
Como as cerejas... as conversas, as imagens e as ideias surgem, encadeadas com o sentido de quem as associa, domínio mágico de significados e intenções onde se guardam as faces profundas da autenticidade desusada... a propósito da Trilogia "Trois Couleurs" de K. Kielowski, recordei o extrordinário livro de Rabidranath Tagore "O Naufrágio"... Tagore, o poeta, o escritor e o homem que amou as praias de Karwar, no sul da Índia, que percorri consternada por aí se encontrar hoje uma instalação nuclear de grande dimensão... e na senda desta epistemologia interior que percorre os múltiplos itinerários e cenários da realidade, encontrei-me devolvida a um livro fabuloso sobre a construção da identidade dos povos, a partir de uma história, chamada "Vida e Morte dos Santiagos" que Mário Ventura escreveu um dia e que hoje foi referido no Aspirina B, relembrando-me que eu própria o evocara já aqui, no passado mês de Dezembro...
Boa Noite, Profª,
ResponderEliminarO Mário Ventura na "Vida e Morte dos Santiagos" escreveu uma das mais impressivas sagas do Alentejo e das suas gerações. Recordo-me da S/ recensão qdo o S/ blog ainda era de tenra idade e celebro a referência do Carmo Francisco no Aspirina B...
Cumprimentos.
Boa Noite, Sokinus
ResponderEliminarObrigado pelas suas palavras, pela sua memória e pela gratificante companhia ao longo desta caminhada...
Bem-haja!
Olá Ana Paula,
ResponderEliminarJá por cá tinha passado. Não tinha deixado nenhum comentário, que neste espaço há mais silêncio do que no Aspirina B. Adicionei-o e hei-de passar mais vezes.
Abraço.
Olá Manuel,
ResponderEliminarComoveram-me as suas palavras... obrigado!
Volte sempre.
Abraço