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segunda-feira, 1 de setembro de 2014
sábado, 2 de agosto de 2014
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Desabafos de Alma...
"Não digas nada, dá-me só a mão. Palavra de honra que não é preciso dizer nada, a mão chega. Parece-te estranho que a mão chegue, não é, mas chega. Se calhar sou uma pessoa carente. Se calhar nem sequer sou carente, sou só parvo."
(António Lobo Antunes)
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sexta-feira, 4 de julho de 2014
Caminhos para Vencer a Aparente Inércia dos Dias...

(via João Tunes no Facebook)
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
domingo, 14 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
O Poder da Transmutação...
"Um monte de pedras deixa de ser um monte de pedras no momento em que um único homem o contempla, nascendo dentro dele a imagem de uma catedral."
Antoine de Saint-Exupéry
(via Homenagem a Aboim Inglez no Facebook)
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segunda-feira, 25 de março de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Do Universo da Coragem...
(via Paula Brito no Facebook)
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Hoje, o silêncio...
... universal e transversalmente lapidar, a frase de William James... quanto ao sentido da sua citação, decorre do cenário absurdo em que entrámos em cena... e mais não digo... hoje, prefiro o silêncio...
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domingo, 18 de novembro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Uma História Exemplar...
LA TORTUGA EN EL POSTE
Un joven está paseando por la plaza de un pueblo y decide tomar un descanso. Se sienta en un banco... al lado hay un señor de más edad y, naturalmente, comienzan a conversar sobre el país, el gobierno y finalmente sobre los Legisladores y similares.
El señor le dice al joven:
- "¿Sabes? - LOS POLITICOS SON COMO UNA TORTUGA EN UN POSTE."
Después de un breve lapso, el joven responde:
- "No comprendo bien la analogía... ¿Qué significa éso, señor?"
Entonces, el señor le explica:
"Si vas caminando por el campo y ves una tortuga encima de un poste de alambrado haciendo equilibrio"
¿Qué se te ocurre?
Viendo la cara de incomprensión del joven, continúa con su explicación:
- Primero: No entenderás cómo llegó ahí.
- Segundo: No podrás creer que esté ahí.
- Tercero: Sabrás que no pudo haber subido solita ahí .
- Cuarto: Estarás seguro que no debería estar ahí.
- Quinto: Serás consciente que no va a hacer nada útil mientras esté ahí.
"Entonces lo único sensato sería ayudarla a bajar."
Un joven está paseando por la plaza de un pueblo y decide tomar un descanso. Se sienta en un banco... al lado hay un señor de más edad y, naturalmente, comienzan a conversar sobre el país, el gobierno y finalmente sobre los Legisladores y similares.
El señor le dice al joven:
- "¿Sabes? - LOS POLITICOS SON COMO UNA TORTUGA EN UN POSTE."
Después de un breve lapso, el joven responde:
- "No comprendo bien la analogía... ¿Qué significa éso, señor?"
Entonces, el señor le explica:
"Si vas caminando por el campo y ves una tortuga encima de un poste de alambrado haciendo equilibrio"
¿Qué se te ocurre?
Viendo la cara de incomprensión del joven, continúa con su explicación:
- Primero: No entenderás cómo llegó ahí.
- Segundo: No podrás creer que esté ahí.
- Tercero: Sabrás que no pudo haber subido solita ahí .
- Cuarto: Estarás seguro que no debería estar ahí.
- Quinto: Serás consciente que no va a hacer nada útil mientras esté ahí.
"Entonces lo único sensato sería ayudarla a bajar."
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quarta-feira, 13 de junho de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
domingo, 25 de março de 2012
António Tabucchi, a escrita redescoberta...
... "Afirma Pereira", retrato de um país que persiste, arrastado pelos passos que caminham com a sensação de avançar muito pouco (e às vezes quase nada!), trouxe até nós Marcelo Mastroianni, pela mão do argumento de António Tabuchi... por isso, hoje, o dia em que António Tabucchi partiu, aos 68 anos, desta Lisboa que amou e lhe inspirou a vida e a escrita (ler aqui), é tempo de agradecer a obra que dele guardaremos e que, felizmente!, vai ser reeditada (ler aqui) para que possamos continuar a apreciar e valorizar o olhar que a fez nascer e com o qual podemos sempre repetir esse extraordinário exercício da nossa própria redescoberta!
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sábado, 18 de junho de 2011
Homenagem a José Saramago: Uma Oliveira, Um Banco e, Sempre, Sempre, as Palavras!
... "(...) mas não subiu às estrelas se à terra pertencia (...)" (José Saramago)... um ano depois da morte física de José Saramago, o Escritor, o Homem, o Cidadão, o Prémio Nobel... aquele que nos deixou com as palavras, o Legado Eterno do exercício do melhor da condição humana: a sabedoria, a crítica, a bondade, a consciência, a humildade, a dignidade e o amor. Para sempre, Obrigado Saramago!
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Espelhos e Contos - Explicação de muito mundo...
... "Eros e Psique" de Fernando Pessoa é o magnífico poema que a voz de Maria Bethânia aqui declama... da profunda clarividência do seu teor que admiro de há muito, resultou hoje a evocação de um outro excelente texto, em prosa, de Italo Calvino: "O Cavaleiro Inexistente"... porque a condição humana tende a procurar no outro a melhor imagem de si e essa é, seguramente, a grande preocupação a que deve atender o processo cívico e educativo, no desempenho dessa tão estrutural e negligenciada função das suas competências que é o apoio à correcção e prevenção do egocentrismo...
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domingo, 6 de dezembro de 2009
Património Poético...
... de Federico Garcia Lorca, "Romance de la Luna, Luna" (do "Cancionero Gitano" 1924-1927)
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terça-feira, 13 de outubro de 2009
Esboço... de uma tranquilidade inquietante


Arte nobre, a Pintura é um ex-libris ao longo da História enquanto marca, pelo seu carácter visual e portanto, perceptivelmente inequívoco, da introdução de rupturas e mudanças nos padrões regulares das vivências... de outro modo dito, lava os olhos, descansa ou inquieta a alma mas atira-nos sempre para o outro lado, o do passado ou do futuro, dando a pensar... Hoje, senti uma imensa vontade de revisitar Kandinsky... talvez porque, depois deste interregno das pequenas/grandes coisas ("las pequeñas cosas" como dizia Mercedes Sosa evocando o poeta) ocupado com a dimensão eleitoral da política, o sentir me assinale a urgência de participar numa mudança da realidade que nos transcenda a previsibilidade das lógicas... também ou, talvez, mais que tudo, na forma política de coexistirmos num país sempre à beira de qualquer-coisa... sempre à beira de si próprio... um país que estava, por certo, dentro de Mário Sá-Carneiro quando escreveu o "Quase": "Um pouco mais de sol - eu fora brasa, / Um pouco mais de azul - eu fora além. / Para atingir, faltou-me um golpe de asa... / Se ao menos eu permanecesse aquém... /... /... Se me vagueio, encontro só indícios... / Ogivas para o sol - vejo-as cerradas; / E mãos de herói, sem fé, acobardadas, / Puseram grades sobre os precipícios..."
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terça-feira, 28 de julho de 2009
A Nitidez...
"O meu olhar..." de Alberto Caeiro...
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