terça-feira, 10 de agosto de 2010

Contra as Violências - Antídotos Lusófonos (2)

O olhar límpido de Alberto Caeiro, esse pastor de Fernando Pessoa, que Mário Viegas disse tão bem:

... e a música feita de sons e das palavras tão belas de Carlos de Oliveira, que a voz de Luís Cília cantou:

4 comentários:

  1. Tem toda a razão, Miguel... por vezes, esquecemo-nos de valorizar o que de belo e bom fazemos e temos, atentos que estamos ao que corre mal... contudo, sem perdermos o sentido crítico era bom que pensassemos no que, no post anterior, diz o poema de Cecília Meireles: "é difícil reconhecer que se é feliz" :)
    Um grande abraço :)

    ResponderEliminar
  2. Cara Ana Paula Fitas
    Mais uma obra-prima, sem dúvida...
    Ao ouvir o Mário Viegas fui reconduzida, nem sei porquê, a "O Rosto e as Máscaras", antologia cronológica organizada e prefaciada por David Mourão Ferreira e daí para "Notas Íntimas" dominadas por toda uma vida de passividade e sonho, pela interposição de novos pensamentos e extraordinários, inexpulsáveis associações de ideias cujo termo era o infinito e... pronto...um livro que vou reler esta noite, sempre com entusiasmo, associado a "Carta a Ângela" em que "cada sonho de todas as palavras que escrever, cada imagem de luz e futuro, cada dia dos dias que viver"... é muito promissor, é a poesia portuguesa dos nossos dias e de sempre ordenada num percurso por Luis Cília.
    Obrigada por este duplo excelso momento de sensibilidade...
    Um grande abraço amigo e solidário :)
    Ana Brito

    ResponderEliminar
  3. Cara Ana Brito :)
    ... "O Rosto e as Máscaras" é uma colectânea paradigmática... obrigado por dele me recordar :)
    Desejo-lhe uma noite feliz, dessas em que as palavras adormecem ao nosso lado ou dentro de nós, tranquilas e verdadeiras...
    Um grande abraço amigo e solidário :)

    ResponderEliminar