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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Leituras Cruzadas...

Nuno Ramos de Almeida "Álvaro Cunhal.Assim Foi temperado o Aço"
Raimundo Narciso "Síria: gasodutos, petróleo, geoestratégia"
José Manuel Correia Pinto "A Limitação dos Mandatos Autárquicos"
... e pronto! Nos tempos que correm, perdoem a imodéstia e a singeleza mas... de facto, chega!

domingo, 30 de dezembro de 2012

Leituras Cruzadas...

JM Correia Pinto no Politeia
Tiago Mota Saraiva no Cinco Dias
Estrela Serrano no Vai e Vem
Paulo Gorjão no Bloguítica
João Valente Aguiar no Vias de Facto
Ariel no Cirandando
Joana Lopes no Entre as Brumas da Memória
Miguel Abrantes no Câmara Corporativa
Francisco Clamote no Terra dos Espantos
Filipe Tourais no O País do Burro
Maria do Céu Mota no Aventar
Folha Seca em Folha Seca
Leonor Barros e Jaa no Delito de Opinião
Eduardo Graça no Absorto
Carlos Barbosa de Oliveira no Crónicas do Rochedo


domingo, 15 de maio de 2011

Leituras Cruzadas...

A três semanas das eleições legislativas, a campanha eleitoral mantém-se suspensa de programas partidários que, no que a possibilidades de vencer diz respeito, cumprem o essencial do definido no acordo com a troika, salvaguardando o que, nas negociações, foi possível salvaguardar ou, mais que isso, radicalizam medidas e somam dificuldades ao drama que a maioria das pessoas vai sentir no futuro próximo... não havia necessidade - diria o comediante em voz de falsete... Pois não!... mas, a verdade é que, à falta de saber fazer melhor e no esforço de não perder potenciais apoios que, apesar de tudo, não reflectem o sentir da maioria, o PSD continua a "desencantar" surpresas que não conseguem despertar o entusiasmo, o regozijo ou sequer o reconhecimento de interesse por parte de quem quer que seja (leiam-se os textos de JMCorreia Pinto no Politeia, de Raimundo Narciso no PuxaPalavra, de Eduardo Pitta no Da Literatura, de João Magalhães no Câmara Corporativa onde Miguel Abrantes regista uma citação que merece destaque e de Vital Moreira no Causa Nossa). De facto, o actual "estado da arte" reflecte uma elevada anomia não só na relação que os cidadãos em geral manifestam em relação às lógicas partidárias mas, no seio dos próprios partidos - lógica essa que tende a reforçar o desinteresse e a desconfiança pública da massa eleitoral, desmobilizando o voto de expressão empenhada na democracia participativa (vale a pena ler os textos de Porfírio Silva no Máquina Speculatrix, de Losorio no Albergue Espanhol e de Nuno Teles no Ladrões de Bicicletas onde também é de registar a observação e citação de João Rodrigues). ... Quanto à Justiça que por cá temos e, sem pretender generalizar juízos sobre a arbitrária e absoluta inconsistência em que assentam algumas das decisões de uma magistratura que se crê inimputável, vale a pena ler o texto de Carlos Barbosa de Oliveira no Crónicas do Rochedo... Perante a complexidade destas realidades tão redutoras (mas, tão significantes do que somos capazes de fazer do que somos e do que temos!), é bom que não esqueçamos outras realidades, ainda mais complexas mas, de qualquer modo, interactivas, como a do contexto geo-político em que nos encontramos (leia-se o texto de Pedro Viana no Vias de Facto).

sábado, 7 de maio de 2011

Leituras Cruzadas...

Depois do comentário público do Presidente da República ao acordo com a troika (sobre o qual é indispensável ler JMCorreia Pinto no Politeia), vale a pena reflectir no que o panorama político-partidário nacional da oposição tem dado a pensar aos portugueses e o que os cidadãos vão deduzindo de tudo o que têm visto (vejam-se os textos de Graza no Arroios, de José Albergaria no Mainstreet, de Miguel Abrantes no Câmara Corporativa, de MFerrer no Homem ao Mar e de João Tunes no Vias de Facto). Felizmente, apesar do que tem acontecido à vida cívica do país (leia-se a notícia publicada no A Cinco Tons), há quem, também revelando uma lucidez crítica assinalável (leiam-se: Nuno Sotto Mayor Ferrão no seu Crónicas do Professor Nuno Ferrão, Filipe Tourais no O País do Burro e Ricardo Schiappa no Esquerda Republicana), o faça de forma bem-humorada (é o caso de Ariel no Cirandando e do preciso We Have Kaos in the Garden).

domingo, 1 de maio de 2011

Leituras Cruzadas (Actualizadas com *)

Não sei se para compensar o facto de já não propor algumas Leituras Cruzadas há mais tempo do que é costume, registo alguns dos textos, comentários e observações que configuram o essencial do que, por estes dias, de assertivo, contraditório e pertinente, merece a nossa reflexão. A título de introdução, vale a pena ler o texto de Rui Herbon no Jugular, a constatação de Ariel no Cirandando, as observações de Miguel Abrantes no Câmara Corporativa e de Carlos Barbosa de Oliveira no Crónicas do Rochedo e as notas breves mas, pertinentes de JM Correia Pinto no Politeia* e de Valupi no Aspirina B*... mas, porque a realidade tem uma dimensão de inequívoca complexidade, os textos de Vital Moreira no A Aba da Causa, de Osvaldo Castro no A Carta a Garcia e de Paulo Pedroso no Banco Corrido desenvolvem alguns dos temas que têm feito a agenda política dos dias que, apesar de tudo!, apresenta algumas surpresas interessantes que vale a pena ter em consideração (leia-se o texto de Paulo Nobre no A Cinco Tons). Felizmente, o espaço público da blogosfera não tem cedido à tendência de se circunscrever à realidade político-partidária e tem partilhado nos últimos dias outras perspectivas no equacionar dos problemas nacionais, inscrevendo-os num enquadramento mais vasto da consciência crítica contemporânea; é o caso dos textos de José M. Castro Caldas no Ladrões de Bicicletas, de Nuno Ramos de Almeida no Cinco Dias, de Garcia Pereira no António Garcia Pereira, de JMCorreia-Pinto no Politeia e de João Rodrigues no Ladrões de Bicicletas... e é no contexto deste contributo para a desmistificação das aparências com que somos permanente e sofisticadamente manipulados, que merecem particular destaque os textos de João Abel de Freitas e de Raimundo Narciso no PuxaPalavra... porém, o texto que considero mesmo indispensável no já longo Leituras Cruzadas de hoje é da autoria do já citado Raimundo Narciso e pode ser lido AQUI.

domingo, 17 de abril de 2011

Leituras Cruzadas...

Sobre o resultado das eleições na Finlândia, para lamento e reflexão de todos nós pelo que significa e simboliza relativamente ao caminho que a UE escolheu percorrer e para o qual todos somos, de uma ou de outra forma, arrastados (mesmo que contrariados e/ou revoltados) e, mais que isso, acusados de resultados que são alheios à nossa liberdade enquanto cidadãos - porque a democracia representativa não é mais que isso: representativa! - e cabe esclarecer que "representativo" quer dizer que identifica uma parte do eleitorado (sem que isso implique maior saber, maior discernimento ou sequer maior consciência!!!), vale a pena ler o que escreveram Luís Menezes Leitão no Albergue Espanhol, Carlos Manuel Castro no Câmara dos Comuns e Eduardo Pitta no Da Literatura... e, talvez por isso, tenha escolhido hoje, como segunda sugestão de leitura e a título de demonstração de um sinal de sentido contrário - para que se não esqueça a importância que a participação cívica e genuína da capacidade organizativa da expressão que, podendo não ser representativa aos olhos do "regime" pode bem ser, essa sim, identificada com o sentir profundo das pessoas e a sua consciência, os textos de Osvaldo Castro no A Carta a Garcia e de Rui Namorado no O Grande Zoo. Mas porque o estado a que chegou a democracia europeia (não é verdade que Hitler alcançou o poder por via eleitoral?!) é o que, sem paliativos, bem ilustra Raimundo Narciso no PuxaPalavra e bem explica, de forma sucinta mas inequívoca, JMCorreia Pinto no Politeia, a situação em que nós, portugueses, nos encontramos, requer respostas não só rápidas mas, essencialmente, urgentes... e não me refiro apenas ao que já consta de mais um acordo que volta a re-hipotecar-nos o futuro (leia-se o já citado JMCorreia Pinto) mas, também no que à nossa efectiva realidade nacional respeita, a despeito do que interessa à especulação dos mercados que, a tal acordo e com o apoio de uma oposição em que tem particular responsabilidade a direita sedenta de poder (que não podemos deixar de perspectivar num contexto europeu de que a Finlândia é apenas mais um exemplo), através de um profundo exercício de reflexão, debate e intervenção concertada para a qual contribuem chamadas de atenção incontornáveis como as que, corajosamente, faz Vital Moreira no Causa Nossa mas, também, os já citados Osvaldo Castro, Correia Pinto e Eduardo Pitta... porque nos encontramos perante o mais absurdo (leiam os textos de Miguel Abrantes no Câmara Corporativa, de Sérgio de Almeida Correia no Bacteriófago e no Delito de Opinião ou ainda o já citado Luís Menezes Leitão) do que poderiamos imaginar em vésperas de uma celebração do 25 de Abril que a todos acordou, reergueu e uniu! ... como se não nos bastasse integrar uma aliança sem capacidade de diálogo e sem estratégia num mundo que se requer de conhecimento inteligente (leia-se Eduardo Maia Costa no Sine Die) e o estado comatoso do planeta (leia-se Manuela Araújo no Sustentabilidade é Acção)!... e pronto!... por hoje chega!... mas, para efeitos de uma catarse indispensável nos dias que correm, deixo ainda uma memória evocada pelo Poet'Anarquista e o "Poema em Linha Recta" que, em boa hora, nos devolve Rodrigo Henriques no Folha Seca.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Leituras Cruzadas...

Muito há a dizer na noite que antecede o início dos trabalhos do FMI em Portugal, em pleno período pré-eleitoral, após o congresso do partido do governo, depois de mais um tétrico tremor de terra no Japão e depois da entrevista que Mário Soares acabou de dar à RTP. Porém, pelo valor intrínseco que motiva as nossas intervenções no sentido do reconhecimento da ética, da objectividade, do interesse prioritário da qualidade de vida das pessoas e da defesa dos direitos dos cidadãos conquistados democraticamente e recentemente alvo de sucessivos retrocessos, há uma notícia que merece, de facto!, a nossa reflexão. Refiro-me a Fernando Nobre, o homem que se proclamou independente e apartidário, que entrou numa corrida eleitoral presidencial com objectivos que evidenciaram, desde o primeiro momento, o intuito de alterar os resultados possíveis de uma eleição, como agente externo mas, a quem poderiamos, num acto de boa-fé (é verdade que, como diz uma amiga minha sempre que eu invoco o princípio da boa-fé, base jurídica primordial: "Tu lembra-te sempre que Boa-Fé é uma freguesia" - e é!... localiza-se, para quem não sabe no concelho de Montemor-o-Novo, a escassos kilómetros de Santiago do Escoural), presumir ingenuidade (a que eu já chamei, apesar disso e aqui mesmo, narcisismo!) ou inexperiência, vulnerabilidade ou megalomania... mas se a notícia merece hoje o nosso destaque é, simplesmente(?), porque, ontem, o mesmo Fernando Nobre aceitou ser cabeça-de-lista do PSD pelo círculo eleitoral de Lisboa, a troco de um lugar até hoje nunca pré-anunciado: o de Presidente da Assembleia da República, no caso de vitória do, afinal!, seu partido! Por isso, depois de ontem ter consultado (sem comentar, refira-se) a página do Facebook de Fernando Nobre e de ter lido a expressão clara de sinceras desilusões de pessoas que nele votaram por acreditarem na sua titubeante e patética demagogia, acabei de ler, há pouco, em nota de rodapé nas televisões, que a referida página foi encerrada para calar ou esconder as críticas que a sua afinal tão propagada transparência não foi sequer capaz de enfrentar. Por tudo isto e pelo significado que a decisão de Fernando Nobre traz à cidadania em que as sociedades contemporâneas depositam parte substantiva da esperança , vale a pena destacar uma série de leituras, de autores sérios e lúcidos que sempre defenderam o exercício saudável desta cidadania que Fernando Nobre tem o desmérito de trair, despertando a justa desconfiança das pessoas no que parecia ser uma fonte de energia alternativa, paralela ao exercício de uma democracia representativa que, por sinergias próprias, incorre muitas vezes em erros, a que a democracia participativa pretende dar um contributo qualitativo, generoso, benéfico e corrector. Pelo mal que Fernando Nobre acabou de institucionalizar contra o interesse público e o altruísmo democrático, fruto de um genuíno exercício puro de participação cívica, leiam-se aqui alguns dos comentários que, por suas mãos e por sua exclusiva culpa narcisista, suscitou:


JMCorreia-Pinto no Politeia

Raimundo Narciso no PuxaPalavra

Graza no Arroios


Renato Teixeira no Cinco Dias

Luís Menezes Leitão no Albergue Espanhol

...porém, felizmente!, porque o problema de Portugal se não esgota nas atitudes que caracterizam as personalidades e patologias de cada protagonista, vale a pena ler, com atenção, sobre a tão requerida "ajuda externa" a Portugal, o que escreveu o já citado JMCorreia-Pinto, sobre o papel político dos cidadãos, o excelente texto de José Saramago no Outros Cadernos de Saramago e sobre o "estado da arte" do panorama político-partidário português, o post de Rui Namorado no O Grande Zoo.

A terminar o Leituras Cruzadas de hoje, fica ainda registo de uma boa notícia (leia-se o post de Sofia Loureiro dos Santos no Defender o Quadrado e ouça-se, na íntegra, no Absorto de Eduardo Graça*) e a divulgação, o apelo e o agradecimento ao também já citado Graza no Arroios.
(nota: o post assinalado com asterisco foi publicado umas horas depois da publicação deste post)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Leituras Cruzadas...

O país respira um ambiente pré-eleitoral e a comunicação social esforça-se por lhe suscitar irritabilidade (vale a pena ler o texto publicado no Socialismo-Cultura) e, apesar das leituras e factores que requerem tranquilidade analítica (vale a pena ler os textos de JMCorreia-Pinto no Politeia, de Francisco Seixas da Costa no Duas ou Três Coisas, de Osvaldo Castro no A Carta a Garcia, de Vital Moreira no Causa Nossa, de Joana Lopes no Entre as Brumas da Memória, de Fernando Cardoso no Ayyapa Express, de Graza no Arroios, de Ricardo Vasconcelos no Activismo de Sofá e de Filipe Tourais no País do Burro), o mundo democrático ocidental atravessa, particularmente na União Europeia, uma crise identitária grave de que é incontornável reflexo estrutural o estado económico-social e financeiro dos Estados-membros... contudo, porque das crises podem também emergir a criatividade ou a opção por novas soluções, há sinais de mudança que vale a pena referir, como o que se pode ler no texto de Rui Namorado que coloca o "dedo na ferida" não só no que se refere ao plano europeu mas, também, na abordagem para que nos remete no seu O Grande Zoo, a partir da análise de caso do Partido Socialista e que denota, na essência, o grande desafio com que se confronta a democracia representativa em Portugal.
Agradecimento a Rui Namorado que gentilmente nos honrou com a referência que podemos ler AQUI.

domingo, 20 de março de 2011

Leituras Cruzadas...

Hoje, o dia esteve lindo e, ainda a esta hora, a lua abre uma estrada de luz sobre o Tejo até à outra margem, no horizonte desta janela em frente da qual me sento a escrever... por isso, acredito que me compreendem quando digo que, pelo menos, hoje, não tenho energia nem paciência para acrescentar mais palavras à inacreditável irresponsabilidade política dos dias que, infelizmente!, bem caracteriza a imaturidade democrática desta infantilidade pública a que, em nome de interesses escusos, os fracos partidos que temos continuam a hipotecar as pessoas, os países e o interesse nacional... em troca de nada, convenhamos - a não ser a sua própria e ridícula vontade de poder... assim, com um abraço grato e reconhecido, deixo a palavra aos que, felizmente, escrevem e se deixam ler para melhor se pensar:
JMCorreia-Pinto no Politeia
F.Seixas da Costa no Duas ou Três Coisas
Francisco Clamote no Terra de Espantos
João Rodrigues no Ladrões de Bicicletas
Miguel Abrantes no Câmara Corporativa
Ricardo Paes Mamede no Ladrões de Bicicletas
Valupi no Aspirina B
Nuno Sotto Mayor Ferrão no Crónicas do Professor...
... e, por todos nós, uma homenagem de Rodrigo Manuel no Folha Seca a todos os Bloggers que fazem dos dias... dias melhores porque mais solidários!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Leituras Cruzadas (Actualizadas com *)

Felizmente, podemos hoje dizê-lo!, a cidadania levanta-se contra as ditaduras onde menos se esperava (leiam-se os textos de Ricardo Alves no Esquerda Republicana, de Miguel Madeira no Vento Sueste, de Pedro Correia no Albergue Espanhol e de Joana Lopes no Entre as Brumas da Memória)... e enquanto por cá continuamos a ver trilhados enviesados caminhos (leia-se o texto de JMCorreia-Pinto no Politeia*) de uma política que, sem argumentos, se socorre de obscuras estratégias (atenda-se ao referido por Miguel Abrantes no Câmara Corporativa) que ensombram, indelével mas cada vez mais despudoradamente!, a democracia (veja-se e leia-se o mais recente post do We Have Kaos in The Garden), é bom que se perceba que os cidadãos sabem interpretar os sinais (ler Raimundo Narciso no PuxaPalavra) e tirar ilacções dos modelos político-financeiros que nos dão como adquiridos (vale a pena atender às observações de Ricardo Paes Mamede no Ladrões de Bicicletas e de Osvaldo Castro no A Carta a Garcia)... porque o mundo precisa urgentemente de quem tenha a coragem de reagir... para que, progressivamente, seja confrontada, assumida e corrigida, a profundamente injusta distribuição dos bens em que assentam as desigualdades e as ditaduras (leiam-se T.Mike no Vermelho Cor de Alface* e Carlos Fonseca no Aventar).
(Os links assinalados com asterisco foram acrescentados "a posteriori" como se percebe pela data de publicação dos respectivos post's)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O não-dito de uma crise que, afinal!, não conhecemos!




Vieram hoje a público as recentes declarações do FMI, alertando os Estados para o facto da crise ainda não ter atingido os chamados "países periféricos" de que Portugal, tal como a Grécia, a Irlanda e quiçá, a Espanha e a Itália fazem parte... Curiosamente, porque não sei se já alguma vez repararam no facto de serem considerados "periféricos" todos os países que integram, inequivocamente, a designada Europa do Sul, as declarações surgem num momento em que os cidadãos estão cansados de ser penalizados exactamente em nome dessa crise que, afinal!, diz quem sabe?!, ainda cá não chegou (ler aqui)... as consequências sociais e políticas do enredo de fenómenos que estas e outras declarações e percepções similares implicam são, uma das grandes prioridades a que cidadãos e partidos deveriam dar a maior atenção... ou, pelo menos, alguns partidos - apesar da tentação provocada pelo excesso de informação associado ao seu efectivo défice analítico e pela necessidade de cumprimento das exigências de curto prazo (responsáveis afinal de contas por essa crise que todos vivemos mas que, ao que dizem!, ainda não chegou!) em se confundir "a árvore com a floresta"!... porque a verdade é que, digam o que disserem, não estamos a assistir ao reforço democrático da Europa onde, progressiva mas continuadamente, se perdem direitos laborais e sociais, enquanto, bem pelo contrário, se assiste, um pouco por todo o lado, ao fortalecimento da direita e, sejamos claros!, da extrema-direita que vai utilizando os mecanismos legais e institucionais possíveis para ascender ao poder e disseminar a sua ideologia. E se nos não chega a informação da comunicação social sobre esta realidade, mal não nos faria recorrermos à literatura contemporânea do norte da Europa e, concretamente, da Suécia... porque se a "Trilogia Millenium" de Stieg Larsson se constitui como um exemplo paradigmático nesta matéria, outros autores, escritores e jornalistas continuam a dar o alerta disponível para quem o puder apreender... é o caso, entre outros, de Gellert Tamas e do seu livro "O Assassino do Laser" que pode conhecer melhor na entrevista que pode ser lida exactamente aqui.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Leituras Cruzadas...

O ritmo dos dias corre de tal modo acelerado que, entre tarefas e cansaços, nem tempo tenho tido para responder a quem por aqui passa e deixa contributos e apreciações dignas da minha melhor atenção... contando com a generosidade do entendimento de todos pela qualidade humana a que já me habituaram, continuo a escrever nos breves intervalos de que vou dispondo e deixo hoje umas Leituras Cruzadas sem grandes comentários porque a citação lhes basta para o relevo que merecem (e a promessa de retomar as respostas devidas tão breve quanto possível). E por ser incontornável o drama que atingiu o Brasil, na solidariedade que nos merece a melhor atenção, sugiro a leitura dos registos de Celso Martins no Sambaqui na Rede e de Luciano Turl no Vida de Bombeiro; além disso e por se saber dos múltiplos rostos que a esperança solidária assume, cabe-nos também aqui destacar a Revolução do Jasmin que teve lugar na Tunísia e sobre a qual escreveram Raimundo Narciso no PuxaPalavra, João Ricardo Vasconcelos no Activismo de Sofá, Francisco Clamote no Terra dos Espantos e João Tunes no Água Lisa. Porém, porque Portugal está à beira de eleições presidenciais, vale a pena ler o que escreveram Osvaldo Castro no A Carta a Garcia e Garcia Pereira no António Garcia Pereira num tempo em que a demagogia, o populismo e a frágil memória minimizam o que preferiam ignorar e que nos relembram JM Correia-Pinto no Politeia, Weber no Mainstreet e João Magalhães no Câmara Corporativa... Porque os dias que correm não estão para brincadeiras como bem nos lembram José M.Castro Caldas no Ladrões de Bicicletas e, em particular, Henrique Sousa no Grão de Areia e Eduardo Marculino no História Viva.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Leituras Cruzadas...

Os debates entre candidatos presidenciais, nesta sua primeira fase, têm revelado as razões da desmobilização pública face à próxima eleição do Presidente da República que terá lugar daqui a um mês, dia 23 de Janeiro. De facto, a ausência de diferenças claras na visão do perfil presidencial e a incontornável dificuldade dos candidatos em falar abertamente sobre as respectivas propostas para o exercício das mais altas funções do Estado, quer por razões diplomáticas eleitorais, quer porque os portugueses estão deveras centralizados no problema económico a que Governo, União Europeia e oposição não dão respostas minimamente satisfatórias face ao desalento social, concorrem para que a eleição do Presidente da República resulte numa efeméride ditada quase pelo acaso de uma reeleição por imobilismo ou por uma segunda volta inesperada por margens mínimas. Vale a pena ler alguns textos que desta realidade dão nota quer para verificarmos "o pulso" ao país, quer para percebermos o que é apontado como causa da anomia que envolve o fenómeno: sugiro, para o efeito, que visitem aqui o Politeia, A Carta a Garcia, o Conversa Avinagrada, o Delito de Opinião, o Vermelho Cor de Alface e o Defender o Quadrado. A verdade é que o nosso país suscita, em termos governamentais e presidenciais, apreciações como a que se pode ler em O Tempo das Cerejas, no PuxaPalavra, no SineDie ou no Albergue Espanhol... e se é verdade que o mundo contemporâneo e particularmente o designado mundo ocidental, deveria atender, antes de mais, ao problema aqui abordado pelo Sustentabilidade é Acção, bom seria também que aprendessemos a analisar a realidade não apenas em termos imediatistas e especulativos mas, em termos de médio e longo prazo e que, ao invés de nos bastarmos no esforço do auto-elogio em auto-defesa por exemplo no que respeita à Educação, tivessemos a coragem de olhar para as nossas insuficiências de modo a que as pudessemos corrigir e melhorar qualitativamente, de modo a aumentar as nossas potencialidades para enfrentar o futuro (vale a pena ler, a propósito do PISA, o que hoje se escreveu no Câmara Corporativa e no Aventar)... porque a verdade é que foi hoje noticiado o número astronómico de prestações sociais cortadas ou reduzidas a cidadãos que, seguramente, não enriqueceram nem obtiveram empregos sustentáveis nos últimos meses. Estamos, também aqui, por tudo isto, a viver entre imagens de desejos e especulações que nos levam a evocar a reflexão feita no Certamente, a propósito do caso WikiLeaks.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Leituras Cruzadas...

É importante chamar a atenção para abordagens sérias dos problemas que nos afectam e porque, de facto e felizmente, há textos que vale a pena destacar, proponho hoje as seguintes leituras na blogosfera (sobre a qual vale a pena ler o texto de Valupi no Aspirina B) onde, não posso deixar de estranhar a ausência dos comentários à proposta de criação de um Fundo Financeiro para os Despedimentos a que aqui já fiz referência por considerar grave a adopção duma medida que facilita a destruição da prioridade económica do nosso país que, sabemo-lo todos!, é urgente reproduzir, aumentar, criar e reforçar: o emprego. Por estarmos longe do que escreve Miguel Madeira e de nem sequer termos traduzidos para língua portuguesa livros como o que refere João Rodrigues no Ladrões de Bicicletas, o facto é que o actual momento se pode apresentar com a frontalidade incisiva com que o faz Fernando Cardoso. A realidade em que assenta o "estado de alma" do pensamento nacional reflectido por Vitor Dias no Tempo das Cerejas e por JMCorreia Pinto no Politeia justificam a reflexão e a intervenção cívica e política com carácter de urgência para que a luta contra a pobreza seja de facto eficaz e se não esgote no assistencialismo (imperativo para quem tem fome mas que não elimina nem trava, de modo algum, as causas do fenómeno)... e se por cá continuamos a tentar iludir os factos com dados que correm o risco de se esgotar na construção de uma imagem que ilude mas não garante aquisição de competências eficazes para o desenvolvimento (vale a pena ler o texto de João José Cardoso no Aventar sobre o PISA), a verdade é que temos que tomar o futuro "em mãos" porque contar com o contexto em que nos movemos também não resolve grande coisa (vale a pena ler as incontornáveis referências a que Manuela Araújo nos permite aceder no Sustentabilidade é Acção e a lista de países que recusaram estar presentes na atribuição do Prémio Nobel da Paz dada a conhecer no Ayyapa Express)...

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Leituras Cruzadas...

Desde o último Leituras Cruzadas, o país está mais ou menos na mesma mas vale a pena chamar a atenção sobre questões que, por muito que se repitam, nunca será demais lembrar (leiam-se os textos de Carlos Barbosa de Oliveira no Crónicas do Rochedo, Filipe Tourais no País do Burro, João Carvalho no Delito de Opinião e Osvaldo Castro no A Carta a Garcia)... entretanto, a complexidade do mundo continua a "dar cartas" e a obrigar-nos ao desenvolvimento da estratégia e da inteligência em nome da manutenção de valores dados por adquiridos mas que, a todo o momento, constatamos estarem, afinal!, em causa (vale a pena ler os textos de Raimundo Narciso no PuxaPalavra, de Porfírio Silva no Machina Speculatrix, de Henrique Sousa no Grão de Areia e do excelente link que Nuno Ramos de Almeida faz no Cinco Dias)...
... finalmente, no Leituras Cruzadas de hoje, vale a pena destacar, pelo significado cultural dos seus conteúdos, dois textos publicados por Eduardo Marculino no História Viva e a citação de Ariel no Cirandando.

domingo, 31 de outubro de 2010

Leituras Cruzadas - Especial

A propósito da Arte (ver aqui), ao dar o passeio blogosférico em que revisito os textos que, ao longo dos dias, me vão prendendo a atenção, deparei-me com este Poema publicado por Leca, no Mínimo Ajuste... e tornou-se incontornável este Especial do Leituras Cruzadas em que a Arte, como forma de autenticamente pensar e reflectir a realidade, assume o protagonismo, tocando, de forma transversal, as dimensões política, científica e social da vida. Proponho-vos por isso que me acompanhem num passeio deveras interessante que denota como, afinal e apesar das aparências, há quem ainda resista à manipulação mediática e permaneça com o discernimento aceso como convém à condição humana e que começa, simplesmente, com um texto literário de de Rui Herbon no Jugular e com duas citações; uma, apresentada por Eduardo Maia Costa no Sine Die e outra, também complexa mas muito menos evidente, de Pedro Correia no Delito de Opinião. Mas, porque a Arte é sempre uma resultante sublimatória e catártica da vida, não podemos deixar de referir a entrevista citada por Rui Caetano no Urbanidades da Madeira ou a indicação feita pelo já citado Rui Herbon a um trabalho televisivo de alta qualidade que cumpre a mais alta missão de defesa dos Direitos Humanos, da autoria da excelente e sempre discreta Cândida Pinto... e porque vale a pena relembrar que o universo é muito maior que a nossa pequenez, vale a pena ler o que connosco partilha Weber no Mainstreet pois, como bem nos re-centram na realidade JMCorreia-Pinto no Politeia ou o também já citado Eduardo Maia Costa, a sociedade portuguesa continua exposta a problemas que, como refere Vital Moreira no Causa Nossa ou Miguel Gomes Coelho no Vermelho Cor de Alface, denotam a negligência com que, no nosso país, se tende a ignorar o que o mundo nos vai ensinando e de que Alexandre Abreu nos dá um bom exemplo nos Ladrões de Bicicletas - o que, diga-se em abono da verdade, esperamos que não seja o caso (como pensamos que não é, dado que Dilma tem uma excelente previsão para a vitória eleitoral de hoje) dos nossos concidadãos brasileiros a quem bem e graciosamente se referem Carlos Barbosa de Oliveira no Crónicas do Rochedo, Rogério Pereira no Conversa Avinagrada e MFerrer no Homem ao Mar. Porém, porque comecei por referir as questões da Arte que despertaram este post, não posso deixar de fazer alusão à polémica suscitada por Rafael Fortes no Cinco Dias a propósito de um juízo de Fernanda Câncio sobre uma questão a que me referi aqui... de qualquer modo, Arte é também Cultura e não podendo ignorar o que hoje dela reconhecemos, vale também a pena recordar o que evoca Eduardo Marculino no História Viva, raiz de tanta raiz - ainda que menosprezada pelos que pensam que o mundo termina e começa no seu próprio espelho de egocentrismos. Termino, por hoje, com uma voz e um poema que integra a arte da identidade portuguesa... porque afinal, foi da expressão artística que falámos e cujo exemplo, misto de tradição e inovação, Osvaldo Castro publicou no A Carta a Garcia.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Leituras Cruzadas - Especial Nobel mas, não só...

O Prémio Nobel da Paz foi hoje atribuído ao conhecido dissidente chinês, Liu Xiaobo, condenado a uma pena de prisão de 11 anos por enfrentar o regime da República Popular da China ao reivindicar o respeito pelos Direitos Humanos no seu país. A atribuição do Nobel da Paz a Liu Xiaobo deu já origem, como seria de esperar!, à reacção das autoridades chinesas que afirmam a degradação das relações da China com a Noruega na sequência desta escolha da Academia Nobel para o mais prestigiado galardão mundial no reconhecimento do combate pela paz, a liberdade e a tolerância e na condenação dos que insistem em ignorar e violar os Direitos Humanos (vale a pena ler, sobre o Nobel da Literatura, o texto publicado nos Outros Cadernos de Saramago, tal como é importante ler, sobre o Nobel da Paz o que diz o Grupo de Apoio ao Tibete, João Carvalho no Delito de Opinião e João José Cardoso no Aventar ou, designadamente por se referir também ao Nobel da Medicina, cujo trabalho na área da fertilização "in vitro" não pode ser minimizada ou ignorada em contextos de envelhecimento populacional extra-ordinário, o que escreveu João Tunes no Água Lisa).
Entretanto, por cá, a guerra económico-financeira continua e apesar de, como diz Manuel Alegre, o congelamento de salários ou mesmo, a generalidade das medidas de austeridade não resolvem a situação económica do país, servindo apenas para encontrar receitas capazes de responder à questão do deficit, a verdade é que a demagogia continua, inútil e injustamente, a fazer eco (como bem exemplificam os textos de Nuno Teles no Ladrões de Bicicletas, de João Ricardo Vasconcelos no Activismo de Sofá e, no já referido Delito de Opinião, de João Carvalho). De qualquer modo, por razões que Eduardo Pitta denota no Da Literatura emergem reacções colectivas de que Daniel Oliveira dá nota no Arrastão, enquanto o maior partido da oposição continua a desenvolver argumentos de impasse que, configurando a tensão e o contraditório, nada acrescentam de útil à dinâmica socio-económica (leia-se o texto de Osvaldo Castro no A Carta a Garcia e de JMCorreia-Pinto que escreve ainda um outro texto que vale mesmo a pena ler... no Politeia, claro!).

domingo, 26 de setembro de 2010

Leituras Cruzadas...

Enquanto a economia mundial continua a sua saga de impasses e dificuldades, enredada na opaca discursividade institucional que, felizmente, alguns economistas persistem em desnudar (leia-se o texto de Nuno Teles no Ladrões de Bicicletas cuja versão integral connosco partilha João Rodrigues no Arrastão), as notícias sobre o futuro económico português continuam a suscitar sérias interrogações (leia-se o texto de Jorge Fliscorno no Aventar) numa sociedade em que o panorama político, marcado pela guerrilha retórica (a que bem alude M.Ferrer no Homem ao Mar e que é magistralmente exemplificada no post de Paulo Guinote no A Educação do Meu Umbigo), relativiza a discussão filosófico-ideológica da dinâmica socio-política (leia-se o texto de Nuno Ramos de Almeida no Cinco Dias) e o sentido de responsabilidade cívica e humana que deveria caracterizar os representantes partidários em quem os portugueses depositam o que lhes resta da confiança e/ou da teimosia em defender projectos de construção social que consideram, uns e outros, por múltiplas razões e motivações, adequados a Portugal (leia-se ou melhor, ouça-se, o que Jose Carlos Molina selecciona no seu Hacia un Mundo Nuevo).... tudo isto, apesar das amargamente tristes experiências que a demagogia tem deixado registadas na história (de que é exemplo, no nosso país, o que Joana Lopes refere no seu Entre as Brumas da Memória) e que muitos persistem em propagandear, confundindo conceitos e escrevendo assertivamente pseudo-juízos sob a capa de informação/opinião (leia-se o texto de Helena Matos no Blasfémias) ou afirmando tudo e o seu contrário numa insólita negligência intelectual que mais parece a a desorientação insegura de quem se habituou a pedir, sem grandes critérios, patrocínios por todo o lado (leia-se o texto de T.Mike no Vermelho Cor de Alface). Felizmente, ainda há, no mundo, povos e cidadãos que não desistem de reiterar a esperança e as convicções em projectos sociais capazes de não minimizar os desafios da pobreza, da violência e da tradicional assimetria económica que recai sempre, com todos os custos, sobre quem trabalha e assim continua a sobreviver, empobrecendo (leia-se o texto de Osvaldo Castro no A Carta a Garcia)... é por isso que, para além da discussão economicista e financeira a que tentam reduzir-nos a realidade, vale a pena continuar a chamar a atenção para o que, apesar de menos visível, é, de facto, essencial e determinante para a coesão solidária do futuro (leia-se o post de Eduardo Graça no Absorto) e para a arte com que temos de continuar a olhar o presente e o futuro (a propósito de arte, leia-se e veja-se o post de Rogério Pereira no Conversa Avinagrada)...

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Leituras Cruzadas...

Depois do sol e do mar com que se recarregam energias ou com que, pelo menos, se reforça e se dilata a nossa paciência para os paradoxos e impasses com que vemos o poder gastar o tempo enquanto os cidadãos prolongam a sua capacidade de sobrevivência e resistência, eis que regressamos de forma a resgatar, pouco a pouco, os intervalos comunicativos e as sempre saudáveis e estimulantes pontes do pensar e do dizer, sob a égide de uma bondade que emana da amizade que subjaz à interacção desinteressada e autêntica que torna os dias mais belos e mais ricos. E neste regresso, hoje, ao invés de cruzar, limito-me apenas a enunciar alguns dos textos que me despertaram a atenção e cujo sentido se cruzará, seguramente, sob o olhar da sensibilidade e da mente de todos nós, seus leitores:
Levantando a Voz Contra a Fome in Sustentabilidade é Acção;
A Consciência de Participar in Outros Cadernos de Saramago;
Para os que não querem que a Europa continue a medina-carreirar in Ladrões de Bicicletas;
Histórias que não se Repetem? in Arrastão;
Artigo 13º da Constituição da República in Câmara Corporativa;
27 de Maio in Duas ou Três Coisas;
Homilias Dominicais (citando Saramago) - 7 in Conversa Avinagrada;
O Regresso da Política Industrial in Ladrões de Bicicletas;
Absolvido no Tribunal da Televisão in Delito de Opinião.