Parece-me que estamos a caminhar para i fim da CEE. Não é possivel apertar os povos a troco da esmola.
Digo e continuo a dizer: se a UE acaba é das piores coisas que pode acontecer para todos. O que é preciso é reforma-la guardando o que tem de melhor. Nenhum pais da Europa consegue sobreviver sozinho. Nem mesmo a Alemanha.
Luís, na minha opinião estamos, seguramente, no fim da CEE e a UE é hoje uma realidade muito diferente daquela que presumimos poder vir a construir... estamos por isso no início de um novo percurso de que desconhecemos o ponto de chegada mas para cujo caminho temos que nos preparar... Um abraço.
É verdade, Bruno... é verdade que o desmoronamento da UE seria de trágicas consequências para todos nós, incluindo para a Alemanha -cuja estrutura económica no plano internacional já não tem a solidez que se poderia imaginar... por isso, vamos enfrentar todas as estratégias possíveis para salvar esta organização que, entre mais ou menos tímidas aproximações ao federalismo e crises económicas e sociais, no curto e no médio prazo, continuarão a sacrificar os cidadãos... o paradoxo está em que esse sacrifício seria provavelmente muitissimo maior se a UE terminasse abruptamente... estamos a percorrer o caminho da História... sempre difícil e tantas vezes demasiado cruel. Um abraço.
Parece-me que estamos a caminhar para i fim da CEE. Não é possivel apertar os povos a troco da esmola.
ResponderEliminarDigo e continuo a dizer: se a UE acaba é das piores coisas que pode acontecer para todos. O que é preciso é reforma-la guardando o que tem de melhor. Nenhum pais da Europa consegue sobreviver sozinho. Nem mesmo a Alemanha.
ResponderEliminarLuís, na minha opinião estamos, seguramente, no fim da CEE e a UE é hoje uma realidade muito diferente daquela que presumimos poder vir a construir... estamos por isso no início de um novo percurso de que desconhecemos o ponto de chegada mas para cujo caminho temos que nos preparar... Um abraço.
ResponderEliminarÉ verdade, Bruno... é verdade que o desmoronamento da UE seria de trágicas consequências para todos nós, incluindo para a Alemanha -cuja estrutura económica no plano internacional já não tem a solidez que se poderia imaginar... por isso, vamos enfrentar todas as estratégias possíveis para salvar esta organização que, entre mais ou menos tímidas aproximações ao federalismo e crises económicas e sociais, no curto e no médio prazo, continuarão a sacrificar os cidadãos... o paradoxo está em que esse sacrifício seria provavelmente muitissimo maior se a UE terminasse abruptamente... estamos a percorrer o caminho da História... sempre difícil e tantas vezes demasiado cruel. Um abraço.
ResponderEliminar