sábado, 12 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Da Postura Essencial...
... e apesar de até poder ser uma foto dos dias que por aqui correm, a verdade é que a belíssima imagem desta criança chegou via Luís Santiago no Facebook...
Sonoridades Femininas...
... de Beth Hart "LA Song"... e ainda com a mesma preciosa voz de Beth Hart mas, agora, com Joe Bonamassa, "I'll take care of you"...
(via Margarida Ferraz no Facebook)
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Retrato... bem visto, de longe!
Quanto à inspirada e inspiradora imagem, chegou via Manuel Duran Clemente no Facebook.
Aproveito para agradecer a ambos a extraordinária síntese que, do outro lado do mundo, me permite saber, com discernimento e segurança, o estado da falta de arte que, como um erro crasso, destrói o país...
... vá lá perceber-se porquê, lembrei-me agora daquela senhora que destruiu a imagem do Cristo, convencida que estava a fazer um digno restauro... pois!... o pior são as consequências, maiores e bem mais dramáticas num caso do que no outro... enfim... "século XXI", "crise", "sinais" - they said...
terça-feira, 8 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Da Felicidade...

....Felicidades são pedacinhos de ternura que colho aqui e ali....
(CM - via Maria João Moura no Facebook)
(CM - via Maria João Moura no Facebook)
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Da Ausência como Chegada...
"Nunca houve palavras para gritar a tua ausência
Apenas o coração
Pulsando a solidão antes de ti
Quando o teu rosto doía no meu rosto...
E eu descobri as minhas mãos sem as tuas
E os teus olhos não eram mais
que um lugar escondido onde a primavera
refaz o seu vestido de corolas.
E não havia um nome para a tua ausência.
Mas tu vieste.
Do coração da noite?
Dos braços da manhã?
Dos bosques do Outono?
Tu vieste.
E acordas todas as horas.
Preenches todos os minutos.
acendes todas as fogueiras
escreves todas as palavras.
Um canto de alegria desprende-se dos meus dedos
quando toco o teu corpo e habito em ti
e a noite não existe
porque as nossas bocas acendem na madrugada
uma aurora de beijos.
Oh, meu amor,
doem-me os braços de te abraçar,
trago as mãos acesas,
a boca desfeita
e a solidão acorda em mim um grito de silêncio quando
o medo de perder-te é um corcel que pisa os meus cabelos
e se perde depois numa estrada deserta
por onde caminhas nua.
Como se estivesses triste."
Joaquim Pessoa, in "Os Olhos de Isa"
Apenas o coração
Pulsando a solidão antes de ti
Quando o teu rosto doía no meu rosto...
E eu descobri as minhas mãos sem as tuas
E os teus olhos não eram mais
que um lugar escondido onde a primavera
refaz o seu vestido de corolas.
E não havia um nome para a tua ausência.
Mas tu vieste.
Do coração da noite?
Dos braços da manhã?
Dos bosques do Outono?
Tu vieste.
E acordas todas as horas.
Preenches todos os minutos.
acendes todas as fogueiras
escreves todas as palavras.
Um canto de alegria desprende-se dos meus dedos
quando toco o teu corpo e habito em ti
e a noite não existe
porque as nossas bocas acendem na madrugada
uma aurora de beijos.
Oh, meu amor,
doem-me os braços de te abraçar,
trago as mãos acesas,
a boca desfeita
e a solidão acorda em mim um grito de silêncio quando
o medo de perder-te é um corcel que pisa os meus cabelos
e se perde depois numa estrada deserta
por onde caminhas nua.
Como se estivesses triste."
Joaquim Pessoa, in "Os Olhos de Isa"
(via Manuel Duran Clemente no Facebook)
Do Casamento como Violência Contra Crianças...
... quando as tradições configuram violação de Direitos Humanos é preciso agir... em defesa do direito à vida dos mais vulneráveis... no caso, é fundamental proteger as crianças de uma sociedade que as utiliza como moeda num contexto de pobreza, onde a transação comercial dos seres humanos se pratica como se fosse legítima... não é!... porque pode ser legal mas não é, seguramente, correta e justa.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
sábado, 28 de setembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Do Inadiável...
Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
Não posso adiar o coração."
António Ramos Rosa, in "Viagem Através de uma Nebulosa"
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o rneu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração."
António Ramos Rosa, in "Viagem Através de uma Nebulosa"
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Sonoridades...
"He oido que la noche es toda magia
Y que un duende te invita a soñar
Y sé que últimamente apenas he parado
Y tengo la impresión de divagar
Amanece tan pronto y yo estoy tan solo
Y no me arrepiento de lo de ayer
Sí, las estrellas te iluminan ohh y te sirven de guía
Te sientes tan fuerte que piensas
Que nadie te puede tocar
Las distancias se hacen cortas
Pasan rápidas las horas
Y este cuarto no para de menguar
Y tantas cosas por decir
Tanta charla por aquí
Si fuera posible escapar de este lugar
Amanece tan pronto y yo estoy tan solo
Y no me arrepiento de lo de ayer
Sí, las estrellas te iluminan ohh y te sirven de guía
Te sientes tan fuerte que piensas
Que nadie te puede tocar
Amanece tan pronto y yo estoy tan solo
Y no me arrepiento de lo de ayer
Sí, las estrellas te iluminan ohh y te sirven de guía
Te sientes tan fuerte que piensas
Que nadie te puede tocar"
Heroes del Silencio em "Maldito Duende"...
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Por Terras do Endovélico - Do Alandroal à Cinemateca
Hoje, às 21.30h, na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, o documentário "Terras do Endovélico" permite uma incursão etno-histórica num território fascinante e misterioso porque pouco conhecido para a maioria dos cidadãos, onde a problemática do património da cultura material e imaterial evidenciam a sua competência e potencialidade na construção do futuro. Vale a pena ir ver.
Cadernos do Endovélico - 1
Foi no sábado, 21 de Setembro, pelas 21.30h, que, no Forum Cultural Transfronteiriço de Alandroal foi apresentado o nº1 da revista "Cadernos do Endovélico" onde se encontram publicadas as comunicações do Congresso "Por Terras do Endovélico: Território e Cultura, Caminhos da Identidade", realizado nos dias 5,6 e 7 do passado mês de Julho e cuja qualidade científica justifica a procura e a leitura atenta. A pluralidade das abordagens arqueológicas, etno-literárias, etno-históricas e etnológicas, protagonizada por académicos e investigadores de "primeira água" e justíssimo prestígio, conferem à obra uma coesão que, seguramente, marcará a investigação e o conhecimento tanto no plano local, como regional e nacional através da formulação de sérios contributos capazes de reforçar, indiscutivelmente, na senda do desenvolvimento, a defesa intransigente da cultura, do património e da construção identitária.
(fotografia via João Maria Grilo no Facebook)
(fotografia via João Maria Grilo no Facebook)
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
In Memoriam... Da Poesia como Construção...
"Tudo será construído no silêncio, pela força do silêncio, mas o pilar mais forte da construção será uma palavra. Tão viva e densa como o silêncio e que, nascida do silêncio, ao silêncio conduzirá."
(António Ramos Rosa)
... porque o Poeta é Engenheiro e Deus dos silêncios em que nascem as palavras e porque o Poeta é Mestre e Arquiteto das palavras que brotam, firmes e fortes, para derrubar os muros de silêncio, dificilmente se escreve sobre o poeta... mas, nunca se esquece! Porque ao Poeta pertence a Arte de Doar como Herança, a transmissão do sentido... do pensar e do sentir... em que se revela e constrói, nas entrelinhas da História, o significado da narrativa da vida...
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