quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Novidades nos Estaleiros?...
Parece que não... ou, pelo contrário, a existirem, são agravantes... senão, vejamos: afinal, é a própria Martinfer a afirmar que o contrato através do qual adquiriu os Estaleiros de Viana do Castelo se resume a uma mudança de nome dos gestores da empresa - entendendo que o argumento é suficiente para justificar que, dos 600 trabalhadores, apenas garantirá trabalho a cerca de 160!... Em Portugal ainda se não compreendeu (deduzo!) a dimensão da gravidade social da forma como, em gabinete, se equacionam potenciais viabilidades que a realidade jamais reiterará!... enfim... paga o povo! - como sempre!... e o agravamento da debilidade económico-financeira e sociopolítica do país -independentemente da consciência das lideranças que entretêm os dias e as populações, com demagógicas imagens de um mediatismo sem utilidade, seriedade e, menos ainda, responsabilidade social!
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Poema Viajeiro...
... é para ti, o poema... o "Poema Viajeiro":
São viajeiros
os olhos quentes
que atravessam o coração
dos tempos
e encontram a cada passo
a eternidade
de que se fazem os instantes
onde se guarda o conteúdo da vida...
São viajeiros os olhos,
as mãos e as (in)certezas
com que, como caravelas,
cruzamos as águas
que nos conduzem às terras
feitas céu e feitas chão
onde, libertos de ferros, lançam âncora
os corpos feitos matéria de navegação...
São viajeiras
as palavras com que se forma o poema
porque é em voo
que as gaivotas fazem pontes
com asas
a unir margens
onde da paixão nasce a esperança
e do amar a confiança...
São viajeiros
os cais e os destinos,
certos à partida,
do chegar...
e são sem medo
todas as viagens
com que, de tanto o abraçarmos,
seremos mar.
São viajeiros
os olhos quentes
que atravessam o coração
dos tempos
e encontram a cada passo
a eternidade
de que se fazem os instantes
onde se guarda o conteúdo da vida...
São viajeiros os olhos,
as mãos e as (in)certezas
com que, como caravelas,
cruzamos as águas
que nos conduzem às terras
feitas céu e feitas chão
onde, libertos de ferros, lançam âncora
os corpos feitos matéria de navegação...
São viajeiras
as palavras com que se forma o poema
porque é em voo
que as gaivotas fazem pontes
com asas
a unir margens
onde da paixão nasce a esperança
e do amar a confiança...
São viajeiros
os cais e os destinos,
certos à partida,
do chegar...
e são sem medo
todas as viagens
com que, de tanto o abraçarmos,
seremos mar.
domingo, 8 de dezembro de 2013
El Prado no Museu Nacional de Arte Antiga...
Sob o título "Rubens, Brueghel, Lorrain - A Paisagem Nórdica do Museu do Prado", a exposição de 57 obras-primas vindas do Museu del Prado para o Museu Nacional de Arte Antiga, no âmbito de uma colaboração que só peca por tardia (vale a pena ler aqui o press release), recomenda-se vivamente! Trata-se de um conjunto notável de obras flamengas do século XVII, cujo naturalismo nos devolve, qual viagem no tempo!, à sociedade burguesa e campesina do norte europeu do século XVII. E da riqueza temática e da qualidade pictórica dos31autores, fala, suficientemente, cada obra, na diversidade riquíssima do detalhe, na profusão de planos, na exploração interessantíssima do uso renascentista da perspetiva e nos jogos de luz com que se iluminam as cenas, as estações e as partes do dia em ambientes campestres, citadinos, militares, marítimos e mitológicos. Neste contexto, vale a pena referir, a título de pequena nota crítica a propósito das legendas dos quadros, que (ao contrário dos textos presentes nos placards introdutórios por sala e sub-tema, em que se encontram referências claras e úteis que não condicionam o olhar sobre as obras), os descritivos utilizados para efeitos da respetiva legendagem, decorrem de leituras histórico-sociológicas expostas de forma excessivamente contundente, incorrendo no risco de desvirtuar a produção pictórica enquanto tal e de condicionar a apreciação estética, com a sua redução à imagética da história... De qualquer modo, o que vale é, indiscutivelmente a mestria de Brueghel, Rubens, Lorena (Claude Lorrain) ou Teniers, que, entre outros, numa mostra ilustrativa da pintura flamenga e holandesa da época, organizada sub-tematicamente em conjuntos relativos à paisagem de montanha, de gelo, de neve, de água ou de bosque, marca, inequivocamente, o panorama das grandes exposições de pintura em Portugal de que, no ano passado, tivemos também excelente exemplo, na Fundação Gulbenkian com "A Perspectiva das Coisas. A Natureza-Morta na Europa Segunda parte: Séculos XIX-XX (1840 - 1955)". A não perder!
Estaleiros de Viana...
Neste momento, destruir estruturas e infraestruturas produtivas em qualquer sector da atividade económica nacional é um atentado contra a soberania do país e, neste sentido, um crime de lesa-pátria! De facto, o desmantelamento dos Estaleiros de Viana do Castelo e a alegada necessidade da sua privatização constitui inequivocamente um acto doloso uma vez que a potencial e tantas vezes anunciada procura dos seus serviços, denota a sua efetiva viabilidade (da construção e reparação de submarinos, às encomendas venezuelanas e a todo o mercado que poderiam abranger se a sua promoção e gestão fosse profissionalmente concretizada, a partir de uma determinação política séria e competente). Por isso e sem precisar de mais argumentos, a questão deve colocar-se de forma incontornável, imediata e minimalista: se uma empresa privada (a Martinfer) vai adquirir uma estrutura desta dimensão, convicta na sua capacidade lucrativa, como pode o Estado alegar a sua natureza inviável? Desrespeitar os trabalhadores, os cidadãos e o país é um preço que a História cobrará... entretanto, mais pobreza grassará no Minho e mais deficitárias ficarão as competências portuguesas para Portugal sobreviver enquanto país soberano.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Madiba, Símbolo do Poder...
... Felizmente, apesar de todas as governações e de todas as mediocridades contra o Bem-Comum, a Humanidade vai podendo contar com Homens de Corpo, Alma, Razão e Coração inteiros que cumprem a integralidade da nossa natureza enquanto seres vivos capazes de viver em função de prioridades tais como a solidariedade, a bondade e o altruísmo... pela justiça, pela igualdade, pela liberdade e pela paz! Pelos Direitos Humanos!...
Dalai Lama diz que considera Mandela seguidor de Gandhi e outros vídeos - TV UOL
... o exemplo de Nelson Mandela, "Capitão do Seu Destino" e "Senhor do Seu Percurso" é um símbolo maior do poder e da vitória política da Não-Violência... como Mahatma Gandhi, Martin Luther King ou Tenzin Gyatso, o IV Dalai-Lama do Tibete! ... mais uma vez, por todos nós: Obrigada, Madiba!
Madiba, Hino da Liberdade!...
... pela Vida e a Obra de Nelson Mandela!... a universalidade do agradecimento em troca da universalidade da dádiva, do exemplo e da aprendizagem :) Obrigada, Madiba!
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
A Cor do Amor... - e da Perfeição ao Trabalho.. e à Flor...
A FLOR
«– Je travaille tant que je peux et le mieux que je peux, toute la journée. Je donne toute ma mesure, tous mes moyens. Et après, si ce que j’ai fait n’est pas bon, je n’en suis plus responsable; c’est que je ne peux vraiment pas faire mieux.» (MATISSE)
Pede-se a uma criança. Desenhe uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém.
Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase não resistiu.
Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era demais.
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: Uma flor!
As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor!
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor!
ALMADA NEGREIROS
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Sonoridades/Desabafos... Universais...
... "Perfilados de Medo"... um poema de Alexandre O'Neill na expressão dos "Linha da Frente"
"Perfilados do Medo
Perfilados de medo, agradecemos
o medo que nos salva da loucura.
Decisão e coragem valem menos
e a vida sem viver é mais segura.
Aventureiros já sem aventura,
perfilados de medo combatemos
irónicos fantasmas à procura
do que não fomos, do que não seremos.
Perfilados de medo, sem mais voz,
o coração nos dentes oprimido,
os loucos, os fantasmas somos nós.
Rebanho pelo medo perseguido,
já vivemos tão juntos e tão sós
que da vida perdemos o sentido..."
Alexandre O'Neill
(via Nuno Ramos de Almeida no Facebook)
Definição de um Socialista... de Esquerda
O texto é de Manuel Alegre e vale a pena ser lido:
"O BOM E O MAU SOCIALISTA
O bom socialista é aquele que em diferentes circunstâncias diz as coisas sensatas que a direita gosta de ouvir: que é preciso rever a Constituição, fazer um pacto de regime, negociar um consenso com o Governo sobre
as medidas de austeridade.
O bom socialista defende que “ o arco da governabilidade” se restringe à direita e ao PS....
O bom socialista revela abertura para um eventual governo de coligação com os partidos da direita, ou só com o CDS, ou uma reedição do “bloco central”.
O bom socialista é sensível, atento e moderno quanto à necessidade de imprescindíveis cortes e mudanças na Saúde, na Educação e na Segurança Social, tendo em vista diminuir o peso do Estado e dar lugar aos privados com apoio público.
...
O bom socialista aceita o aumento das desigualdades como consequência inevitável da globalização e considera que não há alternativa.
...
O bom socialista acha que o dr. Mário Soares é o maior político português, mas não devia ir para a Aula Magna promover iniciativas tendentes à convergência e mobilização dos descontentes com a política do governo.
****
O mau socialista teima em defender a Constituição, o Tribunal Constitucional e coisas tão arcaicas com o Serviço Nacional de
Saúde, a Escola Pública, a Segurança Social, os direitos laborais, o direito à cultura, a igualdade de oportunidades.
O mau socialista persiste em dizer a palavra socialismo, repete constantemente a palavra esquerda, opõe-se a governo de coligação dentro do “arco da governabilidade” e recusa-se a fazer do PS o
terceiro partido da direita.
...
O mau socialista vê a Europa como um projecto de paz e de prosperidade entre Estados soberanos e iguais e não como uma submissão dos mais frágeis ao mais forte.
...
O mau socialista acredita que ser europeu não é dissolver a Pátria.
O mau socialista continua a considerar que a razão histórica de ser do socialismo é a emancipação politica, social, económica e cultural dos trabalhadores e de todos os desfavorecidos e oprimidos.
O mau socialista dá razão ao Papa Francisco quando este denuncia que o actual poder económico está a transformar-se numa nova tirania.
O mau socialista é politicamente incorrecto e sustenta que há sempre alternativas.
Eu, pecador, me confesso: sou um mau socialista."
O bom socialista é aquele que em diferentes circunstâncias diz as coisas sensatas que a direita gosta de ouvir: que é preciso rever a Constituição, fazer um pacto de regime, negociar um consenso com o Governo sobre
as medidas de austeridade.
O bom socialista defende que “ o arco da governabilidade” se restringe à direita e ao PS....
O bom socialista revela abertura para um eventual governo de coligação com os partidos da direita, ou só com o CDS, ou uma reedição do “bloco central”.
O bom socialista é sensível, atento e moderno quanto à necessidade de imprescindíveis cortes e mudanças na Saúde, na Educação e na Segurança Social, tendo em vista diminuir o peso do Estado e dar lugar aos privados com apoio público.
...
O bom socialista aceita o aumento das desigualdades como consequência inevitável da globalização e considera que não há alternativa.
...
O bom socialista acha que o dr. Mário Soares é o maior político português, mas não devia ir para a Aula Magna promover iniciativas tendentes à convergência e mobilização dos descontentes com a política do governo.
****
O mau socialista teima em defender a Constituição, o Tribunal Constitucional e coisas tão arcaicas com o Serviço Nacional de
Saúde, a Escola Pública, a Segurança Social, os direitos laborais, o direito à cultura, a igualdade de oportunidades.
O mau socialista persiste em dizer a palavra socialismo, repete constantemente a palavra esquerda, opõe-se a governo de coligação dentro do “arco da governabilidade” e recusa-se a fazer do PS o
terceiro partido da direita.
...
O mau socialista vê a Europa como um projecto de paz e de prosperidade entre Estados soberanos e iguais e não como uma submissão dos mais frágeis ao mais forte.
...
O mau socialista acredita que ser europeu não é dissolver a Pátria.
O mau socialista continua a considerar que a razão histórica de ser do socialismo é a emancipação politica, social, económica e cultural dos trabalhadores e de todos os desfavorecidos e oprimidos.
O mau socialista dá razão ao Papa Francisco quando este denuncia que o actual poder económico está a transformar-se numa nova tirania.
O mau socialista é politicamente incorrecto e sustenta que há sempre alternativas.
Eu, pecador, me confesso: sou um mau socialista."
MANUEL ALEGREFundador do PS
O texto completo pode ser encontrado aqui: http://dotempodaoutrasenhora.blogspot.pt/p/jornal-publico.HTML
(via Raimundo Pedro Narciso no Facebook)
Sonoridades/Desabafos Portugueses...
... pois... "Vernáculo (para um homem comum" dos UHF... sonoridades que são, se assim se pode dizer, desabafos... do Homem Comum!... dos que se ouvem, sussurrados e gritados -como convém aos cidadãos, mortais e incansáveis na arte de suportar a rotina e a miséria... que, além da fome, não permite salvar a alma da criatividade das pessoas...
(o vídeo chegou via Maria de Fátima Fitas no Facebook)
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Contra a Escravatura... Ontem e Hoje!
Hoje, infelizmente e apesar de algum aparente paradoxo face a tanta informação no contexto das sociedades ditas democráticas, faz todo o sentido evocar a pior das humilhações e o mais degradante sentimento humano que torna possível a existência da escravatura (LER AQUI).
"Hoje celebra-se o Dia Internacional de Abolição da Escravatura. Este dia foi instituído pela ONU. A abolição do comércio transatlântico de escravos no século... XIX não erradicou esta prática mundial. Pelo contrário, assumiu outras formas, que persistem ainda hoje: escravidão, servidão por dívida e trabalho forçado ou obrigatório, tráfico de mulheres e crianças, escravidão doméstica e prostituição forçada, incluindo de crianças, escravidão sexual, casamentos forçados e venda de esposas, trabalho infantil e servidão infantil, entre outros."
"Hoje celebra-se o Dia Internacional de Abolição da Escravatura. Este dia foi instituído pela ONU. A abolição do comércio transatlântico de escravos no século... XIX não erradicou esta prática mundial. Pelo contrário, assumiu outras formas, que persistem ainda hoje: escravidão, servidão por dívida e trabalho forçado ou obrigatório, tráfico de mulheres e crianças, escravidão doméstica e prostituição forçada, incluindo de crianças, escravidão sexual, casamentos forçados e venda de esposas, trabalho infantil e servidão infantil, entre outros."
(link via Gilberto Gil, imagem e citação via Maria Leonor Balesteros - ambos no Facebook)
Parabéns à Nova Diretora Regional de Cultura do Alentejo
O Alentejo está de Parabéns... porque: "A historiadora Ana Paula Amendoeira foi hoje nomeada Diretora Regional de Cultura do Alentejo, no âmbito dos concursos para cargos dirigentes superiores da administração pública. Na sequência do concurso, sai do cargo Aurora Carapinha.
Ana Paula Amendoeira, mestre em Recuperação do Património Arquitetónico e Paisagístico pela Universidade de Évora, foi eleita em 2011 presidente do Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS) em Portugal.
Desde 2012 é investigadora na Universidade de Coimbra e assistente convidada na Faculdade de Letras de Coimbra na área de Gestão do Património, e entre 2000 e 2008 foi Chefe de Divisão da Ação Cultural, Educação e Ação Social no Município de Reguengos de Monsaraz." (AQUI)
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Da construção ruinosa do futuro!
Em apenas 6 meses, as empresas públicas portuguesas apresentaram 731 milhões de prejuízo... Como não pode haver outra explicação, é evidente que se trata de um resultado decorrente de uma estrutural gestão danosa que, em última análise, negligenciou os esforços metodológicos capazes de inverter a lógica vertiginosa da ruína... uma ruína que viabiliza os negócios da privatização no âmbito da dinâmica especulativa dos mercados!... pois... "palavras para quê?" - como dizia o anúncio...
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Por 4 Milhões de Crianças em Risco, Ajude a Unicef a Ajudar!
Há 4 milhões de crianças em risco nas Filipinas! O tufão Haiyan, considerado um dos maiores de que há memória, alcançou um grau de devastação que se pensa ter atingido 12 milhões de pessoas (ler aqui e aqui). Em situação de absoluta carência e risco estão, pelo menos, 4 milhões de crianças que justificam a campanha internacional lançada pela Unicef... Conheça e Ajude: AQUI...
terça-feira, 26 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
25 de novembro - Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra as Mulheres!
O MDM - Movimento Democrático de Mulheres divulgou hoje, 25 de novembro, Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra as Mulheres, o texto que aqui transcrevo e que nos chega das Nações Unidas (LER AQUI),,, Pela Solidariedade, com empenhamento, consciência e cidadania!
"Con motivo del Dia Internacional de la Eliminación de la Violencia contra La Mujer , las Mujeres Saharauis manifestamos nuestra repulsa a la violencia contra la mujer y contra toda manifestación y forma de violencia .La Asamblea General de Naciones Unidas adoptó la Resolución 54/134 en la que declaraba el 25 de noviembre Día Internacional de la Eliminación de la Violencia contra la Mujer y con motivo de eta fecha ,queremos expresar, nuestra solidaridad y apoyo con todas las mujeres del mundo que son víctimas de cualquier tipo de violencia y reafirmamos nuestro compromiso con la lucha por los derechos de las mujeres a vivir en un entorno sin violencia y a poner fin a los conflictos que amenazan su libertad y su existência.
Como mujeres que sufrimos la ocupación de nuestro país desde hace más de 38 años, denunciamos la utilización de la violencia, física, psicológica y sexual contra las mujeres, por parte de la ocupación marroquí, como parte de la represión contra la población saharaui y especialmente contra las mujeres que abanderan la resistencia pacífica en los Territorios Ocupados del Sahara Occidental...
Manifestamos una vez más, la ilegalidad de la ocupación del Sáhara Occidental por el Reino de Marruecos según las resoluciones de las Naciones Unidas, y lo que supone cada día, en términos de violencia, en la vida de las mujeres saharauis que viven en las ciudades ocupadas. La ocupación marroquí ejerce una violência sistemática a través de la represión diaria contra los manifestantes saharauis y que causa torturas, malos tratos, detenciones arbitrarias, y desapariciones, en el caso de las mujeres se suman, las violaciones, las vejaciones sexuales o los abortos forzosos.
También denunciamos el saqueo de nuestros recursos naturales por parte del ocupante y que representa otra forma de violencia contra un pueblo saharaui relegado al exilio y a la pobreza incluso en su propio país.
Con ocasión de este Día para la Eliminación de la Violencia contra la Mujer, hacemos un llamamiento a la Comunidad Internacional y a las Organizaciones de Derechos Humanos, para poner fin al origen de a VIOLENCIA contra las mujeres saharauis : La OCUPACIÓN marroquí a nuestro país, el Sahara Occidental."
O texto é da Delegação em Espanha da União Nacional das Mulheres Saharauisquinta-feira, 21 de novembro de 2013
Um País Contra... o Governo e o Presidente da República!
Hoje, as Forças de Segurança (da Polícia de Segurança Pública à Polícia Judiciária e do SEF à ASAE) manifestaram-se publicamente em frente da Assembleia da República. O número que chegou à comunicação social foi de 10.000 manifestantes e o inédito da situação residiu no facto dos agentes de segurança terem rompido as "barreiras" que as Forças de Intervenção costumam interpor entre os manifestantes e o acesso à escadaria da AR... Independentemente do grau de simbolismo do acesso, da cumplicidade solidária e das reivindicações corporativas (que, diga-se em abono da verdade!, vêm de há muito, confrontando-se sistematicamente com a representação de que as forças de segurança são "fidelíssimos servidores do poder político"), a verdade é que o regime foi, clara e inequivocamente, provocado!... O alerta coincidiu com a organização de uma grande Conferência que Mário Soares classificou como Encontro de Patriotas, na Aula Magna e onde estiveram presentes, em consonância, não só o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista Português e figuras protocolares do Partido Socialista mas, também, a Associação 25 de Abril (protagonizada pelo General Vasco Lourenço), Pacheco Pereira e, ainda que sob a forma de apoios escritos, Jorge Sampaio, António Capucho e outros que converteram esta iniciativa num movimento global pela salvação do país!... No mesmo dia foi conhecido o corte institucional de relações entre o Governo e o Conselho de Reitores, que considera o orçamento de 2014 absolutamente inviável para a manutenção dos serviços mínimos do espólio que deveria constituir-se como demonstração e incentivo da eficácia do presente em nome do futuro! A conferência na Aula Magna apela à demissão do Governo e do Presidente da República, sob o lema da defesa da Constituição da República!... Há, na emergência destes sinais, a imagem subjacente de uma efetiva e comum reivindicação de novas eleições... Contudo, curiosa e infelizmente, o "aparelho" e o Secretariado do Partido Socialista desapareceram na voragem da realidade, emitindo uma mensagem contrária à que o interesse público lhe exige: a de se colocar ao lado das populações!... O problema é a real ausência de programas económicos alternativos e o espetáculo da política como opção que agrava a descrença pública na mudança! ... quanto ao drama, o drama reside na viabilidade da violência como solução a médio prazo para a emergência da contestação social... até lá, viveremos na aparência de um regime democrático ou entraremos na pele de uma outra forma de manifestação das ditaduras que a manipulação das massas configura, à imagem e à medida das tecnologias e das narrativas contemporâneas... Estamos, "de jure" e "de factu", muito longe da democracia que acreditámos ter construído! - e que, percebemo-lo agora!, se tratou de um exercício experimental que serviu apenas para que os mecanismos financeiros internacionais recuperassem a "margem de manobra" perdida com as dinâmicas da "Guerra Fria"... Voltamos à estaca zero? Não!... se soubermos tirar ilações e aproveitar os ensinamentos que esta lição nos permite retirar! terça-feira, 19 de novembro de 2013
Sonoridades Intemporais...
... ainda!... e sempre!
... porque a realidade dos dias nos não derruba a esperança no melhor do Ser-Se Humano :)
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