Hoje, 138 países votaram a favor da Palestina como Estado-Observador Não-Membro da ONU... dos 9 que votaram contra e dos 41 que se abstiveram, rezará a História apenas nas páginas negras que vão sendo escritas sobre o mundo contemporâneo. Pela Paz e Pelo Direito a Uma Vida Digna: Viva a Palestina!
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Ciganos com Estudos... Em Nome do Futuro (2)
... agora, sim: o vídeo a que se reporta o post "EM NOME DO FUTURO"!!!...
ONU Contra a Mutilação Genital Feminina
Hoje, pela primeira vez, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma Resolução que condena a Mutilação Genital Feminina, solicitando aos Estados a condenação desta prática e a promoção de medidas concretas que a penalizem e previnam cívica e educacionalmente, garantindo a mulheres e crianças, vítimas e potenciais vítimas deste flagelo, o direito a uma vida digna, com respeito pela sua integridade física e psicológica (LER AQUI)... o regozijo e o aplauso pela tomada desta decisão da ONU é inequivocamente louvável... e ... tardia!...
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
Sonoridades Intemporais...
... Stan Getz e John Coltrane, ao vivo em Dusseldorf, nos idos de 1960...
Da Violência Contra as Mulheres (actualização)...
Hoje, 25 de Novembro, assinala-se o "Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres", momento em que não podemos relativizar o facto de, em Portugal, só este ano, já terem sido assassinadas, até momento, 30 mulheres (ver anotação no final do texto)! No espaço doméstico e no espaço público, por razões históricas que o presente perpetua, mulheres e crianças são os mais expostos e vulneráveis ao exercício de todas as formas de violência... designadamente, porque, ao longo do tempo, foram estes os grupos sociais que menos capacidades de defesa aprenderam e vivenciaram, face ao que as dinâmicas históricas desenvolveram como grupo dominante pelo recurso à força como forma de resolução dos problemas... deste modo, como em todos os reflexos comportamentais enraizados pela cultura que os perpetua, aos olhos da opinião pública e da perceção das relações interpessoais, o problema "legitimou-se" apenas e só pela sua repetição constante - mimesis que conduziu a uma espécie de perspectiva assente numa espécie de banalização que, podemos dizê-lo!, adquiriu estatuto formal de recurso psicossocial no contexto da análise das chamadas "relações de poder". O século XX, na senda da valorização das ciências humanas e dos estudos sociais, revelou os condicionalismos subjacentes a um crime "silenciado" pelas famílias e ignorado pela sociedade e promoveu a criação de instrumentos legislativos, comunicacionais, educacionais e cívicos capazes de combater o flagelo... Contudo, ainda hoje, em pleno século XXI, a realidade continua a fazer um número elevadissimo e intolerável de vítimas, sendo previsível o seu aumento exponencial em contextos de grave crispação social e crise económica. É, por isso, fundamental insistir na mensagem de que não podemos deixar sucumbir a voz da razão e do conhecimento subjacente ao Humanismo que, coletivamente, construimos, exigindo, cada vez mais, contundentemente, o seu reforço e a sua consolidação. Insistir nas campanhas contra a violência, promover esta consciência em todas as fases da educação, mobilizar meios de comunicação, protagonistas políticos e toda a opinião pública, mantendo atualizada a informação e promovendo a sua visibilidade como forma de "despertar consciências" para a urgente necessidade de alteração destas práticas sociais, é determinante para reduzir um fenómeno que, além de matar pessoas, causa danos invisíveis e irreversíveis em quem os vive! Neste contexto e no âmbito deste fim-de-semana dedicado à luta contra a violência contra as mulheres (vejam-se os 3 posts anteriores que aqui reproduzem os esforços nacionais nesse sentido), em que se integra, de forma transversal, a problemática da violência contra as crianças e os idosos - porque em todos os grupos sociais, a maior parte das vítimas são mulheres, vale a pensa ler a entrevista (lamentavelmente, apenas disponível em língua inglesa) da socióloga Sylvia Walby.Anotação: as estatísticas variam em função de inúmeros factores que vão do tempo de recolha às fontes; por isso, atendendo à atualização que vai sendo divulgada, vale a pena referir a informação da UMAR que indica 49 tentativas de homicídio e 36 crimes consumados - ver AQUI... já agora, a propósito de actualizações, ler também a informação que se divulga AQUI)...
(registe-se que a entrevista chegou via Sara Falcão Casaca e a imagem via Paula Brito, no Facebook)
sábado, 24 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Um Arrepio...
... se o passarinho não fosse uma beleza, diria que a penugem está a reagir à proposta de orçamento para 2013 em discussão na AR (ler um exemplo paradigmático AQUI)...
(link para texto via Catarina Martins e imagem via Francisco Gentil Apolónio no Facebook)
(link para texto via Catarina Martins e imagem via Francisco Gentil Apolónio no Facebook)
Da Estratégia 2020 ao Orçamento Europeu...
A proposta de orçamento apresentada pelo Conselho para o financiamento comunitário entre 2014 e 2020, implica uma redução de 80 mil milhões de euros (ler AQUI)... considerando que a coesão europeia se encontra seriamente comprometida na sequência da "crise" e da recorrente "austeridade" cujo impacto vai continuar a agravar as debilidades sociais dos Estados-membros, (designadamente, dos países da Europa do Sul), esta proposta é o rosto inequívoco do antagonismo entre os interesses dos países que consideram consolidadas as respetivas economias e os chamados "países periféricos" (expressão que, inequivocamente, evidencia a conceptualização hierárquica que, afinal e apesar de tudo o que foi dito ao longo das duas últimas décadas!, subjaz à "construção europeia"). A proposta que, à primeira vista, visa apenas "controlar" os custos da participação comunitária aos países mais ricos, assume, em última análise, muito mais do que esta constatação simplista, denotando o enveredar por uma opção que mais contribui para o desmoronamento da arquitectura da União Europeia tal como a conhecemos, do que para a redução das suas assimetrias internas, promovendo a degradação de uma harmonia que se reconhece indispensável ao crescimento do investimento e do emprego... em causa estão opções políticas de natureza muito profunda que requerem um sentido de responsabilidade social que parece alheado das preocupações dos protagonistas que, supostamente, defendem e representam os interesses públicos dos cidadãos europeus... O futuro de todos nós depende agora do "braço-de-ferro" e do argumentário técnico-político destes protagonistas à mesa das negociações e de que se espera o que os sacrifícios das pessoas exigem: a defesa intransigente de objectivos económicos e sociais em detrimento de demagógicas posições (e alianças) ideológicas que acabarão por se reduzir a uma guerra de interesses financeiros que os mais frágeis não podem ganhar. O futuro do projeto comum europeu está à beira da consolidação... ou da implosão!
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
A Palestina não pode esperar!...
... a tragédia continua... até que os protagonistas compreendam a dimensão do atentado que persistem em perpetuar... (LER AQUI)... e Gaza não pode esperar pelos "ajustes de contas" entre agressores que ignoram os direitos humanos em nome dos mitos e dos medos com que inventam justificações para a guerra!... Pela Paz e o Direito à Vida do Povo da Palestina!
(imagem e notícia chegaram Maria João Fitas no Facebook)
terça-feira, 20 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Da Responsabilização pelo Empobrecimento...
Aumentou entre 45% e 50% o número de pessoas a precisar de ajuda para sobreviver (ler e ver AQUI). A informação da Caritas tem a dimensão do anúncio do terror que sustenta o medo e a ameaça que paira sobre mais de metade da população... em 2010, o Diário Económico prenunciava, assente em dados que, afinal, nem sequer estavam correctos, o risco de pobreza em 2 milhões (ler aqui) e o tétrico é perceber a incapacidade e a incompetência com que, ao invés de se tentar prevenir para evitar o cenário catastrófico implicado pela notícia, se deixou que se tornasse realidade... hoje, o número total de pessoas muito pobres em Portugal ultrapassou, em muito!, os dois milhões e regista-se a dificuldade da sua atualização porque o número aumenta todos os dias!... e está aí, na rua, diante dos nossos olhos, num retrato terrível da cidade que, a partir do meio de cada mês, nos faz encontrar, nas avenidas, pessoas a pedir ajuda - pessoas que aparentam um perfil de cidadania coincidente com a representação que temos da classe média!... São desempregados, pensionistas, reformados, pessoas com empregos precários, cada vez mais novos, os que, homens e mulheres, recorrem, cada vez mais, ao espaço público... para "pedir" provavelmente, longe do espaço da sua residência para reduzir os custos da vergonha que justamente sentem como atentado à dignidade da existência. Se equacionarmos este cenário no quadro das dinâmicas do fenómeno da pobreza, sabendo que é uma realidade que se reproduz e perpetua geracionalmente e podemos, por isso, saber que, já no muito curto e no médio prazo, populações inteiras são sacrificadas à pobreza e a viver abaixo dos limites condignos que reconhecemos como um direito. É preciso responsabilizar a produção e a promoção do empobrecimento. A pobreza é um crime contra a Humanidade!
domingo, 18 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
Não há mal que sempre dure...
... celebro aqui, com o poema na voz de Zeca Afonso, o renascer da esperança nos campos do Alentejo. Com as primeiras chuvas, o verde e as flores cobriram as paisagens e o gado pasta, enfim!, devagar e feliz - ultrapassado o medo da fome que o verão anunciava, na persistente e vã procura de uma erva que fosse, na terra endurecida e seca! Os campos alentejanos celebram, neste novembro que vai a meio, a benção da chuva... e a terra floresce, agradecida, revitalizada e cheia de pujança, a vitória sobre um tempo que parecia interminável!...
Etiquetas:
Direitos Humanos; Educação; Natureza;
Subscrever:
Mensagens (Atom)











