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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Sem Sonhos... nem Ideias...

«A entrevista de Pedro Passos Coelho à SIC foi a imagem de um regime que deixou de sonhar. Vive confinado a um desígnio económico e financeiro: debelar a dívida. Tudo o mais não existe no pensamento político do primeiro-ministro. Nem sequer tem sonhos para partilhar. E, não os havendo, que sentido político e social há para tamanho sacrifício? A mensagem de Passos Coelho foi uma pobreza total: de sonhos, mas sobretudo de ideias. O País pode estar melhor mas vive uma enorme insolvência de ideais, de ética, de moral e de cultura. E nisso Passos não está sozinho. Basta escutar a oposição.»
 
Fernando Sobral in Jornal de Negócios

(via Pedro Correia no blogue "Delito de Opinião")

domingo, 14 de julho de 2013

"... Entalar o PS..." - disse ele...

Se dúvidas houver, vale ainda mais a pena ler AQUI a entrevista de Manuel Alegre ao DN... porque, de facto, o essencial de toda esta, -digamos assim!, performance, é criar o completo envolvimento do PS no pântano comprometido em que nos afundamos, retirando-lhe, sem retrocesso!, qualquer possibilidade de evocação de distanciamento relativamente às decisões e opções de uma maioria governamental de que não faz parte - e de que, para o fazer!, o mínimo que se pode exigir é que seja em resultado de uma clara expressão eleitoral. 

sexta-feira, 24 de junho de 2011

"A Força das Ideias" de Francisco Assis - Uma Aproximação à Cidadania

Vale a pena ler a Moção Global de Estratégia de Francisco Assis, candidato a Secretário Geral do PS, função essencial ao desenvolvimento de uma oposição consistente e sólida a uma potencial hegemonia que  só as ideias e a efectiva participação colectiva dos cidadãos podem "chamar à razão" sempre que se justificar: "A FORÇA DAS IDEIAS", um contributo verdadeiramente interessante para o repensar da chamada democracia representativa onde se podem encontrar propostas concretas de aproximação à democracia participativa.
(Este post substitui um outro cujo "peso" das ligações dificultava o funcionamento do próprio blogue. As minhas desculpas aos leitores e, passe a imodéstia!, este é até bastante mais interessante!)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Francisco Assis e a indispensável liderança da Oposição...

Tenho percebido que a candidatura de António José Seguro é associada a um qualquer tipo de anti-socratismo, elementar e latente no descontentamento manifesto nas últimas eleições legislativas... Interrogo-me sobre o papel das representações e construções dos "mitos" contemporâneos, assentes numa espécie de entendimento de "oposição gratuita", afinal linear!, das aparências - que, pelo menos, desde a Grécia pré-socrática, com Parménides e Platão, foi explicitada no que reconhecemos no dito popular: "as aparências iludem"... ora, observando com atenção e escapando à tentação de identificar os rostos mais mediáticos com o popularmente designado "aparelho", parece uma evidência que o dito "aparelho" apoia Seguro tal como o PSD prefere... curiosidade ou coincidência?... bom, para já fica o link para a entrevista de Francisco Assis a ser publicada pelo Público: 


... vale a pena ouvir os pequenos excertos com atenção e perceber, nas entrelinhas, a inteligência e a segurança de alguém que se tem assumido com seriedade, honestidade, frontalidade e transparência... entretanto, podem ler a Moção de Francisco Assis "A Força das Ideias" e alguns dos seus destaques e agenda AQUI.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ainda a Oposição... e as declarações do Constitucionalista Jorge Miranda

Afinal, apesar da expectativa suscitada por uma declaração aos jornalistas durante a Comissão Nacional do PS, anunciada pelo próprio António Costa, o Presidente da Câmara de Lisboa não será candidato ao cargo de Secretário-Geral do Partido Socialista... Segundo a comunicação social, as eleições directas para eleger o Secretário-Geral que sucederá a José Sócrates, decorrerão entre 22 e 23 de Julho e o Congresso deste partido irá realizar-se no fim-de-semana de 9, 10 e 11 de Setembro... apesar da ponderação que requer a reorganização estratégica do maior partido da oposição, seria -ou melhor, será!- importante que o PS não negligencie os próximos tempos - porque, "pelo andar da carruagem", até Setembro, "muita água correrá sob as pontes" e não seria, digamos assim!, muito adequado, deixar de estar atento para reagir, participativa e activamente, a eventuais decisões que justifiquem uma séria discussão política - tanto mais que o Partido Socialista, conhecendo melhor que ninguém, os compromissos assinados, pode e deve pronunciar-se sob as opções das suas propostas de execução - já que os termos do acordo são, só por si, preocupantes e gravosos q.b. para todos nós e que o seu impacto depende, de facto!, da forma como forem executadas as medidas previstas... (a reiterar a preocupação, retomo o texto do meu post anterior uma vez que acabo de ouvir o Constitucionalista Jorge Miranda declarar, à TVI 24, que, face a um governo de gestão, para se cumprirem os preceitos constitucionais de nomeação de um novo governo, será necessário pelo menos, um mês!!!)