quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Do Luar que se Faz Dia...

... perto de Juromenha (Alandroal), junto às águas de Alqueva, há noites que reflectem assim o luar :)) ... a fotografia de Miguel Claro Summary divulgada no "Reserva Dark Sky" do site da Nasa, chegou-nos via João Maria Grilo (no Facebook)...

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Barack Obama - A Vitória do Povo nos EUA

Barack Obama foi reeleito! Ganhou o povo americano que optou pela política de aproximação ao desempenho de um Estado que assume como prioritária a dimensão social, ao contrário do que apregoa o neoliberalismo (com os resultados que, finalmente!, se revelam numa "crise" que já não há véu que dissimule)... Vale a pena acreditar!... porque: "YES, WE CAN!".

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Sonoridades Intemporais...


... porque os tempos requerem armas para vencer o stress e a alma precisa de leveza para enfrentar os dias, fica a sugestão da Sonata para Piano nº20, em G maior, opus 49, nº2 de Ludwig van Beethoven...

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Direitos Humanos...

A Alta-Comissária da ONU para os Direitos Humanos pediu à China para atender aos apelos dos Tibetanos (ler AQUI). O pedido obteve, como resposta, a solicitação chinesa à ONU para que não interferisse nos "assuntos internos" (ler aqui)...  ?!

domingo, 4 de novembro de 2012

sábado, 3 de novembro de 2012

"Refundar" significa "Implodir" o Estado Social...

Antes de mais, "Refundar o Estado" é uma expressão ridícula!... O Estado não precisa de "refundações" e os neologismos dispensam tão gratuita "criatividade", principalmente quando não servem para absolutamente mais nada do que legitimar demagogias, disfarçadas de inovações com sentido. O Estado é uma estrutura de controle da vida da Polis que o Tempo, a História e a Consciência Social identificaram com as noções de Bem-Estar dos Cidadãos, pelo reconhecimento da justeza racional do conceito de Igualdade. Por esta razão, sumária mas incontestável, ao Estado foi associada a ideia de garante do Bem-Comum, pela responsabilidade política assumida da distribuição equitativa do direito ao acesso dos serviços mínimos indispensáveis à coexistência social: Educação, Saúde, Justiça, Segurança Social - apenas para citar os mais óbvios. Contudo, dada a persistência dos conflitos de interesses entre os destituídos do poder económico e os protagonistas deste poder, designadamente, políticos, a conquista da consagração da vigência dos Direitos Humanos nas sociedades (e estamos a falar nas chamadas sociedades ocidentais "democráticas"), foi um processo lento e difícil, materializado como reacção colectiva perante a trágica lição da II Grande Guerra Mundial e a necessidade de congregação de esforços contra o mais cruel dos ditadores e contra a mais desumana das ideologias liderada por Hitler em nome de um "nacional-socialismo" de má-memória e infeliz designação. Hoje, 67 anos depois da vitória sobre o "Holocausto", experimentada que foi "à exaustão" a economia delirante dos que não deixaram de defender a inutilidade do planeamento económico-social, invocando a capacidade de auto-gestão da lei da oferta e da procura para conduzir a Humanidade à ilusão doentia do "sonho americano" a qualquer preço e sem qualquer consideração por esse "a priori" incontornável que são os condicionalismos humanos inerentes à gestão do poder, vêm agora entidades criadas ao abrigo da multiplicação dos mecanismos de salvaguarda dos mercados, absolutamente indiferentes ao valor da vida humana que sustenta a existência social, invocar pretensas necessidades de "refundação" do Estado!? Tétrica e terrível forma de assegurar que a política, a economia e as finanças decidiram, definitivamente, assumir pública e internacionalmente um posicionamento ideológico bárbaro e medieval, defensor dos anónimos grupos financeiros que mantêm a concentração da riqueza planetária, indiferente a essas outras estruturas (países, povos, sociedades e culturas) que consideram "menores" e que tratam como "subalternos" que é preciso ajudar a sobreviver na exclusiva e exacta medida da necessidade da sua subserviência para efeitos de mão-de-obra e consumismo. "Refundar o Estado"? ... a expressão é um insulto à inteligência das pessoas e uma manipulação descarada da dignidade humana que, a troco de procedimentos político-financeiros, hipoteca a vida das famílias e dos cidadãos em nome do cumprimento de um estratagema ignóbil para se aparentar uma desresponsabilização política sobre os efeitos sociais que as opções daí decorrentes, arrastarão... como disse Alfredo Bruto da Costa, presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, pedir apoio ao FMI para reduzir a despesa do Estado "é completamente vergonhoso"!...     

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

As Palavras... de Vasco Lourenço

A notícia que se transcreve, pode ser lida AQUI... quanto à imagem, chegou-nos via A Cinco Tons... sem comentários... obviamente!

"Expresso - Lusa
O capitão de Abril defende que Portugal deve sair do euro e que a Europa não escapa à destruição do Estado Social.

O "capitão de Abril" Vasco Lourenço considera que uma guerra na Europa é inevitável, se esta se continuar a "esfrangalhar", e defende a rápida saída de Portugal do Euro, preferencialmente em conjunto com outros países na mesma situação.

"A Europa vai esfrangalhar-se, vem aí a guerra inevitavelmente", disse, referindo-se à "destruição do estado social" e à "falta de solidariedade que está a haver na Europa".
 
O presidente da Associação 25 de abril, em entrevista à agência Lusa, recordou que a Europa tem atravessado o maior período de paz da sua história, desde a Segunda Guerra Mundial, o que só foi possível graças à conquista pelos cidadãos do direito ao Estado social, à proteção, à saúde, à educação e à segurança social.
 
Saída atempada da UE
 
Recorrendo à fábula da rã que é cozida sem dar por isso, porque está dentro de uma água que vai aquecendo aos poucos, Vasco Lourenço não tem dúvidas de que é preferível a rutura do que "deixarmo-nos cair no abismo para onde este Governo e a Europa nos estão a atirar".
 
Como alternativa aponta a saída atempada e programada da União Europeia e do euro, manifestando esperança de que haja condições para Portugal ser capaz de se ligar a outros países nas mesmas circunstâncias e tentarem encontrar soluções coletivas.
 
"Se possível seria ideal sairmos com outros países, porque as dificuldades serão muito maiores se sairmos isolados. Agora se houver um conjunto de países que estão em dificuldades que se unam e concertem a sua saída do euro, é capaz de ser muito melhor e dá-nos a possibilidade de darmos a volta por cima".
 
Reconhecendo que não será fácil conseguir essa articulação, Vasco Lourenço mostra-se convicto de que muito provavelmente os outros países em situação semelhante à portuguesa estarão a discutir o mesmo tipo de possíveis saídas.
 
"É preciso juntar esforços e chegar à conclusão que todos teremos a ganhar se unirmos esforços dos vários países contra quem está neste momento a ocupar-nos não militarmente, mas financeira e economicamente", disse.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Somos Todos Guaranis-Kaiowa! Todos!

Os Guaranis-Kaiowa (ler AQUI) estão a enfrentar problemas de sobrevivência identitária que podem implicar o seu etnocídio. Por isso, está disponível uma petição cujo objectivo é travar esta violação de Direitos Humanos. Pelo direito à identidade, à dignidade e à diversidade que caracteriza o mais autêntico património da Humanidade, colabore, leia e assine AQUI. 
"

Carta da comunidade Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay-Iguatemi-MS para o Governo e Justiça do Brasil


Nós (50 homens, 50 mulheres e 70 crianças) comunidades Guarani-Kaiowá originárias de tekoha Pyelito kue/Mbrakay, viemos através desta carta apresentar a nossa situação histórica e decisão definitiva diante de da ordem de despacho expressado pela Justiça Federal de Navirai-MS, conforme o processo nº 0000032-87.2012.4.03.6006, do dia 29 de setembro de 2012. Recebemos a informação de que nossa comunidade logo será atacada, violentada e expulsa da margem do rio pela própria Justiça Federal, de Navirai-MS.

Assim, fica evidente para nós, que a própria ação da Justiça Federal gera e aumenta as violências contra as nossas vidas, ignorando os nossos direitos de sobreviver à margem do rio Hovy e próximo de nosso território tradicional Pyelito Kue/Mbarakay. Entendemos claramente que esta decisão da Justiça Federal de Navirai-MS é parte da ação de genocídio e extermínio histórico ao povo indígena, nativo e autóctone do Mato Grosso do Sul, isto é, a própria ação da Justiça Federal está violentando e exterminado e as nossas vidas. Queremos deixar evidente ao Governo e Justiça Federal que por fim, já perdemos a esperança de sobreviver dignamente e sem violência em nosso território antigo, não acreditamos mais na Justiça brasileira. A quem vamos denunciar as violências praticadas contra nossas vidas? Para qual Justiça do Brasil? Se a própria Justiça Federal está gerando e alimentando violências contra nós.  Nós já avaliamos a nossa situação atual e concluímos que vamos morrer todos mesmo em pouco tempo, não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui na margem do rio quanto longe daqui. Estamos aqui acampados a 50 metros do rio Hovy onde já ocorreram quatro mortes, sendo duas por meio de suicídio e duas em decorrência de espancamento e tortura de pistoleiros das fazendas.

Moramos na margem do rio Hovy há mais de um ano e estamos sem nenhuma assistência, isolados, cercado de pistoleiros e resistimos até hoje. Comemos comida uma vez por dia. Passamos tudo isso para recuperar o nosso território antigo Pyleito Kue/Mbarakay. De fato, sabemos muito bem que no centro desse nosso território antigo estão enterrados vários os nossos avôs, avós, bisavôs e bisavós, ali estão os cemitérios de todos nossos antepassados.
Cientes desse fato histórico, nós já vamos e queremos ser mortos e enterrados junto aos nossos antepassados aqui mesmo onde estamos hoje, por isso, pedimos ao Governo e Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas solicitamos para decretar a nossa morte coletiva e para enterrar nós todos aqui.

Pedimos, de uma vez por todas, para decretar a nossa dizimação e extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para  jogar e enterrar os nossos corpos. Esse é nosso pedido aos juízes federais. Já aguardamos esta decisão da Justiça Federal. Decretem a nossa morte coletiva Guarani e Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay e enterrem-nos aqui. Visto que decidimos integralmente a não sairmos daqui com vida e nem mortos.
Sabemos que não temos mais chance em sobreviver dignamente aqui em nosso território antigo, já sofremos muito e estamos todos massacrados e morrendo em ritmo acelerado. Sabemos que seremos expulsos daqui da margem do rio pela Justiça, porém não vamos sair da margem do rio. Como um povo nativo e indígena histórico, decidimos meramente em sermos mortos coletivamente aqui. Não temos outra opção esta é a nossa última decisão unânime diante do despacho da Justiça Federal de Navirai-MS.     

Atenciosamente, Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay"

domingo, 28 de outubro de 2012

"Fim de Linha" - O Estado Da Arte...

Uma partida é também um regresso... porque a vontade de ficar não deixa que se parta ou se regresse completamente e apenas adia... o eterno retorno com que se planta e cresce e colhe a semente dos dias! Regressar é bom mas, partir tem sempre o valor da expectativa, próxima da esperança... por isso, regresso, do outro lado do mundo, preparada com um indicador de realidade que acabei de descobrir num texto cuja excelência literária e política justifica, sem sombra de dúvidas, a citação de Henrique Custódio em "Fim de Linha"...

sábado, 27 de outubro de 2012

No deserto, nem todas as vozes são alucinações!

A entrevista de Maria João Rodrigues é uma espécie de voz no deserto... vale a pena ouvir! AQUI.

Das Campanhas da Direita...

Um texto de José Manuel Correia Pinto que vale a pena ler para que não haja equívocos: "Das Campanhas Que a Direita Tem em Curso"...

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Uma História Exemplar...

LA TORTUGA EN EL POSTE
Un joven está paseando por la plaza de un pueblo y decide tomar un descanso. Se sienta en un banco... al lado hay un señor de más edad y, naturalmente, comienzan a conversar sobre el país, el gobierno y finalmente sobre los Legisladores y similares.

El señor le dice al joven:
- "¿Sabes? - LOS POLITICOS SON COMO UNA TORTUGA EN UN POSTE."

Después de un breve lapso, el joven responde:
- "No comprendo bien la analogía... ¿Qué significa éso, señor?"

Entonces, el señor le explica:
"Si vas caminando por el campo y ves una tortuga encima de un poste de alambrado haciendo equilibrio" 
¿Qué se te ocurre?


Viendo la cara de incomprensión del joven, continúa con su explicación:
- Primero: No entenderás cómo llegó ahí.
- Segundo: No podrás creer que esté ahí.
- Tercero: Sabrás que no pudo haber subido solita ahí .
- Cuarto: Estarás seguro que no debería estar ahí.
- Quinto: Serás consciente que no va a hacer nada útil mientras esté ahí.


"Entonces lo único sensato sería ayudarla a bajar."

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

domingo, 21 de outubro de 2012

Mais Jornalismo, Mais Democracia...

A liberdade de expressão chega a confundir-se com a definição de democracia e, apesar desta ser uma forma redutora de pensar o modelo político a que caberia o exercício concreto de uma praxis caraterizada pela materialização dos Direitos Humanos, o jornalismo é, sem dúvida, o comprovativo maior de uma existência política livre e plural... e se o seu papel social se tem alterado excessivamente, por força dos ditames do "mercado", o facto é que, dadas as suas potencialidades, está sempre sob o olhar atento do controle da comunicação de massas... por isso, mais do que nunca, é preciso defender o jornalismo e demonstrar a solidariedade pública com os seus protagonistas, de forma inspiradora para a coragem que, cada vez mais, é, não só, necessária mas, urgente. Está por isso disponível uma Petição que vale a pena assinar: AQUI.

sábado, 20 de outubro de 2012

Igualdade na Diversidade...

(via João Maria Grilo no Facebook)

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Do Discurso de Merkel ao Futuro da Europa...

Há reflexões que vale a pena citar, sem enquadramento... é o caso dos dois textos que se seguem, de autoria de José Manuel Correia Pinto:

"O DISCURSO DE MERKEL EM BUCARESTE

O discurso da Chanceler em Bucareste sobre a crise europeia ilustra com uma clareza meridiana o radical antagonismo que hoje existe entre as duas formas de encarar o sistema capitalista e os meios que podem ser mobilizados para enquadar a politica económica.
Merkel foi mais uma vez completamente fiel à velha Escola de Viena de que Gaspar é também um "bisneto" fiel. Na economia o que interessa é a oferta. E é por via da melhoria da oferta que tudo se resoverá. Não há fórmulas mágicas, diz ela. O único contexto que se exige é a liberdade.
Ou seja, as pessoas não contam. Os sacrificios serão aqueles que a liberdade exigir. Muitos ou poucos, é indiferente. O que importa é que a parte podre desapareça. Portanto, essa coisa de medidas para o crescimento não passa de uma miragem, diz a Chanceler.
O que é que nos fazemos nesta Europa se dentro dela estamos completamente subjugados?
"

"A EUROPA E O FUTURO

No Politeia tenho escrito muitas vezes sobre a Europa, sobre a crise, sobre o euro, sobre a dívida, enfim, sobre o que se passa no continente europeu.
Hoje a minha desafeição é total. Não porque tenha deixado de ser internacionalista, não porque não considere o federalismo o estádio supremo da convivência política entre os povos, mas porque a Europa destruiu os dois elementos fundamentais da relação entre os seus membros e os seus cidadãos – a fides (a confiança) e o foedus (o pacto entre iguais). E isto já não tem remédio.
"
 
(citações via Facebook)

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Direitos Humanos Debaixo de Fogo!

Vale a pena ver "A Fome dos Camponeses", um documentário de Clément Fonquerine e Piet van Strombeek, realizado em França, em 2006, com o título original "La Faim des Paysans: Les Labours du Futur" agora com narração em português... Em tempos de "crise", não só continuam por resolver as questões mais urgentes e mais importantes da Humanidade (a fome, a pobreza, o desemprego, a qualidade da água, a repressão policial, a violência e em particular, a violência contra as mulheres) como, para além do seu agravamento e da regressão na sua visibilidade e reconhecimento públicos, enfrentamos o grave e sério risco destas realidades serem esquecidas, obliteradas e ultrapassadas pelo ruído político dos mercados... os Direitos Humanos estão "debaixo de fogo"! (o vídeo chegou via Manuela Araújo no "Sustentabilidade é Acção")

domingo, 14 de outubro de 2012

Leituras Cruzadas...

... há coisas a que nem a distância resiste... é o caso da recente atribuição do Prémio Nobel da Paz (?!) sobre o qual, com a devida deferência, faço minhas as palavras de Eduardo Maia Costa no Sine Die... mas, porque há exemplos que mantêm uma atualidade implacável, aproveito para evocar o texto de Raul Iturra no Aventar... e partilhar o apelo de Bruno Santos Ribeiro no Moescar, bem como a Carta Aberta (2) de Eugénio Lisboa que Manuel Pacheco publicou no Coisas que Podem Acontecer... e pronto... para quem está longe, é suficiente para dar nota de vida :))

sábado, 13 de outubro de 2012

Nada de novo, a Ocidente?!...



Longe, poucas são as notícias que me vão chegando de um país sobre o qual já ouvi perguntar se pertencia à Alemanha!!??... pois... pelos vistos a imagem que se vai construindo é aquela que a comunicação social permite, com a escolha das prioridades por que opta e com a redação que considera relevante - alinhada, se me permitem dizê-lo!, num código de interesses coincidente com o dos investidores, sem atender minimamente aos interesses dos cidadãos e menos ainda, à verdade!... bom, o certo é que, no meio do deserto e do quase silêncio que o ruído dos mercados oculta, para além de mais uma grande manifestação protagonizada pela CGTP contra a política governamental "de austeridade" (ver AQUI), saiu a Declaração do Congresso Democrático das Alternativas (onde não estive por me encontrar fora do país), cujo texto vale a pena ler... fica o link para divulgação, crítica e reflexão: AQUI.