quinta-feira, 10 de maio de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Da (des)informação e da manipulação político-económica
sábado, 11 de fevereiro de 2012
A leitura do Engª Mira Amaral...
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Critérios?... ou falta deles?...
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Ajustamento - disse ela!? ...
terça-feira, 30 de novembro de 2010
De Trichet a Obama - Pequenas/Grandes Questões...

sexta-feira, 9 de julho de 2010
Da PT aos Paradigmas Presentes e Futuros...


sexta-feira, 2 de julho de 2010
Perguntas Golden...

sábado, 21 de novembro de 2009
Marketing e Navegação à vista
"(...) Que difícil ser próprio e não ver senão o visível." (Alberto Caeiro)
... Jacques Brel e Alberto Caeiro - eis as evocações possíveis depois de se ouvir falar em "espionagem política", quando está em causa o Ministério Público, quando todas as condições concorrem para se falar no desrespeito pela separação de poderes e quando se induzem intenções a partir da especulação explorada após o enunciar de suspeitas, reagindo-se como se de um reflexo condicionado se tratasse... assumindo o risco de descredibilizar a investigação e a avaliação racional dos problemas... a precipitação da auto-defesa, num quadro de maioria relativa em que se adivinham difíceis, morosas e plurais negociações justifica a insensatez?... não!... explica-a mas, de facto, não a legitima... como o preço de acordos pontuais de que é exemplo a avaliação de professores ou o espanto ministerial perante o número de pessoas sem trabalho quando se cumpre a, há muito, anunciada maior taxa de desemprego de que há registo, que mais não significam senão que a tudo se está disposto para viabilizar, sem emendas, propostas polémicas que uma oposição esvaziada aproveita, de forma gratuita e sem alternativas (ou não exigiria a anulação da avaliação de professores e apresentaria, isso sim, medidas concretas para o combate ao desemprego como prioridade no debelar da crise)... A "navegação à vista" tem destas coisas: gere o possível sem se comprometer com coisa alguma e dá razão ao que fôr preciso para não aparentar perder a razão... independentemente do interesse nacional! ... porque o interesse nacional, mais do que ver aprovadas apressadas propostas de lei escassas no conteúdo, exige tempo negocial, recalendarização da agenda parlamentar, reformulação de propostas e flexibilidade analítica de Governo e oposição... ficamos assim, afinal de contas, com a sensação de que o Governo está apenas, talvez até inconscientemente por excesso de vontade de afirmação, a criar condições para a emergência de oposições consolidadas... porque medidas conjunturais são efémeras e o país carece de intervenções estruturais em que todos se comprometam, não para contabilizar vitórias de Pirro perante si próprios mas, para procurar e encontrar soluções melhores... claro que espreita, sobre o ombro de todos, a aprovação de um Orçamento de Estado, a votar... mas o interesse nacional, declarado eleitoralmente, não se satisfaz com o preço da abstenção e visa, pelo contrário, o esforço em fazer mais e melhor do que, apenas, contar com o não bloqueio dos outros... porque o Marketing não retira mas antes fornece razões para que avaliem e intervenham na realidade, quase exclusivamente, valorizando e exibindo uma imagem de aparência que se esgota no ruído das campanhas ou da publicidade mediática sobre acordos que, na realidade, pouco mudam o que urge mudar na vida do país e dos cidadãos.
sábado, 16 de maio de 2009
Política e Economia, Hoje - à espera do "Super-Homem"?
Manuela Ferreira Leite, em entrevista ao "Diga lá, Excelência" afirma querer ganhar eleições sem contudo reclamar uma maioria absoluta... para poder compreender a sua já habitualmente enredada argumentação sobre a questão da governabilidade, presumo que isto significa a confiança numa aliança táctica com o CDS... sem soluções para o país, a líder da oposição insiste no reducionismo discursivo assente na gratuita reivindicação dos votos dos eleitores... como aliás, acontece com a generalidade dos políticos portugueses nomeadamente, no que se refere à apresentação de um pensamento próprio que, meritoriamente, denote o que pretendem os candidatos ao Parlamento Europeu fazer quando forem eleitos... Enquanto o mundo dá sinais de continuidade de uma crise gravissima (leia-se o que dizem José Manuel Dias no Cogir e Filipe Tourais no País do Burro), constata-se a incapacidade de utilizar este momento para, de forma efectiva, se proceder a mudanças radicais que, no plano político-ideológico (retirem-se algumas conclusões do texto de JMCorreia Pinto no Politeia) e económico-social, são indispensáveis para um controlo dos custos sociais da crise que minimize os seus efeitos nas populações. Na verdade, só a título de exemplo, veja-se o que se passa com os produtores de carne e de leite portugueses... com a crise social, o desemprego e a fome que ameaçam os cidadãos pobres e em risco de pobreza, não seria uma causa digna contribuir de forma efectiva para a reforma dos princípios comunitários que têm regido a PAC?... ou os políticos do nosso futuro próximo querem apenas ser correias de transmissão de um pensamento e de um Direito que a realidade prova estar a afastar-se a grande velocidade dos pressupostos da cidadania europeia, facilitando o caminho à exclusão a que conduz a contínua redução do acesso aos modos de sobrevivência inerentes ao que, no âmbito dos Direitos Humanos, se reconhece indispensável à dignidade da existência humana?... sábado, 11 de abril de 2009
Notas breves sobre a Crise... Política!
segunda-feira, 2 de março de 2009
Cenários da crise...

domingo, 1 de março de 2009
Agradecimento a Carlos Santos (O Valor das Ideias)

domingo, 8 de fevereiro de 2009
A Crise como Desafio à Economia Política
Enquanto se desenrola o jogo da velha lógica da política entre partidos e movimentos que, centrados no seu próprio umbigo, repetem à exaustão as suas divergências tantas vezes pouco evidentes, a crise transversal em que desembocou o mundo financeiro e a economia global persiste, deixando ao critério político um repto a que é preciso responder de forma adequada. Atónitos, políticos, gestores, economistas e empresários correm o risco de perder demasiado tempo por excesso de precaução, num esforço inglório de auto-defesa dos seus interesses e princípios... porque a complexidade do problema implica, não só uma profunda reorganização económica como também uma estrutural revisitação ideológica. Perante o choque que a realidade representa para quem se pensava confortável no sistema, o desafio é maior do que a capacidade de o pensar... e é urgente pensá-lo porque, depois das soluções de emergência com que se vão organizando pequenas respostas imediatas através dos planos contra a crise, não podem reproduzir-se as lógicas e os modelos cujos efeitos estão à vista... No que respeita ao nosso país, vale a pena ler Nuno Ramos de Almeida e João Correia Pinto, respectivamente, no Cinco Dias e no Politeia, cujos textos reflectem o estado da arte em Portugal.
"Esta Democracia é Vossa!"
Preferia que o vídeo estivesse legendado e traduzido... de qualquer forma, a mensagem é mais importante que o idioma e prevalece a intenção de partilhar convosco este discurso de Barack Obama. Dirigido aos americanos no âmbito do envolvimento dos cidadãos na operacionalização do Plano Económico, cuja aprovação se espera venha a ser conseguida no Senado com o apoio de, pelo menos, 3 Senadores Republicanos que se podem associar na votação ao Partido Democrata, este discurso assinala uma nova forma de fazer e estar na política...
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Sinais dos Tempos - da falência à nacionalização

domingo, 1 de fevereiro de 2009
O mundo não é só a Europa... e está a mudar!

Contestar Davos... Já! ... Yes, We Can!

Entre Belém e Davos... o mundo e as pessoas!

sábado, 17 de janeiro de 2009
Bancos - um alerta com 206 anos!

Thomas Jefferson, 1802
(citação seleccionada e enviada por: Fernanda Durão)



