois da guerra, um
seu filho, Herbert, também envolvido com Hitler, salvou a BMW da insolvência,
tornando-se, no final dos anos 50, uma das grandes figuras do milagre económico
alemão. Esta investigação, que iliba a BMW mas não o antigo chefe do clã Quandt,
pode ser a abertura de uma verdadeira caixa de Pandora. Afinal, o poderio da
indústria alemã assentaria diretamente num sistema bélico baseado na
escravatura, na pilhagem e no massacre. E os seus beneficiários nunca teriam
sido punidos, nem os seus empórios desmantelados.
As
discussões do pós-Guerra, incluíam, para alguns estrategas, a
desindustrialização pura e simples da Alemanha - algo que o Plano Marshal, as
necessidades da Guerra Fria e os fundadores da Comunidade Económica Europeia
evitaram. Assim, o poderio teutónico manteve-se como motor da Europa. Gunther e
Herbert Quandt foram protagonistas deste desfecho.
Esta
história invoca um romance recente de um jornalista e escritor de origem
britânica, a viver na Hungria, intitulado "O protocolo Budapeste". No livro, Adam Lebor ficciona sobre um suposto
diretório alemão, que teria como missão restabelecer o domínio da Alemanha, não
pela força das armas, mas da economia. Um dos passos fulcrais seria o da criação
de uma moeda única que obrigasse os países a submeterem-se a uma ditadura
orçamental imposta desde Berlim. O outro, descapitalizar os Estados periféricos,
provocar o seu endividamento, atacando-os, depois, pela asfixia dos juros da
dívida, de forma a passar a controlar, por preços de saldo, empresas estatais
estratégicas, através de privatizações forçadas. Para isso, o diretório faria
eleger governos dóceis em toda a Europa, munindo-se de políticos-fantoche em
cargos decisivos em Bruxelas - presidência da Comissão e, finalmente,
presidência da União Europeia.
Adam
Lebor não é português - nem a narração da sua trama se desenvolve cá. Mas os
pontos de contacto com a realidade, tão eloquentemente avivada pelas declarações
de Merkel, são irresistíveis. Aliás, "não é
muito inteligente imaginar que numa casa tão apinhada como a Europa, uma
comunidade de povos seja capaz de manter diferentes sistemas legais e diferentes
conceitos legais durante muito tempo." Quem disse isto foi Adolf
Hitler. A pax germânica seria o destino de "um continente em paz, livre das suas
barreiras e obstáculos, onde a história e a geografia se encontram, finalmente,
reconciliadas" - palavras de Giscard d'Estaing, redator do projeto de
Constituição europeia.
É um
facto que a Europa aparenta estar em paz. Mas a guerra pode ter já
recomeçado."
|
sábado, 3 de dezembro de 2011
Dos "Empaladores" face à Cultura...
Chama-se "Café Mário" e é uma peça de teatro fundada na pura criatividade assente na vida. O encenador é Pierre-Etienne Heymann e os actores são a Companhia do CENDREV, esse património material e imaterial da cultura portuguesa, cuja existência corre sérios riscos de extinção, apesar do trabalho cultural, pedagógico e transversal que desenvolve no Alentejo desde 1975. Como o próprio nome indicia é uma homenagem - uma Grande HOMENAGEM! - a Mário Barradas, o Homem que pegou nas chaves do Teatro Garcia de Resende, (à data desactivado, degradado e destruído) e que, com o grupo de actores que reuniu, limpou e criou o Teatro que se fez Escola de grande parte dos actores portugueses das últimas gerações, distribuindo prestígio e saber e multiplicando capacidades inventivas de criação, realização, encenação e interpretação. O "Café Mário" vai estar em cena até ao dia 18 de Dezembro, em Évora, com teatro, poesia, reflexões filosóficas, políticas e estéticas que têm a voz e o corpo das interpretações notáveis, dignas e emocionantes dos actores do CENDREV. A todos os que puderem, sugiro com convicção: Vão Ver!... e a todos mas, mesmo a todos!, os que acreditam e sabem que a cultura é mais do que dinheiro de bilheteiras, apelo: assinem a petição que podem encontrar AQUI.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Homenagem aos Pescadores de Caxinas
Desaparecidos desde 3ªfeira, nas águas frias do mar das Caxinas, os 6 pescadores foram hoje resgatados vivos!... o drama da vida no mar continua, renovando o rosto e as vozes que apelam ao investimento na melhoria das condições de vida e de trabalho dos pescadores. Pelos pescadores! Pelas mulheres dos pescadores!... e pela economia nacional, revitalizada e capaz de nos resgatar das crises a que a demagogia da dependência nos traz amarrados! Hoje, somos todos Pescadores!
Etiquetas:
Antropologia; Cultura; Sociedade;
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Para uma Epistemologia da Crise...
A crise económica, social e política com que as sociedades europeias se defrontam não decorre do que se pode designar por "falhanço das ciências sociais" - tese sugerida num oportuno comentário do Porfírio Silva ao post anterior. Pelo contrário, na minha opinião, a crise decorre de uma negligência intencional no uso e recurso a um saber técnico e tecnocrático sustentado através de dinâmicas que, em última análise e em detrimento do conhecimento científico, viabilizam a eficácia da manipulação dos interesses financeiros (em termos de controle dos movimentos de circulação dos capitais)... e se esta lógica funciona é porque aos interesses instalados em que se integra a comunicação social, as explicações simplistas servem de justificação para o legitimar dos enquadramentos "teóricos" das medidas que, enunciadas sob a aparência de uma pretensa racionalização científica (que, regra geral, ninguém problematiza), servem de caução à tomada de decisões. Na verdade, não foram os cientistas sociais a criar, implementar e desenvolver estas dinâmicas económicas, sociais e políticas... quando muito, foram os protagonistas políticos sob pareceres e "estudos" pretensamente científicos, feitos por pessoas que se pensam e se intitulam (ou se deixam intitular) como "cientistas sociais" que serviram de justificação e fundamentação aos regimes... o que é, de facto, muito diferente do que devemos entender e entendemos por "espírito científico"! De facto, na minha perspectiva, a crise, a desigualdade, a injustiça e a desinteligência processual decorrem da ausência de espírito científico, contrário ao saber que socialmente nos é apresentado como tal e que mais não é do que generalização abusiva, retórica e estatística deficientemente interpretada - instrumentos que têm servido de "pseudo-ciência" para validar a vigência da orgânica económico-social e política contemporânea. Entretanto, como escrevi em resposta ao comentário do Porfírio que muito agradeço!, penso que esta é uma das feridas em que se deve colocar o dedo: repensar e esclarecer a relação entre epistemologia, ciências sociais, política e desenvolvimento.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Da Austeridade ao Ressuscitar Dos Dilemas Históricos...
O que diariamente se vai tornando uma evidência, ficou hoje caucionado nas palavras do Professor Jorge Miranda sobre o indiscutível risco de "desagregação da Europa" (ler Aqui). No mesmo dia em que a agência de notação Moody's ameaça baixar o rating de 87 bancos europeus e de todos os países da Zona Euro... como se não bastasse esta crise que, já sem tibiezas, ameaça a Itália, a Bélgica, a Espanha, a França e a própria Alemanha e a que acrescem não só as preocupações dos EUA mas, também, a reiterada afirmação do FMI que continua a alertar para o facto de nenhum país ser imune à hecatombe provocada pelos mercados!... Por tudo isto, torna-se, cada vez mais, incompreensível a ausência de medidas políticas e económicas ou até de recomendações dos organismos internacionais no sentido de promover e privilegiar o reforço dos aparelhos produtivos nacionais... porque, sem esse reforço, nenhum país poderá sobreviver e nenhuma economia poderá garantir a subsistência das suas populações sem um empobrecimento radical e generalizado da sociedade. Evidencia-se assim a completa ausência de legitimidade, no sentido da razoabilidade ou da eficácia, das medidas que pretendem evocar a necessidade de aumento de produtividade com a imposição de mais 30m de trabalho diário ou o aumento da taxa do IVA em sectores estratégicos como a restauração que, a troco da subida efémera de mais dinheiro fácil para reduzir a despesa pública, implicam, por um lado, a redução da produção nacional e do poder de compra dos cidadãos e, por outro lado, o aumento do desemprego, da pobreza e da violência social. Das duas uma: ou os economistas não percebem nada da ciência em que se pensam especialistas ou estão todos, economistas e políticos!, empenhados em deixar as populações europeias servir de isco à fome dos monstros esfaimados dos mercados que, sem rosto, devoram países e pessoas.... moral da história: ainda têm dúvidas sobre o facto de não ter acabado a História, nem o antagonismo de classes ou sequer o confronto das ideologias?
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Das Verdades como Matéria para Mentiras...
Vendem-nos mentiras para nos obrigarem a ignorar a Verdade e a aceitar as ilusões gratuitas com que nos compram a alma. Até quando?... e quão longe vão nesta loucura ignóbil? Vale a pena ouvir até ao fim os exemplos que nos traz Eduardo Galeano:
(via Entre as Brumas da Memória)
domingo, 27 de novembro de 2011
Leituras Cruzadas...
Hoje, é, simplesmente!, assim:
XPTO no AL-TEJO
Rui Bebiano no A Terceira Noite
Paulo Guinote no A Educação do Meu Umbigo
Vital Moreira e Ana Gomes no Causa Nossa
Graza no ARROIOS
Ferreira no On The Road
Bruno Santos Ribeiro no MOESCOR
T.Mike no Vermelho Cor de Alface
Rogério Pereira no Conversa Avinagrada
... com votos de Parabéns ao João Ricardo Vasconcelos e de uma vida longa ao Activismo de Sofá :)
XPTO no AL-TEJO
Rui Bebiano no A Terceira Noite
Paulo Guinote no A Educação do Meu Umbigo
Vital Moreira e Ana Gomes no Causa Nossa
Graza no ARROIOS
Ferreira no On The Road
Bruno Santos Ribeiro no MOESCOR
T.Mike no Vermelho Cor de Alface
Rogério Pereira no Conversa Avinagrada
... com votos de Parabéns ao João Ricardo Vasconcelos e de uma vida longa ao Activismo de Sofá :)
Fado - A Singularidade Universal do Canto
O FADO é, a partir de hoje, reconhecido pela comunidade internacional que a UNESCO simboliza, Património Imaterial da Humanidade. Portugal fica Maior e a Cultura também!
"Reza" de Argentina Santos:
"Sei de um Rio" por Camané: "Cansaço" por Ana Moura: "Um Homem na Cidade" por Carlos do Carmo: "Acho Inúteis as Palavras"... por Amália Rodrigues, Embaixadora do Fado, cuja religiosidade cantada, na voz e na vida, ilustra a raiz do que, hoje, a comunidade internacional reconheceu:
sábado, 26 de novembro de 2011
Fado - Alma Portuguesa, Património da Humanidade
... na Voz de Argentina Santos, a Diva que Canta por Dentro, Rasgado e Baixinho, o Sentir da Alma Colectiva, em Português...
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Pela Eliminação de Todas as Formas de Violência
Em 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o dia 25 de Novembro como Dia Internacional pela Eliminação de Todas as Formas de Violência contra as Mulheres (LER AQUI)... e se é verdade que a Violência Social e Doméstica afecta mulheres, homens, idosos, jovens, crianças e adolescentes, é um facto que o maior número de vítimas são mulheres... Em 5 anos, morreram em Portugal 176 mulheres, vítimas de violência doméstica!... e a maior parte destas mortes ocorreu em contexto familiar e mais especificamente, no âmbito das relações interpessoais de natureza conjugal. Por isso, hoje, foi lançada a Campanha Nacional Contra a Violência Doméstica 2011. Vale a pena ver... e reflectir!
Da Identidade Cultural como Património Imaterial da Humanidade
A diversidade cultural é o registo identitário da Humanidade. ADN da especificidade da nossa estrutura organizacional, o património imaterial tem sido reconhecido pela UNESCO para que se conservem e protejam alguns dos mais carismáticos símbolos das mais conhecidas produções culturais planetárias. Hoje, no momento em que se cumprem 25 anos sobre a elevação do Centro Histórico de Évora a Património da UNESCO, Portugal tem uma candidatura forte e prestigiada internacionalmente para que o FADO venha, também, a ser reconhecido como Património da Humanidade! (VER E LER AQUI)
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