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domingo, 9 de novembro de 2014
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
"Os Gatos Não Têm Vertigens"...
"Os Gatos não têm Vertigens" é, provavelmente!, o melhor da produção cinematográfica portuguesa dos nossos dias!. Incontornável, pelo extraordinário, doloroso e compassivo retrato da sociedade portuguesa dos nossos dias, o filme é, de facto!, a obra maior de António-Pedro Vasconcelos.
Com uma interpretação magistral de Maria do Céu Guerra, esta é uma história e uma forma de a contar que deixa, aos espectadores, um sentimento singular e ímpar de reconciliação com a vida, para além de todas as dores e de todos os dramas.
Da solidariedade inter-geracional à solidão e à crueldade, das relações sociais, interpessoais e familiares aos comportamentos individuais e de grupo, disfuncionais e desviantes, agravados pela(s) crise(s), num jogo complexo de linguagens, olhares e sentires, resgatados à realidade sem rodeios, o argumento do filme brilha na expressão global do jovem José Afonso Pimentel e emerge, pontilhado de autenticidade, com as prestações de Nicolau Breyner, Fernanda Serrano, Ricardo Carriço e de personagens como "Fintas" e a sua mãe, em papéis secundários que acabam por o não ser pelo protagonismo com que ilustram o quadro da vida e da cidade.
"Os Gatos não têm Vertigens"!... Um filme de título improvável que faz, contudo!, todo o sentido e que marca, indelével mas inquestionavelmente, o cinema português do século XXI, registando, sem demagogia, a sociedade que somos neste tempo estranho que é, afinal, o presente!... Uma obra gratificante pela sóbria, delicada e intensa exaltação da solidariedade e, como tão bem disseste, dos "bons sentimentos". A não perder!
domingo, 31 de agosto de 2014
Problematizar G.Deleuze a propósito do Acto da Criação...
Gilles Deleuze - O que é o ato de criação... por rodrigo-lucheta-1
... Nesta palestra, dos conceitos às expressões artísticas e científicas, o filósofo explica, de forma ilustrativa, o cerne essencial da capacidade criativa através do dissecar dos objetos criados... Vale a pena ouvir e ler (porque a conferência está legendada em língua portuguesa)!... Pretexto para a dissertação temática, Gilles Deleuze opta pela abordagem do conceito de "Ideia" em duas ~das linguagens mais paradigmáticas da arte: o Cinema (com destaque para o de Bresson, o de Kurosawa e o de Straub) e a Literatura - registo que, neste contexto, relativamente à abordagem literária, talvez o mais extraordinário desta sua reflexão seja a interpretação da essência construtiva subjacente aos personagens de Dostoiewsky. O exemplo da singularidade dos protagonistas das densidades narrativas de Dostoiewsky evidencia aliás, na perfeição, o sentimento instintivo de sobrevivência que nos permitiu e permite escapar à "sociedade do controle", que Deleuze nos apresenta definida pela circulação da informação e da comunicação controlada... Contudo, no que a esta definição diz respeito, não posso deixar de registar, estribada na pertinência do trabalho interdisciplinar e transdisciplinar que a Filosofia também implica, que, por exemplo, no trabalho de antropologia social concretizado no terreno em meio rural em Portugal, evidenciei, em 1993, a partir da categoria das relações de género (a nível social e de parentesco) a natureza da sociedade de controle caucionada pela gestão da circulação da informação e, consequentemente, pelo controle intencional da comunicação. Neste contexto, G.Deleuze define e defende a obra de arte como acto de resistência o que, sendo uma evidência justa e correctamente afirmada é, porém, demonstrado logicamente com base num erro enunciativo e demonstrativo decorrente da definição de comunicação que Deleuze aqui nos propõe: a comunicação como informação, ou seja, como "conjunto de palavras de ordem"!... Porque, na verdade, a comunicação não coincide com a informação: transcende-a!... e é exatamente nesta transcendência que a obra de arte coincide essencialmente com a comunicação uma vez que a obra de arte só o é quando é percepcionada e reconhecida como tal... e o reconhecimento, a partir do acto percpetivo é, em termos cognitivos, um acto resultante da descodificação - processo indissociável da comunicação! Por isso, sim, ao contrário do que defende G.Deleuze, a obra de arte, mesmo enquanto acto de resistência é, sempre, essencialmente, um acto de comunicação!... sendo admissível e interessante perceber ou discutir até que ponto esse acto de resistência não resulta (apenas?!) de uma especificidade da sua natureza comunicacional: a de não ser direcionada para destinatários particulares! A possibilidade conduzir-nos-ia a uma outra tese, pela qual nos reaproximaríamos do conceito de liberdade, uma vez que é pelo facto de se não deixar reduzida à percepção direcionada de destinatários que a obra de arte, enquanto acto de resistência comunicante, escapa (ou pode escapar!) à "sociedade de controle"!
sábado, 2 de agosto de 2014
"Diários de Che Guevara"...
"Diários de Che Guevara" é o filme que acabou de ser transmitido, no canal Hollywood. Com argumento de José Rivera, baseado nas "Notas de Viaje" registadas pelo próprio Ernesto Guevara, o filme foi realizado, em 2004, por Walter Salles, Jr., e conta com as interpretações dos atores Gael García Bernal e Rodrigo de la Serna, no papel dos dois jovens argentinos que, em 1952, partiram num velha moto de 1939, para uma longa viagem que marcaria para sempre a história da luta por um mundo melhor para todos. Um testemunho de Humanidade que explica muito e inspira muito mais! O filme volta a ser repetido, no mesmo canal, na próxima 2ªfeira às 14.15h.
domingo, 23 de março de 2014
Da Dignidade...
"The Monuments Men" realizado por George Clooney, interpretado por uma dezena de alguns dos melhores atores do momento (Matt Damon, Bill Murray, John Goodman, Hugh Bonneville, Jean Dujardin e Cate Blanchett), é um filme que, inspirado numa história verídica, depois de o ter visto, só consegui classificar como sendo um filme sobre a Dignidade! Considero, antes de mais!, curiosa a classificação deste drama como "comédia" mas, presumo que o facto se enquadra na mesma lógica que permitiu a tradução do seu título como "Caçadores de Tesouros" - testemunho do recurso a uma racionalidade em que o sentido da responsabilidade histórica, bem como os valores subjacentes ao desempenho de uma qualquer missão, submergem sempre, face aos interesses dominantes - que transformam em caricatura o que pretendem não ver justamente reconhecido, na exata medida da sua validade e do seu significado!... Cabe-me, aliás, neste contexto, dizer que o grupo de protagonistas da realização cinematográfica norte-americana que saltou do primeiro plano da interpretação para a cadeira da realização, de Robert Redford a Ben Affleck, a Matt Damon ou George Clooney, tem o extraordinário mérito de ter trazido para as "luzes da ribalta" uma geração de cidadãos norte-americanos que, mais do que defender a imagem do país que o mundo lhes reconhece (nas guerras e na exibição da potencialidade económico-financeira e política), pretende defender a imagem de uma América que é a sua, enquanto cidadãos livres, críticos e socio-politicamente ativos como agentes e intervenientes que assumem, conscientemente e de cabeça erguida (porque podem, é certo! - isto é, porque têm dinheiro!), uma postura distanciada do poder - a que recorrem para o usar, em nome de causas próprias, elas sim, coincidentes com os interesses públicos!... E se faço esta ressalva é para prevenir interpretações escusas apenas e só!, porque, a dado momento, a título de exemplo do que pratica a ação humana em contexto de competição e de guerra, a bandeira americana surge... fazendo até sorrir... um russo!!!... Sim, o filme faz rir ou, pelo menos!, sorrir... e chorar!... e se os pobres classificadores dos filmes em exibição marcaram "The Monuments Men" como "comédia" é por terem ficado no registo inicial e básico que fez o realizador não incorrer na exploração da violência gratuita, tentando desenvolver a narrativa de acordo com a capacidade humana de relativizar os contextos, caracterizando-os com normalidade (dimensão que é absolutamente realística, se nos situarmos em contexto de guerra, onde a vivência diária não pode ser enfrentada com o espanto e a indignação permanente que nos suscita o distanciamento!). Inspirado em realizações de boa memória de que me ocorreram, assim, espontaneamente: "A Farsa" de Giuseppe Tornatore, "Ocean's Eleven" de Steven Soderbergh, "A Vida é Bela" de Roberto Benigni , "O Código da Vinci" de Ron Howard , "Good Night and Good Luck" também de G. Clooney ou "Regra de Silêncio" de Robert Redford, porque (presumo-o!) Clooney quis homenagear quem faz cinema para além do espetáculo, demonstrando que os conteúdos têm a capacidade de, além da divulgação da verdade e da promoção da arte, garantir público... e que, consequentemente!, a velha receita que defende as teses promotoras de audiências, assentes na exacerbação da violência, do sexo e dos efeitos especiais, é um "engodo" comercial, alienante e gratuito... próprio, se me permitem!, de quem não sabe fazer cinema!... A este propósito, deixem aliás, que diga, a "talhe de foice", que, um dia destes, felizmente!, acontecerá o mesmo ao jornalismo, quando alguns dos seus protagonistas deixarem de ser simples leitores das mensagens manipuladoras de que se travestiu a comunicação social nos tempos que correm e se conseguirem emancipar relativamente ao poder económico dos atuais proprietários e gestores, fazendo alinhamentos noticiosos condignos com o direito à informação e com o acesso à livre formação da opinião... Sim, é verdade!... não conto nem comento nada do filme... porque penso que vão gostar de ver!... e repito: se alguma coisa dele se pode dizer é que é um filme sobre a Dignidade!...
Nota Final: quando saí e soube da Manifestação em Madrid (ler AQUI),ocorreu-me que, se a Dignidade fosse hoje um valor, não correríamos o risco de voltar a ver repetir-se a fenomenologia que constitui a essência do filme... infelizmente, a Dignidade continua a ser uma referência individual, de que os grupos dominantes falarão sempre como "relativizável" (bem aproveitado por uns e desvirtuado por outros) no persistente esforço de que não venha a integrar, de forma vinculativa, o espírito da "(Nova?) Ordem Internacional"... domingo, 24 de março de 2013
Um Olhar sobre o País que Somos...
... é uma boa história contada e ilustrada de forma exímia, com uma bela fotografia e algumas brilhantes e até impressionantes interpretações... é um filme que cumpre, na exacta medida em que tal lhe é pedido, tudo o que um filme deve ser... é bonito, é portador de verdade e é bom... vale a pena ver: "Comboio Nocturno para Lisboa" com Jeremy Irons... pode ser surpreendente e, tal como me aconteceu, uma boa surpresa!... é verdade: gostei mesmo muito! Acredito que vai acontecer a muita gente...
domingo, 1 de abril de 2012
Sonoridades Intemporais...
... pela evocação do filme "As Horas" a que a música de Philip Glass deu som e que a vária evocação amiga, no post Amanhecer, me conduziu a rever - em boa-hora, reconheço!...
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Cinema, Cultura e Coesão Social...
RAFA teaser 01 from João Salaviza on Vimeo.
É a falta de uma consciência de serviço público que sustenta a falta de apoios ao cinema português - quem o diz é Miguel Gomes, realizador de "Tabu" o filme português que ganhou na categoria "Inovação" a edição deste ano dos Prémios de Cinema em Berlim (ler aqui)... entretanto, João Salaviza, vencedor do "Urso de Ouro" no "Festival de Berlim Shorts"com a curta-metragem "Rafa", dedicou o prémio, a título condicional, aos governantes portugueses se decidirem vir a apoiar o cinema nacional (ler aqui). Tem razão Miguel Gomes ao referir o não reconhecimento do estatuto de serviço público à produção cinematográfica, entre outras... de facto, a ideologia dominante e as prioridades políticas não reconhecem à cultura e, consequentemente, ao cinema e às artes em geral, o estatuto de pilares do trabalho permanente que cria condições efectivas para a coesão social das populações, das culturas e dos países... Esta realidade, para além de confirmar a ideia que a opinião pública tem da gestão política e financeira das economias e das sociedades contemporâneas, denota não apenas a incapacidade de se reconhecer os "nichos" de mercado e as potencialidades inerentes ao investimento na arte mas, ainda, a falta de cultura da classe "dirigente" que, da política à economia, continua sem perceber e assumir que é com produções e equipamentos culturais permanentes e dinâmicos que se pode promover com eficácia a tal "aprendizagem e educação ao longo da vida" que, seguramente, se não adquire em pequenos cursos de informática ou inglês, para entreter a "reforma" e o "desemprego".
domingo, 12 de fevereiro de 2012
"Filhos do Destino"...
... Lindissimo... Excelente... Importante!... por si próprio e pela Europa que Somos!... vale a pena, seguramente!, assistir à ante-estreia, no próximo dia 1 de Março, na Cinemateca!
(via José Meireles no Facebook)
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Crescer e Aprender entre Ecos e Reflexos...
Vivemos numa caixa de ressonância rodeada de espelhos… é por isso que permanecemos nas margens do entendimento, face a uma verdade que permanece oculta porque insiste em nos escapar entre os dedos, fugaz e furtiva, como a areia das praias que não há… persistimos assim na repetida projecção de infinitos déjà vu/déjà vécu e inventamos um espanto que, ao invés de surpreender, nos faz sorrir. Porém, para que as crianças se não percam na cinza dos dias e possam, de facto, inventar a alegria de viver, é fundamental que sintam apoio ao longo do processo de crescimento com que se debatem, na solidão estranha ao ruído dos tempos... porque crescer é aprender o discernimento e é esta aprendizagem que a cultura e a educação podem ajudar a cumprir, em nome da construção da liberdade e da autonomia individual de que os mais jovens precisam, para enfrentar sem medo o futuro incerto.
(Este post, ilustrado pelo belo tema "Teach Your Children" dos Crosby, Stills, Nash and Young, decorre da associação de ideias que a minha amiga M.José, educadora infantil e dinamizadora cultural, acabou por me induzir, através do comentário ao post que se pode rever aqui e que emergiu de um evento cuja organização se lhe deve e que referi aqui).
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Da História por Contar...
... um filme que deixa a sensação de se ter acabado de ler um grande livro! Indiscutivelmente, a não perder!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Autóctones - Rostos do Genocídio
Vivemos um tempo em que os valores da liberdade, da igualdade, da valorização da diversidade e do respeito intercultural integram a configuração da face do que, desde meados do século XX, se institucionalizou na Carta dos Direitos Humanos. A sociedade contemporânea, globalizada, informatizada e dotada de um funcionamento mecânico de ordem tecnológica a que se convencionou chamar "sociedade do conhecimento" apenas e só porque os meios permitem uma vertiginosa circulação e troca de informação e comunicação, acabou por materializar o que, entre outros e só para dar um exemplo, George Orwell, previra na sua obra "1984"... Contudo e apesar da consciência que as chamadas de atenção sobre o problema nos despertaram, caminhamos iludidos, ocupados e distraídos com as complexidades multifacetadas que o sistema económico-financeiro nos disponibiliza, sob as vestes do trabalho ou do lazer, esquecendo ou ignorando a essência do ser humano enquanto coexistimos com o genocídio, a crueldade e a destruição de povos iguais a nós, apenas e só!, porque a sua condição de condenados à exclusão dos processos de adaptação à mudança ou a sua persistência em a ela resistir culturalmente, os destituiu, aos olhos do poder, do direito de integrarem as sociedades actuais de pleno direito, no usufruto do seu próprio património e de condições de vida dignas... o que um dia, por efeito de xenofobias colonialistas foi perspectivado como estranheza, transformou-se em direito à perseguição, à escravização, à exploração e à extinção. Foi assim em muitos pontos do planeta e esse massacre silencioso continua, sob o olhar descuidado do poder e dos cidadãos ocupados na fantasia que a virtualidade ilusória da riqueza construiu... Até que ponto o mundo rural e as suas populações autóctones estão a ser vítimas de um processo semelhante, é a questão que se nos coloca... dos medos e superstições de outrora às mistificações imaginárias de hoje, constatamos a mesma projecção de fantasias que, enquanto duram, permitem ao controle do poder dirigir e determinar o futuro que deveria ser, saudável e equitativamente, de todos... A população índia da América do Sul foi e é vítima desta realidade... como um exemplo?!... Aqui fica, portanto, a homenagem aos Índios Toba da Argentina em 3 momentos que correspondem a cada um dos vídeos seguintes: primeiro, com o enquadramento da população índia, depois, com o testemunho da arte, da palavra, da cultura e do pensamento autóctone numa canção; finalmente, com o testemunho actual do seu genocídio.
1 - Os índios, na voz de Atahualpa Yupanqui:
O tema: "Los Antiguos Dueños de las Flechas", na voz de Mercedes Sosa:
O breve mas elucidativo documentário sobre o drama actual dos Índios Toba - Argentina:
1 - Os índios, na voz de Atahualpa Yupanqui:
O tema: "Los Antiguos Dueños de las Flechas", na voz de Mercedes Sosa:
O breve mas elucidativo documentário sobre o drama actual dos Índios Toba - Argentina:
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Luzes da Ribalta
... com um abraço sincero, agradecido e sentido, a todos os amigos, comentadores, seguidores e outros leitores.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Da Tranversalidade Cívica da Arte e do Saber
Recorro às profundezas da História e da Memória... do passado longínquo de que nos chegam notícias de um Stonehenge Azul através do Trans-ferir de Vitor Oliveira Jorge, ao passado-presente que Daniel Barenboim (pianista, maestro, argentino com cidadania não só da sua terra natal mas, também, israelita e espanhola)denota trans-mutável se assim o decidir a cidadania com que deu origem à criação da aparentemente improvável orquestra, multicultural, a West-Eastern Divan Orchestra e ao rosto israelo-árabe de uma magnífica obra ... por uma causa que se justifica numa reivindicação que aqui trago, recorrendo às sábias palavras do Presidente do Chile, Salvador Allende, no seu inesquecível e último discurso em 11 de Setembro de 1973:
"LA HISTORIA ES NUESTRA Y LA HACEN LOS PUEBLOS!"
"LA HISTORIA ES NUESTRA Y LA HACEN LOS PUEBLOS!"
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Da Arte - dos Contos...
"A finalidade da arte é dar corpo à essência secreta das coisas; não, copiar a sua aparência" (Aristóteles)
Conto de: Óscar Wilde
terça-feira, 28 de julho de 2009
A História - coexistência e sucessão de estórias...
Um alerta... retratos, testemunhos, ideias, imagens e práticas... para construir o reconhecimento da realidade e perceber os valores a que a História nos conduz...
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Transmutação alquimica...
in "A Vida é Bela"... uma metáfora sobre a capacidade humana de criar a partir do caos... persistir para compreender, compreender para repensar, repensar para reconstruir!... "Caminhante, não há caminho... o caminho faz-se ao andar" (António Machado, poeta sevilhano).
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