Já em plena campanha eleitoral e apesar dos pequenos indicadores da retoma de modelos envelhecidos de eventuais "blocos centrais", outros considerandos poderiam ajudar, de forma inovadora, ao consenso nacional que é preciso ser capaz de construir: ... assim o queiram, da direita à esquerda, em Portugal! Pela Democracia e Pela Vida dos Cidadãos.
(…) e se os políticos não são capazes de ultrapassar o seu "conjuntural papel" para, como cidadãos, celebrarem juntos, a Democracia, mantendo a AR aberta à celebração do mais importante facto histórico da nossa contemporaneidade, cujo prestígio, reconhecimento e afecto, ultrapassou todas as fronteiras e ainda inspira revoluções democráticas pelo mundo, que tenham ao menos a dignidade de lhe não fechar as portas e de não deixar de a cobrir de cravos, muitos e muitos cravos vermelhos...(…)
ResponderEliminarAna Paula:
Sublinho parte do seu texto sobre, sobre o cancelamento das Comemoração Oficial do 25 de Abril, porque ele serviu a uma amiga, que também comentou no meu blog este problema, para o tomar como uma proposta a seguir de facto. Não seremos capazes de dinamizar uma onda de gente que cubra mesmo as escadas do Parlamento com cravos vermelhos? E se aquilo que propõe passasse mesmo a ser um objectivo neste Abril? Ela achou que a sua proposta faz sentido face à recusa de tantos, até mesmo à Esquerda, que justificam o cancelamento com: “legalidades”, como se o 25 de Abril não tivesse sido… ilegal. Haverá por aí alguém a quem seja possível endossar esta causa, e a transforme mesmo num acontecimento? E os nossos Alegros não seria gente para pegar na questão?
Olá Graza :)
ResponderEliminarPenso que seria uma atitude memorável e digna do 25 de Abril que é de todos nós! Fico feliz pela citação da tua amiga... e até fiz a sugestão, via sms ao Luís Tito no dia do jantar a que não compareci por motivos profissionais... Não domino as redes sociais que conseguem este tipo de mobilização ... e tenho pena... porque penso que valeria mesmo a pena! Se tu próprio ou alguém que conheças o puder fazer, podes considerar que já aderi e lá estarei (o Rogério do Conversa Avinagrada comentou o texto onde fiz a sugestão, dizendo: "Eu vou lá estar! :) ... e eu acredito! E seria magnífico se fossemos tantos que toda a escadaria fossem mãos empunhando os Cravos :))
Um grande abraço.
É... ponham-se com ideias de invadir as escadas da Assembleia com flores, que os bófias andam mortinhos por fazer exercício.... ainda por cima os tipos agora são alérgicos a flores... tá-se mesmo a ver pétalas a voarem...
ResponderEliminarMas não deixa de ser uma fenomenal ideia.
Oh, VOZ :)
ResponderEliminar... eu, hoje, perante o que penso do que conheço de si pela troca sincera de ideias, críticas e reflexões que temos vindo a construir, virtualmente!, a única coisa que sou capaz de lhe dizer é que me fez nascer um sorriso imenso no coração e me provocou o aflorar das lágrimas aos olhos tristes de que me rcuso a afastar a esperança (até porque o medo nunca eliminou a razão -apesar de, demasiadas vezes e não sei se ainda, por estes dias, a continuará a calar!)...
Um grande, grande, imenso abraço...
A todos os comentadores que se interessem pelo conteúdo dos comentários aqui publicados até este momento: vão, por favor, ler o comentário no post que escrevi sobre a não suspensão do 25 de Abril... o comentário cuja leitura recomendo e agradeço de todo o coração é de MIGUEL MIRANDA.
ResponderEliminarUm grande abraço :))
Viva o 25 de Abril!
Graza :)
ResponderEliminar... eu também... e não posso deixar de ficar feliz... vamos dar uma volta no Facebook (onde nem eu sei bem como se navega!?) e procurar o Miguel Miranda para obter o link... eu também estou no Facebook apesar de lá ir pouco mas vou divulgar e passar a palavra a todos os que conheço que por lá circulam muito mais que eu... vamos a isso?! :))
Grande Abraço.
Caríssima amiga Ana Paula Fitas,
ResponderEliminarÉ verdade, José Sócrates quis com o seu discurso de início do Congresso renascer das cinzas como a "Fénix renascida". Os seus argumentos foram pertinentes na clivagem ideológica que tentou estabelecer entre o ultra-neoliberalismo de Pedro Passos Coelho e uma visão dita socialista de José Sócrates, tendo revelado grandes dotes de uma oratória fulgurante. No entanto, o problema essencial é que o empréstimo do FEEF-FMI vai obrigar a medidas radicais de cortes das despesas do Estado que irão alterar de forma definitiva o futuro paradigma social das políticas públicas portuguesas.
É certo que Pedro Passos Coelho tem uma cartilha ultraliberal que será muito prejudicial se conseguir chegar ao poder.
As pressões internacionais da Europa, em declínio Civilizacional acentuado, sobre o país vão obrigar Portugal a apertar muíssimo o cinto, pois isso é a forma de tentar responder às novas potências mundiais emergentes e à Globalização tecnocrática em que os mercados financeiros reinam num total desrespeito pelos Direitos Sociais e Políticos dos Cidadãos. Este caminho tem levado a Humanidade a menosprezar os direitos democráticos dos Cidadãos e a fazer perder qualidade de vida em favor de uma ilusão de progresso económico. É neste cenário que deve ser enquadrada a presente crise da dívida soberana portuguesa.
Como a Ana nos diz de uma forma clarvidente, citando o depoimento de Jacques Attali, o risco do contágio pela interdependência das economias europeias é o factor que deve obrigar a Alemanha a ponderar nas suas decisões de romper de vez com o modelo social Europeu, porque nessa fase futura e indesejada da História regressarão políticas nacionalistas que poderão destruir o próprio projecto institucional Europeu. Portanto, sem dúvida, como a Ana nos diz, para que sobreviva o conceito de coesão social Europeia face à conjuntura de crise de solidez das economias e finanças Europeias é necessário que existam consensos nacionais e europeus. Esta é uma encruzilhada que todos os portugueses e os europeus devem assumir com consciência e responsabilidade Ética.
Saudações cordiais, Nuno Sotto Mayor Ferrão
www.cronicasdoprofessorferrao.blogs.sapo.pt
Olá Ana...
ResponderEliminarA ideia é mesmo essa... provocar sensações... pois quando olho à minha volta parece que vivo rodeado de seres moribundos.
Há algo que já faço há muito TEMPO: Na rua olho sempre nos olhos de quem por mim passa. E até hoje só uma mulher olhou, manteve o contacto, e continuou a olhar mesmo depois nos cruzarmos! E não... não foi a mulher que me dá o prazer e alegria e me que me deixa Viver com ela.
A maioria anda a olhar para o chão, os restantes se dão conta de que estou a olhar para eles e nos olhos, desvia o olhar...
Outro dia, acho que 5ª feira, ia a caminho do Metro e estava uma menina sentada numa portada com o seu avô (presumo!), ela ao ver que eu estava a olhar para ela sorriu e disse "OLÁ"... eu ri-me e respondi com um "OLÁ" com idêntica intensidade... mas... o "avô" disse-lhe baixinho "Não deves fazer isso..."
E é assim que se mata uma Sociedade...
D.T.: Continuo a achar a ideia dos cravos fenomenal...