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sábado, 17 de janeiro de 2015
domingo, 24 de agosto de 2014
A Lente da Arte...
Wassily Kandinsky (!866-1944), russo, é um dos meus pintores contemporâneos preferidos... e hoje, para além do seu genial abstracionismo geométrico que aqui partilho, revi, datada de 1911, uma obra expressionista capaz de nos deixar sem palavras... Aqui ficam... Com votos de Bom Domingo :)
domingo, 18 de maio de 2014
domingo, 8 de dezembro de 2013
El Prado no Museu Nacional de Arte Antiga...
Sob o título "Rubens, Brueghel, Lorrain - A Paisagem Nórdica do Museu do Prado", a exposição de 57 obras-primas vindas do Museu del Prado para o Museu Nacional de Arte Antiga, no âmbito de uma colaboração que só peca por tardia (vale a pena ler aqui o press release), recomenda-se vivamente! Trata-se de um conjunto notável de obras flamengas do século XVII, cujo naturalismo nos devolve, qual viagem no tempo!, à sociedade burguesa e campesina do norte europeu do século XVII. E da riqueza temática e da qualidade pictórica dos31autores, fala, suficientemente, cada obra, na diversidade riquíssima do detalhe, na profusão de planos, na exploração interessantíssima do uso renascentista da perspetiva e nos jogos de luz com que se iluminam as cenas, as estações e as partes do dia em ambientes campestres, citadinos, militares, marítimos e mitológicos. Neste contexto, vale a pena referir, a título de pequena nota crítica a propósito das legendas dos quadros, que (ao contrário dos textos presentes nos placards introdutórios por sala e sub-tema, em que se encontram referências claras e úteis que não condicionam o olhar sobre as obras), os descritivos utilizados para efeitos da respetiva legendagem, decorrem de leituras histórico-sociológicas expostas de forma excessivamente contundente, incorrendo no risco de desvirtuar a produção pictórica enquanto tal e de condicionar a apreciação estética, com a sua redução à imagética da história... De qualquer modo, o que vale é, indiscutivelmente a mestria de Brueghel, Rubens, Lorena (Claude Lorrain) ou Teniers, que, entre outros, numa mostra ilustrativa da pintura flamenga e holandesa da época, organizada sub-tematicamente em conjuntos relativos à paisagem de montanha, de gelo, de neve, de água ou de bosque, marca, inequivocamente, o panorama das grandes exposições de pintura em Portugal de que, no ano passado, tivemos também excelente exemplo, na Fundação Gulbenkian com "A Perspectiva das Coisas. A Natureza-Morta na Europa Segunda parte: Séculos XIX-XX (1840 - 1955)". A não perder!
terça-feira, 11 de junho de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
Do Olhar à Criação...
... do repousar do pensar no olhar, fez Picasso a criação...
(a homenagem chegou inspirada no vídeo que o José Carlos Faria partilhou no Facebook)
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Olhar d' Arte Com(n)Figura d'Alma...

sábado, 30 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
A Surpresa do Génio...
Para quem conhece e gosta de Wassily Kandinsky, esta obra de 1906 é, sem dúvida alguma, surpreendente!... como (diga-se, em abono da verdade!) convém ao génio do artista.
domingo, 30 de outubro de 2011
Viagem pela Perspectiva das Coisas...
O conhecimento, como a arte e cultura, não ocupam lugar mas enriquecem, sempre!, o ser, o pensar e o sentir... por isso, a viagem que, até dia 8 de Janeiro de 2012, nos é proporcionada pela Fundação Calouste Gulbenkian, é um momento de excelência no panorama cultural português. Intitulada "A Perspectiva das Coisas. A Natureza Morta na Europa", a exposição percorre um século de pintura (1840 - 1955) e integra os nomes mais célebres dos Mestres da segunda metade do século XIX e da primeira do século XX, de Monet, Cézanne, Van Gogh e Gaugin a Picasso, Braque, Matisse, Magritte e Dali. Obviamente, a não perder!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
O Sentir das Oliveiras...
Há, na pintura de Vincent Van Gogh, uma inquietação agitada que o olhar transmite à realidade, incontido e perturbado... e essa magnífica beleza em que se fundem natureza, cultura e alma dá-nos o retrato exacto da complexidade de um discernimento que não separa o "eu" do "outro"... Não sei (ou sei-o bem?) a que propósito me ocorreu esta obra, exímia mescla de história e psicologia, que Van Gogh pintou em 1889 e intitulou "Oliveiras"!...sábado, 19 de fevereiro de 2011
Construções, Usos e Percepções da Realidade...
... alegoria dos tempos, a pintura evidencia bem como cada um percepciona, constrói e usa a realidade em função dos seus interesses, do seu conhecimento e dos seus horizontes... torna-se assim mais fácil comprender os antagonismos de classe, o confronto de ideias, as ideologias e os mercados... e tudo o mais que, sob uma aparência complexa, demagógica e paradoxal, esconde a estrutura dual que, ainda hoje, sustenta a desigualdade. domingo, 6 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
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