domingo, 25 de janeiro de 2009

Rumar contra a Maré!



É a identidade que nos permite resistir... a convicção serena do que somos na consciência da razão que transportamos sobre o sentir, para gerir o "estar" e o "ir sendo", ao longo da construção do "ser"... resistir para existir!... discernindo no tempo os caminhos prudentes e ousados a percorrer!

sábado, 24 de janeiro de 2009

Intencionalidade e Percepção



"Eros e Psyche" de Fernando Pessoa é um texto extraordinário... Não, não é sobre narcisismo... nem sequer sobre projecções egocêntricas... apenas o retrato da nossa condição humana, construtora no "outro" do que nos vai na alma... para o bem... e para o mal!... por isso, radicam na intencionalidade e na percepção os condicionalismos e motivações subjacentes às decisões e práticas do sujeito - como nos deixaram perceber, um dia, Husserl e Merleau-Ponty!... e na relação de causa-efeito circular em que se entrelaçam percepção e intencionalidade, na emergência de expressões e práticas, perdemos a noção de que, subjacente a todo o enunciado, há um sujeito que não é inconsciente da sua cognoscibilidade e se deslumbra, em si-mesmo, consigo próprio, esquecendo o "outro" que é afinal, também!, o mesmo!... porque o Ser, na sua relatividade epistémica, continua, potência e acto, Uno e Plural.

Retórica, Verdade e Justiça


A retórica não equivale à verdade... menos ainda, a sofistica -enquanto argumentação gratuita, assente exclusivamente na lógica formal... a responsabilidade cívica, num Estado de Direito, não pode, nem deve!, imitar a lógica dos juízos sem sustentação, assente na especulação e na suspeição com que, ao longo da História, passada e presente, foram sacrificadas pessoas... de igual modo, não é justa nem válida a argumentação reflectida na velha história "O Lobo e o Cordeiro" em que o lobo, esfomeado, tendo dito ao cordeirinho que o iria comer, o ouve responder que tal decisão não é justa porque ele não lhe fez mal algum; perante o argumento, para reafirmar a sua postura, o lobo retorquiu: "se não fostes tu, foi o teu pai!"... pois... a história, velhinha!, própria da tradição oral, nasceu como padrão de reacção à injustiça gratuita... sejamos justos! Vivemos em democracia e, por ora, não há linchamentos na praça pública!

O Poder das Sombras



"O medo, menina" - dizia a senhora já idosa, enquanto colhia erva para levar aos animais de que tratava incansavelmente, mesmo que lhe doessem as costas - "o medo é da côr que a gente o faz!"...

Manipulação e Mediatismo



Em Portugal, como no resto do mundo, a manipulação ideológico-política adquiriu estatuto de "stablishment"... de facto, através da generalização do acesso aos media, a manipulação tornou-se um instrumento massificante de gestão da opinião pública e hoje, sob pretextos legítimos de exercício da liberdade de expressão, o afastamento ético da prática deontológica da função informativa, dificulta ao cidadão o discernimento... prolonga-se assim o jogo de um calculismo político sem limites, oportunista e especulativo que, num contexto de crise económico-financeira, torna mais rápida a aproximação às rupturas político-sociais... a tentação de "vender" notícias, comprar audiências e de liderar protagonismos tornou a comunicação social (dita o "quarto poder"!), num recurso potencialmente devastador... principalmente porque utilizada sem escrúpulos e com um certo prazer na promoção da intriga e do caos, com resultados apresentados conjunturalmente e alheados a contextos que permitiriam interpretações diversas das que se retiram do simples enunciar de relatos correspondentes, indiscriminadamente, a eventuais factos, realidades ou especulações... a manipulação é uma técnica de vendas de efeitos sociais e políticos, gratuita e susceptível de desencadear dinâmicas cujos efeitos não pode controlar... a comunicação social é, por isso, o maior inimigo de si própria e fez dessa ambivalência a sua própria natureza -como convém às regras de sobrevivência do mercado e em detrimento da essência da sua fundamentação filosófica, cívica e científica... manipular o uso do poder sem o bom senso que implica a responsabilidade social é uma espécie de inconsciência que permite às crianças brincar com armas...

Terra Sentida...



Diz-se que é a melhor descrição musical de um Rio... Vltava, também conhecido por Moldau foi o rio descrito por Bedrich Smetana, compositor da Boémia, cujo Museu pode ser visitado em Praga, junto às águas do rio de que falou, tocando... Porque trago eu até aqui "Ma Vlast", "A Minha Terra Natal" ou "A Minha Pátria", percebo-o apenas quando ouço esta composição e quando ao seu som associo o seu nome... talvez o sentir a nossa terra ou país se diga assim... com ou sem Rio...

Recessão - entre a Globalização e a Governabilidade

"(...) Os condicionalismos internacionais e europeus impõem às governações nacionais, mais do que nunca, regras de funcionamento, benefícios e desvantagens que, para o bem e para o mal, orientam e definem as linhas gerais de uma capacidade de gestão das economias e, consequentemente, das sociedades que se encontram sujeitas às ordens jurídicas das organizações a que pertencem. Fica, claro está, no quadro pró-federalizante da União Europeia a que todos os Estados-membros aderiram conscientemente, no âmbito da responsabilidade nacional, a orientação política (escolhida pelos eleitores em sufrágio directo) que irá determinar o impacto social das medidas adoptadas para a execução das políticas económicas, devidamente enquadradas nos termos do Direito Comunitário e Internacional.

O corte de gás da Rússia à União Europeia é um exemplo maior do grau de complexidade que a globalização introduziu nas governações nacionais e a exigência europeia relativamente ao seu rápido restabelecimento mostra bem como a dependência e a correlativa tensão relacional entre os Estados requer hoje um sentido de responsabilidade elevadíssimo de modo a acautelar a emergência de conflitos e a garantir, pelo menos, o equilíbrio possível na distribuição dos recursos, no quadro da actual rede de interdependências internacional. Outro exemplo maior do problema é o da crise do banco Lehmann Brothers que, a partir dos Estados Unidos, despoletou a crise financeira que afectou, sistemicamente, o sistema bancário mundial… a crise, de efeitos desconhecidos, colocou os Governos perante cenários que, relativamente previsíveis, requerem, perante os factos, respostas imediatas…(...) Em Portugal, a recessão, agora já declarada, assumida e explicada oficialmente, agrava de forma inequívoca os problemas gravissímos da economia nacional que, de há muito, se debate com duas realidades estruturais: a deficiente capacidade produtiva nacional e o endividamento externo.(...) Gerir condicionalismos globais e europeus na economia nacional, recorrendo a alguma razoabilidade possível no que respeita à preocupação de não agravar desigualdades sociais e evitar a completa ruptura da economia nacional (...) é caso para perguntar se o facto do Governo português ter dado aval às instituições financeiras será tão criticável como todos parecem empenhados em afirmar, quando sabemos, na sequência do que aconteceu com o já referido caso Lehmann Brothers, que a falência de um banco pode provocar derrocadas dos sistemas financeiros… na verdade, como disse José Sócrates na entrevista televisiva desta semana, seria uma irresponsabilidade arriscar a falência de um banco numa economia tão frágil como é a economia portuguesa… mesmo tratando-se de casos complicados como é o BPN ou o BPP porque não conhecemos, além dos que mediaticamente e por más razões são protagonistas de suspeitas e acusações nos são dados a conhecer, outros accionistas cujos volumes de negócios poderiam afectar sectores relevantes da economia nacional. Claro que nada disto será suficiente para evitar a crise mas, até agora, o que os parceiros europeus têm vindo a fazer é tentar evitar danos maiores e previsíveis… porque o fim desta crise não está à vista e não podemos ter certezas sobre o que o futuro próximo nos trará… e, sendo verdade que não considero ter havido precaução na avaliação da transparência financeira dos movimentos bancários relativamente aos quais os diferentes Estados deram o seu aval, procurando evitar falências de efeito dominó, o facto é que a crise, tal como se declarou, exigiu actuação rápida… e, tal como em Portugal, considerando que os governantes não são são destituídos de sentido de responsabilidade, esta medida foi o que, no imediato, foi consensual adoptar para evitar, talvez!, que a deflação (...) se instalasse.(...)

(...) Quanto ao papel do reforço das economias locais e regionais para efeitos de sobrevivência das populações e salvaguarda revitalizada dos territórios nacionais, esse é um problema que a União Europeia ainda não encara com a seriedade política que vai ser indispensável no curto ou no médio prazo -depende dos critérios políticos que a política internacional reconheça aos custos sociais da crise e do novo paradigma de regulação económico-política e social que os tempos que vivemos tiverem a coragem de adoptar… mas, lá chegaremos!… sempre com o olhar crítico e justo dos cidadãos empenhados em não permitir a derrocada da democracia."

(Excertos do meu artigo "Governabilidade, Globalização e Recessão", publicado no Diário do Sul em 21 de Janeiro de 2009)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Ouro



São de ouro, todas as lágrimas, todas as dôres, todas as mágoas... foram as lágrimas, convertidas em esperança, que elegeram Barack Obama, Presidente dos EUA... e será a esperança que poderá redimir o mundo, complexo e perigoso, que construimos e em que vivemos... Pensei até que podia, depois destes dias de "interregno blogistico", falar já de Portugal, este pequeno país que é de todos os que nele habitam... podia falar dos EUA e do significado do entusiasmo apaixonante que o sorriso humano, sincero e aberto de Obama provocou no mundo... mas, não!... prefiro partilhar "Lágrimas de Oro"... e evocar a responsabilidade social que todos nós deveriamos ser capazes de compreender para agir em conformidade... pelo planeta, enquanto espaço comum e pela vida, enquanto património que é preciso construir diariamente... com o sentido de que o "tudo" que nos permite a condição humana, será o resultado da nossa consciência individual e colectiva e da filosofia de vida que soubermos aplicar e desenvolver através dos actos e juízos que concorrem para a organização das sociedades.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

I Have a Dream!... Yes, We Can! ...



Em 1963, Martin Luther King deu ao mundo um discurso construido pela extraordinária inteligência que resulta da conciliação entre razão, justiça, liberdade, emoção e autenticidade... "I Have a Dream", disse ele!

... e as pessoas, pouco a pouco, acreditaram!... ao longo de 45 anos, as pessoas observaram, viveram, pensaram... e acreditaram!

Em 2009, Barack Obama tornou realidade o poder da convicção e da esperança, devolvendo dignidade à Humanidade cansada das representações discriminatórias que as manipulações ideológicas, culturais e políticas construiram ao longo da História, escravizando e colonizando o pensamento, o ser e o agir!... "Yes, We Can", disse ele!

... e as pessoas, realmente, conseguiram!

Barack Obama... o protagonista da esperança!



Em 2008 o mundo acreditou e cantou por Barack Obama... e todos o olharam como se nele encontrassem o espelho onde se reflectia a sua melhor imagem... uma identificação empática, humana e interior que o mundo sentiu, sem medo, como um frémito anunciador de mudança, tornou Barack Obama, em 2009, Presidente dos Estados Unidos da América!

YES, WE CAN!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Uma história...



Uma história... um presente!... para o aprendiz que é a eterna criança que guardamos fundo, dentro de nós... naquela parte do Ser que não temos o direito de esquecer ou ignorar mas sim, de preservar cuidadosamente, com carinho... sempre!

A Moção do PS e a Oposição CDS-PSD

A Moção hoje apresentada publicamente por José Sócrates destacava algumas ideias de que saliento: a) o espaço político pretendido é o centro-esquerda já que os valores a defender são a não-discriminação, o não agravamento e o esforço de redução das desigualdades; b) para tal, como resposta imediata a uma situação de crise estrutural nacional acrescida de uma outra crise, de dimensão inaudita a nível internacional, propõe o acesso ao crédito a empresas e famílias; c) propõe também o apoio ao sector empresarial e às famílias; d) aposta no investimento público como forma de atenuar o impacto do desemprego; e) insiste na continuidade da política apostada nas energias alternativas para reduzir a dependência energética externa; f) reafirma a possibilidade da regionalização (nos termos constitucionalmente definidos); g) defende o debate sobre a legalização dos casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo para efeitos da sua legitimização; g) afirma a obrigatoriedade do 12º ano como aposta real na qualificação da população... entretanto, a oposição, por parte do CDS, afirmava que é preciso salvar Portugal do socialismo... enquanto, por parte do PSD, à Dra Manuela Ferreira Leite, ouvimo-la chamar a Sócrates "coveiro da Nação" e acusá-lo de toda a crise económico-social e financeira do país, ilibando o reconhecidamente gravoso contexto internacional que tão obviamente agrava de forma substantiva e inegável a situação do país... Não creio que estejam a falar a sério!... e se estão, não são, minimamente, credíveis!... no fundo, esta oposição é resultante de uma prática ultrapassada de estar na política, sustentada na demagogia, no populismo e na ausência de sustentação ideológica e programática!... e demonstra a sua total incapacidade e impreparação para se adequar aos tempos que correm e às novas situações que se nos deparam... Piaget diria, por certo, que é falta de inteligência - porque a definiu (à inteligência!) como capacidade de adequação a situações novas!... eu, limito-me a constatar que, como me ensinaram desde menina, "mal vai o mundo" quando se confundem desejos com realidades e se apregoa e promete o que se não pode dar!... mas, as pessoas são inteligentes e sabem que, nem sempre o desejável é o possível e que a realidade se faz com o possível, sem que isso implique perda de sentido crítico... provavelmente, já toda a gente percebeu que é difícil acompanhar esta oposição em tanta afirmação infeliz, tanto equívoco e tanto lapso produzidos, quase!, em catadupa. Na realidade, podemos até ser levados a pensar que as competências podem ser apenas específicas... no caso, que uma economista, colocada na esfera da liderança política, não implica sucesso, podendo mesmo revelar-se um insucesso - ainda por cima sofrendo com isso efeitos regressivos relativos às competências que lhe tinham sido anteriormente reconhecidas... como se viu quando afirmou nem sequer ter feito os cálculos para um trabalho fiscal alternativo ao que critica sem grande sustentação, para além de uma obstinada negação assente em clichés que são, por sinal, pouco criativos!

domingo, 18 de janeiro de 2009

Compromissos pela Paz no Médio Oriente

A dois dias da tomada de posse do novo Presidente dos EUA, Barack Obama, o Estado da Palestina tem uma trégua no cessar-fogo. As forças em confronto anuiram, sob condição de retaliação em caso de quebra do acordo... é justa a reivindicação da retirada das tropas ocupantes em troca de um cessar-fogo permanente a negociar... Entretanto, ocorre-me, naturalmente!, que o calculismo político de Israel tenha agido com tão cruel e brutal intensidade para prevenir a possibilidade de, a partir da tomada de posse de Obama, deixar de contar com o apoio dos EUA em caso de novas guerras contra o povo palestiniano!... na verdade, ainda ontem, o Governo português anunciava a venda de armas o encerramento do nosso espaço aéreo à circulação de armamento destinado a este país... e o exemplo seria, seguramente, seguido... além de, na América do Sul, Bolívia e Venezuela terem mandado sair dos seus países os diplomatas israelitas... Bush foi o último apoio incondicional a Israel?!... é possível!... porque, a partir de agora, sabemos que só as decisões multilaterais no âmbito das Nações Unidas terão o apoio americano!... Desejável seria que as forças de resistência da Palestina e os políticos de Israel soubessem aproveitar este período de tempo para consolidar a paz e a segurança nos seus territórios, no pleno respeito mútuo do Direito Internacional... sem cedências às tentações revanchistas de vingança ou à ambição obsessiva de ocupar territórios!... Não seria difícil, se houvesse coragem política para o efeito: a) definir a divisão equitativa da Água e a liberdade de acesso às suas fontes; b) levar "capacetes azuis" para vigiar o cumprimento e intervir em caso de pontuais conflitos que podem surgir, motivados por acções individuais ou de pequenos grupos radicais armados; c) legitimar, sem medo, a circulação dos palestinianos no seu próprio país, sem necessidade de autorizações do Estado vizinho para tal ou para a saída para o exterior; d) assumir por escrito, entre todas as partes, o respeito escrupuloso pela integridade territorial de cada um dos Estados; e) condicionar os apoios económicos, comerciais e políticos a ambos os Estados ao cumprimento deste Compromisso; f) envolver na rede de Estados apoiantes e parceiros, no âmbito das Nações Unidas, a própria Liga Árabe, criando uma rede multicultural e equitativa, capaz de garantir os termos do Compromisso; g) envolver os EUA, a União Europeia, Israel e os Países Árabes no apoio ao Estado da Palestina com recursos técnicos e humanos qualificados para a reconstrução dos sectores económicos (agricultura, comércio, indústria e serviços), da saúde, da educação, do lazer e da cultura... Não, não é impossível! Os requisitos são a coesão e a equitatividade na avaliação do acompanhamento destes procedimentos em termos de política internacional e a firme determinação dos dois povos, palestino e israelita, em exigir o respeito mútuo destas condições aos respectivos Governos! Juntos, pela Paz no Médio Oriente, façamos deste espaço que foi também um dos berços das civilizações, um local de renascimento da cultura e do desenvolvimento... para todos!

Intergeracionalidade



A sabedoria acumulada pelo tempo e a vivência, tornam a idade um bem precioso aos olhos de quem gostaria de, ainda jovem, viver como se tivesse interiorizado esse saber... Reconhecê-lo reciprocamente seria uma forma eficaz de promover a inter-ajuda e a solidariedade intergeracional.

Um Discurso de Esperança... Contra Todos os Holocaustos!



Pessoas, discursos, palavras, conceitos, conhecimentos e atitudes dependem sempre, de uma ou de outra forma, do tempo em que são produzidos!... É a genialidade humana da universalidade da arte que confere eternidade e simbolismo a todas as suas manifestações... por isso, a intencionalidade do recurso aos valores permite e justifica o uso analógico da inteligência... no caso, contra todas as ditaduras... contra todos os holocaustos... pela legitimidade da esperança!

Propaganda contra o Racismo!



No desporto... como na vida... de boa-fé!... com humor!

Alegoria ...

sábado, 17 de janeiro de 2009

Bush - amostra do balanço do desastre americano

Opções - entre a Discriminação e a Crueldade!



Durante a tarde, em nota de rodapé, um dos noticiários de uma das estações televisivas nacionais anunciava o apoio do Papa à população cristã de Gaza... vi e ouvi, pouco depois, na internet, o vídeo que aqui reproduzo... perante estas declarações como pode Bento XVI apoiar ajuda humanitária "aos cristãos de Gaza"?!... A decisão, grave, coloca o dedo sobre a ferida: onde está a bondade e a não-discriminação exigível por todos os cidadãos do mundo ao pensamento e à prática das religiões?... em particular, ao catolicismo que tanto pretende afirmar-se como "civilizado"!?

Bancos - um alerta com 206 anos!


"Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que os levantamentos armados. Se o povo Americano alguma vez permitir que os bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à sombra dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade, até os seus filhos acordarem sem abrigo no continente que os seus pais conquistaram."

Thomas Jefferson, 1802

(citação seleccionada e enviada por: Fernanda Durão)