... O nosso amigo João Tunes do Água Lisa faz-me hoje uma referência que designa por "O mérito em roda livre" (ver Aqui) e que me merece esclarecer: por um lado, não disputo apreciações futebolisticas para ganhar o estatuto de comentadora na matéria; por outro lado, salvaguardando o fundamento das minhas apreciações no facto de nos ser legítimo apreciar uma arte partindo de enfoques distintos (o treinador, a equipa, um ou outro jogador, a tática, a técnica e por aí adiante), quero chamar a atenção do nosso amigo para o equívoco de que resulta a sua observação: na realidade, se os meus comentários forem lidos calmamente e sem pressas interpretativas, percebe-se que eu digo, relativamente à vitória espanhola no Mundial, que esta é "testemunho de um trabalho, de uma vontade e de uma preparação que teve em Casillas uma excelente e integral demonstração"... Como se vê e se deduz, nada que contrarie a lógica de apreciação do Inter treinado por Mourinho cujo bom trabalho poderia, eventualmente, ter sido ilustrado com o recurso à exibição de um ou outro jogador; porém, não foi essa a minha opção... porque considero mais destacado e bem conseguido o trabalho global de Mourinho na construção colectiva de equipas (como era o caso do Chelsea e do Inter à data em que com elas começou a treinar) do que o de Vicente del Bosque - sem que isso signifique que não aprecie as suas qualidades e tal como considero mais destacado o trabalho de Fábio Coentrão do que o de Queiroz no que se refere à Selecção Nacional... dito isto, aqui fica um dos sons inesquecíveis que gosto de ouvir sempre: "Harvest" na voz inconfundível de Neil Young.
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terça-feira, 13 de julho de 2010
Para Interpretações Apressadas, Sons com Sentido...
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